Notícias dos encontros do FSM no Quenia

Fonte: Agência Adital

Via Campesina lança campanha por reforma agrária

Um dos objetivos da campanha na África é combater a fome em terras africanas. O coordenador internacional da campanha é Rafael Alegria. Ele informa que na Africa do Sul há 15 milhões de pessoas sem terra.

Fórum Social no Quênia abre a oportunidade do diálogo e do intercâmbio entre os movimentos sociais a

Fonte: Brasil de Fato, por Sally Burch, de Nairóbi (Quênia)

Muitas pessoas consideram que tais políticas, adotadas pelo comitê organizador local, – não obstante dissidências internas -, apontam para a conveniência de definir critérios mais claros para que a realização dos fóruns seja conseqüente com os princípios de participação popular, manejo ecológico e economia solidária, que são parte das propostas identificadas com este processo; sem que implique numa carga financeira insuportável para quem o organizam.

O 7º Fórum Social Mundial fechou seu terceiro dia de atividades terça-feira (dia 23), no estádio de Kasarani, nos arredores de Nairóbi, Quênia, onde cerca de 50 mil participantes estão reunidos. O ambiente do lugar vibra com as festivas manifestações – africanas e internacionais -, que marcham em círculo ao redor do estádio, ao ritmo de música, danças e lemas.

Fórum encerra com nova metodologia e promessa de Plano de Ação

Fonte: http://www.ciranda.net/spip/article918.html, por Cristina Charão

21 sessões de convergência serviram para somar, em um só documento, propostas de alternativas e ações das redes e movimentos participantes

O último dia de atividades do Fórum Social Mundial 2007 foi marcado por uma mudança metodológica que, aparentemente, tenta responder às críticas sobre a “falta” de resultados concretos dos encontros. Em conjunto, o Conselho Internacional do Fórum Social Mundial e o Comitê Organizador da edição em Nairóbi propuseram – e levaram a cabo na tarde de quarta-feira (24) – a realização de 21 Fóruns de Lutas, Alternativas e Ações.

Em 2008, não haverá FSM

Fonte: http://www.ibase.br/modules.php?name=Conteudo&pid=1668, por Renato Rovai

Cândido Grzybowski, diretor geral do Ibase e membro do Conselho Internacional do FSM, em entrevista exclusiva a Fórum, faz uma avaliação do processo organizativo do FSM no Quênia e dos caminhos que o movimento deve seguir.

Qual a sua opinião a respeito do que viu até este momento no FSM do Quênia?

Primeiro é necessário fazer uma avaliação política do seu significado. É o primeiro grande evento na África que não acontece em Joanesburgo ou Durban, ambas localizadas na África do Sul, onde normalmente ocorrem os eventos no continente. Ou, alternativamente, em Senegal. Nunca se faz fora desse eixo. Já é um feito fazer o FSM no Quênia. É muito simbólico para o continente que o evento não seja na África do Sul, por exemplo. Ela tem um predomínio no continente, detendo mais de 50% do PIB de toda a África e acaba exercendo um subimperialismo real. Não foi fácil escolher o Quênia, porque sabíamos que teríamos um problema de logística.

Jornadas de mobilização serão baseadas em propostas feitas no Quênia

Fonte: http://www.ibase.br/modules.php?name=Conteudo&pid=1678

Um movimentado e colorido evento no Uhuru Park, ontem, 25, em Nairóbi, marcou o encerramento do VII Fórum Social Mundial. Segundo o Comitê Organizador Africano e o Comitê Internacional, chegou a 60 mil o número de pessoas inscritas oficialmente e foram realizadas 1.200 atividades gestionadas. Em termos de distribuição por país, cerca de 80% de participantes foram do Quênia ou de países vizinhos e cerca de 20% de fora do continente. Um ponto a destacar neste Fórum foi a marcante participação de grupos populares organizados por igrejas. Em relação à participação estrangeira, foram pelo menos 400 italianos(as), 450 franceses(as), 600 norte-americanos(as) e cerca de 400 brasileiros(as).

O trabalho é a terapia – Gonçalo Guimarães, fala sobre projeto de trabalho e geração de renda para u

Fonte: Agência Fonte, por Washington Castilhos, do Rio de Janeiro e reproduzido por http://www.cooperativismopopular.ufrj.br/index.php

O movimento pela reforma psiquiátrica no Brasil – ou movimento antimanicomial – propõe transformar o modelo assistencial em saúde mental e construir um novo estatuto social para o louco: o de cidadão como todos os outros. As propostas são fortemente influenciadas pelas idéias do psiquiatra italiano Franco Basaglia (1924-1980), precursor do movimento de reforma psiquiátrica no país. Ele considerava que apenas a psiquiatria não era capaz de dar conta do fenômeno complexo que é a loucura.

Nesse novo modelo de cuidado, os usuários dos serviços de saúde mental têm, além do acompanhamento terapêutico, o direito de se organizar em associações que podem se conveniar a diversos serviços comunitários, promovendo a inserção social de seus membros, inclusive no mercado de trabalho.

“A geração de trabalho e renda por parte desses serviços tornou-se estratégia para a coordenação de saúde mental alcançar a reinserção social dos usuários da rede pública de saúde mental. O trabalho é uma ferramenta que complementa e contribui com a terapia”, analisa Gonçalo Guimarães, professor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Economia solidária é pauta do III Encontro Nacional dos Consórcios de Segurança Alimentar e Desenvol

O III Encontro Nacional dos Consórcios de Segurança Alimentar e Desenvolvimento Local (Consads), que acontece nos dias 25, 26 e 27 de janeiro de 2007, vai reunir em Brasília cerca de 150 integrantes de Consads de todas as regiões do País. O evento será realizado no Centro de Convenções Bay Park Resort Hotel (SHTN Trecho 02/Lote 05, Brasília –DF, fones: 61 3037-3000/3306-3000.

Paulo Palhano apresentará a experiência da Rede Abelha como proposta de desenvolvimento baseada na economia solidária.

Veja a programação em http://www.mds.gov.br/arquivos/iii-encontro-consads/programacao-do-iii-encontro-nacional-dos-consads

Norma de Comercio Justo e Solidário no Brasil

Fonte: e_solidaria@yahoogrupos.com.br

É hora de recebermos as contribuições. Por mais singelas que sejam, todas são bem vindas. Vamos mudar vírgulas, trocar palavras de lugar, melhorar conceitos, criticar, fazer mudanças estruturais. Para isso serve o debate. Contamos com todos, visto que esta será a nossa regulamentação de Comercialização Justa e Solidária.

Encaminhe suas contribuições até a primeira semana de fevereiro de 2007 para Miguel Steffen (miguelste1@yahoo.com.br) ou Rose Gomes (rgomes@fase.org.br)

Acesse a proposta de Instrução Normativa do Sistema Brasileiro de Comércio Justo e Solidário em http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=369

Acesse o texto Sobre o grupo de Trabalho – Sistema do Comércio Justo e Solidário – GT-Sistema em http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=432

Política para economia solidária se consolida em conferência nacional

Fonte: www.mte.gov.br

Os avanços conquistados pela economia solidária e a implementação de políticas para o setor, iniciados em 2003, se consolidaram com a realização da 1ª Conferência Nacional de Economia Solidária, em 2006. Mais de mil representantes das três esferas de governo, da sociedade civil e de empreendimentos solidários discutiram durante quatro dias, em Brasília, “A Economia Solidária como Estratégia e Política de Desenvolvimento”.

UNIJUI vai realizar nova fase de identificação de Empreendimentos de Economia Solidária na região

Fonte: Incubadora Economia Solidária (incubadoraunijui@gmail.com)

A Incubadora de Economia Solidária da UNIJUÍ, por meio de convênio com a Fundação UNITRABALHO e FINEP/MCT, estará realizando a continuidade do trabalho de mapeamento de Empreendimentos de Economia Solidária nas regiões abrangidas pelos COREDES Alto Jacuí, Noroeste Colonial, Fronteira Noroeste e Missões.

UNICAFES: Comunicado às sedes regionais e estaduais

Fonte: Correio Unicafes

Campanha de Filiação

O processo de filiação de novas cooperativas da agricultura familiar e economia solidária à Unicafes possui etapas. Além da ficha de inscrição e do estatuto, é necessária a apresentação de ata, que registre a deliberação e a aprovação da filiação em assembléia organizada pela própria cooperativa.

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