UNIVALI: Itajaí inaugura Centro Público de Economia Solidária
Fonte: Univali, acessado em http://www.universia.com.br/noticia/materia_dentrodocampus.jsp?not=35572
Na sexta-feira, 9 de fevereiro, aconteceu a inauguração do Centro Público de Economia Solidária de Itajaí. O local é uma parceria entre a Universidade do Vale do Itajaí (Univali), da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego e Renda, da Prefeitura de Itajaí e conta com financiamento do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, no Programa Específico de Promoção e Apoio ao Processo de Inclusão Produtiva, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, e o Ministério do Trabalho.
Para aprendermos um pouco sobre software livre…
Cordel do Software Livre
Por: Cárlisson Galdino, em http://bardo.cyaneus.net/poesias/cordel-do-software-livre
Caro amigo que acompanha
Essas linhas que ora escrevo
Sobre um assunto importante
Que até pode causar medo
Mas não é tão complicado
Você vai ficar espantado
Não ter entendido mais cedo
Três notícias da Economia Solidária no Rio Grande do Sul
Fonte: http://lucio-uberdan.blogspot.com/search/label/Cultura
De volta para casa, depois de dois dias em Porto Alegre a trabalho. No sábado tivemos a 1ª reunião da Coordenação do Fórum Gaúcho de Economia Popular e Solidária, espaço máximo de organização do movimento no RS. 7 regiões do estado se fizeram presentes, mais de 50 homens e mulheres, trabalhadores e trabalhadoras, lideranças da Economia Solidária no RS. O crescimento, o nível do debate e o amadurecimento do movimento a cada dia me espanta mais, a reunião foi um sucesso e o movimento de Economia Solidária se fará enxergar na sociedade esse ano.
Ampliação de fundos solidários seria alternativa para desenvolvimento de comunidades pobres
Fonte: Manoela Alcântara, de A Voz do Brasil
O governo federal estuda alternativas para investir mais em fundos solidários, ou seja, uma quantidade de recursos destinada a apoiar iniciativas produtivas baseadas nas práticas e culturas locais com o objetivo de levar desenvolvimento sustentável às comunidades de baixa renda. Durante um seminário realizado nesta semana em Brasília, o governo pretende discutir o tema com base nos resultados e propostas da Conferência Nacional de Economia Solidária.
Os textos iniciais organizados para o seminário mostram inclusive que os beneficiados poderiam ser os cidadãos que recebem recursos de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e o Programa Nacional para o Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A proposta formaria uma política de fomento a empreendimentos de geração de trabalho e renda.
ATES é escolhida para direção do Fórum Gaúcho de Economia Solidária
Fonte: http://ates-ong.blogspot.com/
Criado em 2003 o FGEPS reúne os empreendimentos de Economia Solidária, as entidades de apoio (ONGS e Universidades), gestores públicos, Movimentos Sociais e Entidades de Representação dos Empreendimentos como a UNISOL-CUT. O objetivo do Fórum é desenvolver ações que ampliem a presença da Economia Solidária, uma forma de produzir coletivamente sem patrões e empregados, na sociedade.
No último dia 27 a Coordenação do FGEPS elegeu sua Comissão Executiva, composta por 6 empreendimentos, dois gestores públicos, um Movimento Social, uma entidade de representação, uma rede de empreendimentos e duas entidades de apoio, entre elas a Associação do Trabalho e Economia Solidária. A ATES coordenou a reunião e tem coordenado os trabalhos do FGEPS deste de novembro de 2006. A presença da ATES na Comissão Executiva do FGEPS, através de seu Diretor Geral Luciano Lima, é o reconhecimento da importância do trabalho desta entidade no desenvolvimento da ECOSOL no RS.
Economia solidária é chance de desenvolvimento para regiões pobres, defende ONG
Fonte: Agência Estado, acessado em http://www.opovo.com.br/economia/669978.html
Regiões pobres do Brasil podem ser as mais beneficiadas com a economia solidária, na avaliação da secretária-executiva da rede Faces do Brasil, Fabíola Zerbini. A economia solidária propõe um novo modelo onde todos níveis de produção podem sair ganhando. “A produção geralmente é feita por cooperativas ou associações auto-gestionadas que respeitam os trabalhadores, respeitam a questão ambiental não tem trabalho infantil”, explicou.
Itajaí inaugurou dia 09/fev centro de economia solidária
Fonte: www.mte.gov.br
Além de Itajaí em Santa Catarina, prefeituras dos municípios de Contagem (MG), São Lourenço do Sul (RS), Santa Vitória do Palmar (RS), Mesquita (RJ), São José do Rio Preto (SP), Blumenau (SC), Osasco (SP), Cruz Alta (RS), São Carlos (SP) e Recife (PE) já assinaram convênio para instalação de centros públicos com o Ministério.
O Centro Público de Economia Solidária de Itajaí (SC) começa a funcionar hoje, próximo ao porto marítimo da cidade, como um espaço de articulação e promoção de economia solidária.
O objetivo do Centro é realizar cursos de capacitação e ofertar aos empreendedores o acesso às práticas autogestionárias. O local servirá também para a articulação de redes de cadeias produtivas solidárias, de grupos de compras solidárias e para feiras regionais de trocas e comercialização de produtos de origem solidária.
Economista propõe que Mercosul ‘caminhe’ para o ALBA
Fuente: World Data Service, acessado em http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=26308
Em uma jornada dedicada a analizar as possibilidades de uma integração econômica latino-americana sobre bases sociais e afastadas de perfís neoliberais, um economista argentino expôs, durante um encontro sobre globalização em Havana, que o MERCOSUL deveria ‘caminhar’ para o ALBA, Alternativa Bolivariana das Américas, programa ao qual já aderiram a Bolivia, Cuba, Nicaragua e Venezuela.O economista Jaime Fuchs assegurou que o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), estruturado atualmente por seus membros fundadores Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai e por Venezuela, que foi aceita recentemente, “precisa de otimismo”, mas também de ‘adiantar-se aos próximos passos’.
Oficina discute resultados das feiras regionais de Economia Solidária
Fonte: www.mte.gov.br
A Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), realiza de 12 a 14 de fevereiro, em Brasília, a 1ª Oficina Nacional sobre Feiras de Economia Solidária. O evento terá a presença de representantes dos vários segmentos que participam da realização das feiras nos estados.
A oficina avaliará o papel das feiras como instrumento de comercialização e divulgação das iniciativas solidárias no país, além de mostrar um balanço do ano passado. No total, foram realizadas 26 feiras regionais, uma feira do Mercosul e a I Mostra de Cultura e Economia Solidária.
Movimento gay da AL exige o cumprimento das leis
Fonte: Ansalatina, acessado em http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=26322
Está acontecendo, no Chile, o VII Encontro Lésbico Feminista que reúne representantes de movimentos de lésbicas da América latina e do Caribe. Nesse encontro, elas exigem o cumprimento das leis contra a discriminação, além das leis de casamento entre pessoas do mesmo sexo”Exigir leis contra a discriminação, exigir leis de casamento entre pessoas do mesmo sexo, exigir a inclusão neste grande quebra-cabeças hétero real é uma farsa”, disse à ANSA a representante da Guatemala, Claudia Acevedo.
Feiras regionais impulsionam economia solidária no país
Fonte: www.mte.gov.br
Várias entidades representativas da economia solidária do governo e da sociedade civil vão se reunir nos dias 12, 13 e 14 de fevereiro em Brasília, na 1ª oficina nacional que fará um balanço das feiras regionais que ocorreram nos meses de novembro e dezembro do ano passado em 26 estados e no Distrito Federal.
As feiras têm como finalidade dar maior visibilidade aos empreendimentos e servir como um instrumento de comercialização e divulgação das iniciativas solidárias no país.
Entidades querem suspensão imediata do projeto de transposição
Fonte: Cáritas Notícias
As principais entidades, organizações e movimentos sociais que lutam contra a transposição das águas do Rio São Francisco protocolaram no Palácio do Planalto (6/2) uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrando a retomada do diálogo entre governo e sociedade civil, assim como a suspensão imediata do projeto de transposição.
Urstromtaler e as moedas regionais na Alemanha
Fonte: http://miani.codigolibre.net/
UrstromtalerNovamente, através do nosso amigo Miguel Yasuyuki Hirota do Japão, fiquei sabendo de uma matéria muito interessante que saiu no site da BBC News com o título Germans take pride in local money.
A matéria comenta sobre a experiência da moeda regional Urstromtaler da cidade de Magdeburgo na Alemanha que começou a circular em Outubro de 2004 e que hoje mais de 200 empresas entre lojas, padarias, floriculturas, restaurantes, além de um cinema são exemplos de empreendimentos que aceitam a moeda Urstromtaler. Sem contar que até mesmo aluguéis são pagos parcialmente e alguns casos na sua totalidade com essa moeda.