Encerra hoje o prazo para envio de proposta à União Européia
Fonte: Luis Paulo A. Alves (luispauloknh@terra.com.br) A União Européia está com linha de financiamento - "Iniciativa Européia para a Democracia e os Direitos Humanos – Microprojetos Direitos Humanos Brasil" e receberá propostas para análise até 01 de fevereiro de...
Catadores e população de cerrado sob ameaça do GDF
Fonte: Teixeira e Dayse, pela Coordenação do Projeto Coleta Seletiva na Esplanada. Enviado por Juliana Amoretti (jua@terra.com.br)
O Governo de Distrito Federal (GDF) anunciou, inclusive na Mídia, que, dia 30 de janeiro, vai retirar as famílias acampadas, há vários anos, à margem da Via Estrutural, do lado do SIA, perto da antiga Onogás, próximo à linha férrea.
Um ponto de referência do local é a existência de um Galpão, recentemente construído pelo GDF e QUALIX, ainda em fase de acabamento. Este galpão fica bem perto da linha férrea, próximo aquele ponto que passa por baixo da Estrutural para dar acesso do SIA à cidade do automóvel.
Empreendimentos da economia solidária participam do Teresina Mix
Fonte: http://www.cidadeverde.com/noticia.asp?ID=40548
O Programa Economia Solidária beneficia 2.430 mulheres chefes de famílias, principalmente, as que estão inclusas no Bolsa Família ou que tenham filhos beneficiários do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti).
Bolsas, confecções, bijuterias, sandálias e jeans customizado são os produtos que estão sendo comercializados no estande Inclusão tá na Moda da Feira Teresina Mix, realizada sábado, 27, e domingo, 28, no Centro de Convenções. O diferencial desse estande é que as mercadorias foram produzidas por pessoas de comunidades carentes beneficiárias de programas sociais do Governo.
Os programas são o Crianças, Adolescentes e uma Vida de Oportunidades (Cravo), realizado no Centro Educacional Masculino (CEM); Programa de geração de renda Economia Solidária e o Centro Educacional Feminino (CEF). Todos eles executados pela Secretaria Estadual da Assistência Social e Cidadania (Sasc).
Cursos incentivam a profissionalização de pequenas
Fonte: http://www.administradores.com.br/conteudo.jsp?pagina=nc&idNoticia=9307&idCategoria=11
Formalizada em 2003, já tem 25 cooperados, entre pedreiros, eletricistas e carpinteiros atuando na vizinhança e outras cidades do ABC e participando da rede de economia solidária. “Não é fácil levar uma cooperativa adiante, exige participação. Mas começamos do zero e hoje temos vários clientes, equipamentos, uma perua que leva nosso pessoal para as obras. Nossa meta agora é montar uma sede própria” , diz o projetista e um dos fundadores da cooperativa, Esmael Almeida.
A integração com os vizinhos, a igreja, as aitividades do bairro e a busca constante de capacitação ajudaram a dona-de-casa Maria de Lourdes Pestana da Silva a encontrar um caminho para sentir-se valorizada e produtiva. Quando o marido, encarregado de produção em uma montadora, perdeu o emprego, depois de 18 anos de trabalho, ela foi à luta e não desistiu até montar sua própria empresa, no Parque Selecta, periferia de São Bernardo do Campo, na região do ABC.
Economia Solidária como proposta de ação do FSM
Fonte: http://www.luteranos.com.br/authors/1/Portal-Luteranos–%252d-IECLB, por Angelique van Zeeland e Susanne Buchweitz, da Fundação Luterana de Diaconia
No dia 24/jan aconteceu a Assembléia dos Movimentos Sociais, dentro das atividades do FSM/ Nairóbi, onde foi apresentada uma declaração dos movimentos sociais, repudiando e denunciando a exploração e opressão na África, o imperialismo e a militarização. O documento também chamou para que os movimentos sociais sejam mais propositivos, lembrando que os resultados das eleições na América Latina são o resultado da força e da luta dos movimentos sociais.
Várias redes colocaram as suas propostas de ação, tais como o Dia da Ação Global contra as Expulsões e as Desocupações Forçadas de Moradores e a Destruição das suas Casas (dia 18 de maio); a Semana da Ação Global contra a Dívida Ilegítima (na semana de 19 a 21 de outubro), o Dia Global de Ação da Economia Solidária na semana da realização do encontro em Davos em 2008 e a Campanha contra a Guerra no Iraque, contra a ocupação de Palestina, contra os bombardeios na Somália, pela saída das tropas de Afeganistão, contra todas as guerras.
Visões de Nairóbi
Fonte: Depoimentos colhidos em Nairóbi, pelas jornalistas AnaCris Bittencourt, Iracema Dantas e Jamile Chequer.
Rosemary Gomes, Fase e Fórum Brasileiro de Economia Solidária
A cidade me surpreendeu muito. Na África só conhecia Dakar, capital do Senegal. Nairóbi tem uma logística e uma infra-estrutura urbana muito melhores que lá. Achava que iria encontrar uma cidade mais pobre, até pelas informações que tínhamos. Mesmo no centro, mesmo na pobreza, há uma lógica própria, há uma cadeia de economia informal que funciona bem, igual no Brasil. Muito da informalidade da economia brasileira é parecido com a da África. Uma coisa que pensava e que estava errada tem a ver com a questão da Aids. Vi campanhas, mas não vi tanto quanto esperava.
Cândido Grzybowski, Ibase
Fala-se muito de violência no Quênia, coisa que não tenho visto. Tenho visto mais carinho. Nós, brasileiros, que temos o racismo marcado, em geral associamos racismo à cor da pele. O Quênia tem seres humanos maravilhosos, iguais ou melhores que nós, que estão mostrando sua vitalidade, seu carisma. Estamos hospedados em casas particulares, em vez de hotéis, e a atenção que estão nos dando é de um afeto, de uma delicadeza impressionante. Não se trata de uma relação submissa, de colonizador para colonizado, pelo contrário, é afirmação dos seus valores. O Fórum, em si mesmo, é uma expressão da vitalidade política africana, são povos que há pouco tempo fizeram enormes lutas pela libertação, de rompimento com a estrutura colonial, e venceram. No Brasil, nunca tivemos uma luta desse tipo, aqui foram outras conquistas. O interessante é que a nova geração que está aqui no Fórum traz também essa memória do passado. Precisamos aprender com isso. Agradeço pelas oportunidades que o Fórum abriu de estabelecer contatos, abrir janelas de diálogo.
Orientações para produzir e vender na economia solidária
Fonte: Página 20, por Juracy Xangai
Mulheres e homens recebem orientação e apoio da prefeitura para garantir auto-suficiência com trabalhos alternativos
O fim do emprego é uma realidade cada vez mais presente nesse mundo tecnológico e globalizado. Por isso faz-se mais que necessário preparar as pessoas para que aprendam a identificar oportunidades e criem negócios capazes de garantir uma sobrevivência digna trabalhando só ou em grupo dentro da Economia Solidária. Segundo projeções da Organização das Nações Unidas (ONU), em 15 anos, 75 em de cada 100 habitantes do mundo estarão desempregados.
A boa notícia é que em Rio Branco a Secretaria da Agricultura e Floresta (Safra) em parceria com a Coordenadoria Municipal da Mulher, Coordenadoria Municipal da economia Solidária, órgãos do governo do Estado, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e organizações não governamentais, vem preparando pessoas e comunidades inteiras para trabalhar e fazer negócios solidários. Uma prevenção social mais que necessária.
Vozes dissonantes
Fonte: http://www.ciranda.net/spip/article902.html, por Ana Facundes
O fórum também tem seus próprios conflitos. Nos últimos dias, aconteceram manifestações de repúdio de militantes de movimentos sociais quenianos, que afirmam terem sido excluídos do evento.
Entre as críticas feitas ao comitê local, está a escolha de restaurantes e de um grande hotel como fornecedores das tendas de alimentação, em detrimento do envolvimento de grupos de economia solidária.
Depois de sediar a edição africana do Fórum Social Mundial em 2006, Nairobi recebe novamente milhares de ativistas (que dessa vez chegaram de todas as partes do mundo) para uma jornada que pretende articular uma agenda comum para os movimentos e organizações sociais na luta contra o neoliberalismo.
Notícias dos encontros do FSM no Quenia
Fonte: Agência Adital
Via Campesina lança campanha por reforma agrária
Um dos objetivos da campanha na África é combater a fome em terras africanas. O coordenador internacional da campanha é Rafael Alegria. Ele informa que na Africa do Sul há 15 milhões de pessoas sem terra.
Fórum Social no Quênia abre a oportunidade do diálogo e do intercâmbio entre os movimentos sociais a
Fonte: Brasil de Fato, por Sally Burch, de Nairóbi (Quênia)
Muitas pessoas consideram que tais políticas, adotadas pelo comitê organizador local, – não obstante dissidências internas -, apontam para a conveniência de definir critérios mais claros para que a realização dos fóruns seja conseqüente com os princípios de participação popular, manejo ecológico e economia solidária, que são parte das propostas identificadas com este processo; sem que implique numa carga financeira insuportável para quem o organizam.
O 7º Fórum Social Mundial fechou seu terceiro dia de atividades terça-feira (dia 23), no estádio de Kasarani, nos arredores de Nairóbi, Quênia, onde cerca de 50 mil participantes estão reunidos. O ambiente do lugar vibra com as festivas manifestações – africanas e internacionais -, que marcham em círculo ao redor do estádio, ao ritmo de música, danças e lemas.
Fórum encerra com nova metodologia e promessa de Plano de Ação
Fonte: http://www.ciranda.net/spip/article918.html, por Cristina Charão
21 sessões de convergência serviram para somar, em um só documento, propostas de alternativas e ações das redes e movimentos participantes
O último dia de atividades do Fórum Social Mundial 2007 foi marcado por uma mudança metodológica que, aparentemente, tenta responder às críticas sobre a “falta” de resultados concretos dos encontros. Em conjunto, o Conselho Internacional do Fórum Social Mundial e o Comitê Organizador da edição em Nairóbi propuseram – e levaram a cabo na tarde de quarta-feira (24) – a realização de 21 Fóruns de Lutas, Alternativas e Ações.
Em 2008, não haverá FSM
Fonte: http://www.ibase.br/modules.php?name=Conteudo&pid=1668, por Renato Rovai
Cândido Grzybowski, diretor geral do Ibase e membro do Conselho Internacional do FSM, em entrevista exclusiva a Fórum, faz uma avaliação do processo organizativo do FSM no Quênia e dos caminhos que o movimento deve seguir.
Qual a sua opinião a respeito do que viu até este momento no FSM do Quênia?
Primeiro é necessário fazer uma avaliação política do seu significado. É o primeiro grande evento na África que não acontece em Joanesburgo ou Durban, ambas localizadas na África do Sul, onde normalmente ocorrem os eventos no continente. Ou, alternativamente, em Senegal. Nunca se faz fora desse eixo. Já é um feito fazer o FSM no Quênia. É muito simbólico para o continente que o evento não seja na África do Sul, por exemplo. Ela tem um predomínio no continente, detendo mais de 50% do PIB de toda a África e acaba exercendo um subimperialismo real. Não foi fácil escolher o Quênia, porque sabíamos que teríamos um problema de logística.
Jornadas de mobilização serão baseadas em propostas feitas no Quênia
Fonte: http://www.ibase.br/modules.php?name=Conteudo&pid=1678
Um movimentado e colorido evento no Uhuru Park, ontem, 25, em Nairóbi, marcou o encerramento do VII Fórum Social Mundial. Segundo o Comitê Organizador Africano e o Comitê Internacional, chegou a 60 mil o número de pessoas inscritas oficialmente e foram realizadas 1.200 atividades gestionadas. Em termos de distribuição por país, cerca de 80% de participantes foram do Quênia ou de países vizinhos e cerca de 20% de fora do continente. Um ponto a destacar neste Fórum foi a marcante participação de grupos populares organizados por igrejas. Em relação à participação estrangeira, foram pelo menos 400 italianos(as), 450 franceses(as), 600 norte-americanos(as) e cerca de 400 brasileiros(as).