Informes da Economia Solidária no FSM
Fonte: Rose Gomes (rgomes@fase.org.br)
Durante o FSM -NAIROBI houve várias atividades simultâneas (conferências) de economia solidária e comércio justo inscritas por organizações brasileiras, FBES, Ação Comunitária, IMS, FACES , etc.
Como responsabilidade do FBES houve duas: uma conferência temática sobre cadeias produtivas e organização da confluência ecosol, para além dessas outras articulações fora do espaço do estádio: houve mais duas grandes reuniões em hotéis entre redes internacionais (dia 20 e dia 22) e coordenação conjunta de uma conferência de confluência da ES com o comércio justo que realizamos conjuntamente com IFAT.
Ceará: economia solidária está entre os objetivos do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho
Fonte: Jornal O Povo
“Estamos no Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT) para dar o salto que vossa excelência propõe, com estímulo à economia solidária”, disse Diniz para Cid durante seu discurso. Ele prometeu ainda, apesar dos vículos históricos com o sindicalismo, preservar a autonomia da organização dos trabalhadores. “Vamos estabelecer um amplo canal de diálogo com os trabalhadores, com os técnicos e com as secretarias de Desenvolvimento Agrário e Trabalho e Desenvolvimento Social”, disse.
O governador Cid Gomes (PSB) anunciou ontem um tipo de patrulhamento policial específico para manifestações de trabalhadores e movimentos sociais. A medida foi tomada após o confronto entre policiais militares e vigilantes, no último dia 5 na praça do Carmo, deixando gravemente ferido o manifestante Claudemir Clemente. Ele foi atingido na testa por uma bala de efeito moral e até ontem estava internado no Instituto José Frota (IJF). Para evitar novos incidentes, o pessoal que fizer a segurança não portará mais arma de fogo. As regras para segurança em manifestações populares ainda estão em estudo pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social.
Geraldo Mesquita quer garantir recursos para o Conselho de Economia Solidária
Fonte: Agência Senado, por Laura Fonseca,
Ao manifestar sua satisfação com a regulamentação do Conselho Nacional de Economia Solidária, que vai cuidar de atividades econômicas dos povos da floresta amazônica, como pesca, agricultura familiar, extrativismo florestal sustentável e construção naval artesanal, o senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) afirmou ser essencial garantir recursos técnicos e financeiros para o novo órgão.
– Este país é grande e diverso em termos sociais e culturais e nem sempre o dinheiro vai parar no lugar certo. Eu estou aqui para defender meu estado, o Acre, e seu povo. Vou trabalhar para que sejam escolhidas as melhores alternativas de formação profissional, organização social, emprego e renda para as populações de todas as regiões do estado do Acre – enfatizou.
Carnaval Popular de Porto Nacional
Fonte: Luciana Pereira de Souza (lucianagabi13@yahoo.com.br)
A COMSAÚDE, através do setor de Comunicação e Cultura, neste ano de 2007, realiza a terceira edição do CARNAVAL POPULAR DE PORTO NACIONAL, que tem como objetivo: fortalecer os grupos que promove economia solidária, cultura popular e valorização do patrimônio histórico.
Geraldinho quer Economia Solidária atuando no Acre
Fonte: Agência Senado, por Pitter Lucena
O senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) registrou hoje no Senado Federal a demora do governo federal em definir a composição Conselho Nacional de Economia Solidária (CNES) criado em 2003, mas somente no final de 2006 começou a funcionar. A demora para a instalação do Conselho, segundo o parlamentar, dá sinais do nível de prioridade que o tema possui na Presidência da República e ministérios, que ainda dizem atuar pelo desenvolvimento do Brasil.
A Universidad Bolivariana de Trabajadores é uma Universidade do Socialismo do século XXI?
Fonte: Henrique T. Novaes (hetanov@yahoo.com.br)
A grande inovação da Venezuela parece ser que, com a criação da UBT e uma leve guinada de outras Universidades para a esquerda, os trabalhadores destas empresas poderão não só receber assessoria de quadros universitários, sistematizar o conhecimento sobre as mesmas, mas fundamentalmente refletir sobre sua própria realidade. Se no Brasil e na Argentina esta assessoria se dá via professores e alunos etc engajados na transformação social – uma atitude sem dúvida válida na tentativa de criar uma ruptura nas conservadoras Universidades latino-americanas e também uma tentativa de conceber uma nova relação entre ensino, pesquisa e extensão-, a Venezuela parece dar um passo além ao propor a criação de uma Universidade de Trabalhadores.
Acesse o texto completo em http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=441
Chico Menezes defende fundos solidários como política estruturante
Fonte: Consea
O presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Chico Menezes, afirmou nesta quinta-feira que a economia solidária é peça fundamental na transformação do País. “Os fundos solidários são peças fundamentais na construção de políticas estruturantes para o nosso País”, disse ele no encerramento do Seminário Nacional sobre Fundos Rotativos Solidários, realizado em Brasília.
UNIVALI: Itajaí inaugura Centro Público de Economia Solidária
Fonte: Univali, acessado em http://www.universia.com.br/noticia/materia_dentrodocampus.jsp?not=35572
Na sexta-feira, 9 de fevereiro, aconteceu a inauguração do Centro Público de Economia Solidária de Itajaí. O local é uma parceria entre a Universidade do Vale do Itajaí (Univali), da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego e Renda, da Prefeitura de Itajaí e conta com financiamento do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, no Programa Específico de Promoção e Apoio ao Processo de Inclusão Produtiva, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, e o Ministério do Trabalho.
Para aprendermos um pouco sobre software livre…
Cordel do Software Livre
Por: Cárlisson Galdino, em http://bardo.cyaneus.net/poesias/cordel-do-software-livre
Caro amigo que acompanha
Essas linhas que ora escrevo
Sobre um assunto importante
Que até pode causar medo
Mas não é tão complicado
Você vai ficar espantado
Não ter entendido mais cedo
Três notícias da Economia Solidária no Rio Grande do Sul
Fonte: http://lucio-uberdan.blogspot.com/search/label/Cultura
De volta para casa, depois de dois dias em Porto Alegre a trabalho. No sábado tivemos a 1ª reunião da Coordenação do Fórum Gaúcho de Economia Popular e Solidária, espaço máximo de organização do movimento no RS. 7 regiões do estado se fizeram presentes, mais de 50 homens e mulheres, trabalhadores e trabalhadoras, lideranças da Economia Solidária no RS. O crescimento, o nível do debate e o amadurecimento do movimento a cada dia me espanta mais, a reunião foi um sucesso e o movimento de Economia Solidária se fará enxergar na sociedade esse ano.
Ampliação de fundos solidários seria alternativa para desenvolvimento de comunidades pobres
Fonte: Manoela Alcântara, de A Voz do Brasil
O governo federal estuda alternativas para investir mais em fundos solidários, ou seja, uma quantidade de recursos destinada a apoiar iniciativas produtivas baseadas nas práticas e culturas locais com o objetivo de levar desenvolvimento sustentável às comunidades de baixa renda. Durante um seminário realizado nesta semana em Brasília, o governo pretende discutir o tema com base nos resultados e propostas da Conferência Nacional de Economia Solidária.
Os textos iniciais organizados para o seminário mostram inclusive que os beneficiados poderiam ser os cidadãos que recebem recursos de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e o Programa Nacional para o Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A proposta formaria uma política de fomento a empreendimentos de geração de trabalho e renda.
ATES é escolhida para direção do Fórum Gaúcho de Economia Solidária
Fonte: http://ates-ong.blogspot.com/
Criado em 2003 o FGEPS reúne os empreendimentos de Economia Solidária, as entidades de apoio (ONGS e Universidades), gestores públicos, Movimentos Sociais e Entidades de Representação dos Empreendimentos como a UNISOL-CUT. O objetivo do Fórum é desenvolver ações que ampliem a presença da Economia Solidária, uma forma de produzir coletivamente sem patrões e empregados, na sociedade.
No último dia 27 a Coordenação do FGEPS elegeu sua Comissão Executiva, composta por 6 empreendimentos, dois gestores públicos, um Movimento Social, uma entidade de representação, uma rede de empreendimentos e duas entidades de apoio, entre elas a Associação do Trabalho e Economia Solidária. A ATES coordenou a reunião e tem coordenado os trabalhos do FGEPS deste de novembro de 2006. A presença da ATES na Comissão Executiva do FGEPS, através de seu Diretor Geral Luciano Lima, é o reconhecimento da importância do trabalho desta entidade no desenvolvimento da ECOSOL no RS.
Economia solidária é chance de desenvolvimento para regiões pobres, defende ONG
Fonte: Agência Estado, acessado em http://www.opovo.com.br/economia/669978.html
Regiões pobres do Brasil podem ser as mais beneficiadas com a economia solidária, na avaliação da secretária-executiva da rede Faces do Brasil, Fabíola Zerbini. A economia solidária propõe um novo modelo onde todos níveis de produção podem sair ganhando. “A produção geralmente é feita por cooperativas ou associações auto-gestionadas que respeitam os trabalhadores, respeitam a questão ambiental não tem trabalho infantil”, explicou.