Rede Iberoamericana de Integração de Coop. e Organizações de Produção Social
Fonte: Ary Guarilha (rhguarilha@uol.com.br)
Por: Comitê de Seguimento da Rede Ibero-americana de Integração de Cooperativas e Organizações de Produção Social no Marco da ALBA, Oficina de Cooperação Nacional e Internacional (OCNI) Ministério para a Economia Popular – Venezuela (MINEP)
Como resultado do 1o. Encontro de Cooperativas Ibero-americano, entre os dias 29/11 e 02/12/2005, se realizou uma reunião em Caracas no mês de janeiro para retomar as conclusões das mesas de trabalho e organizá-las em cronogramas de atividades. Nestas jornadas se contou com a presença de companheiros da Red Alternativa de Economía Solidaria (Espanha), das cooperativas Nicaraocoop (Nicarágua), Asociación Tecuilcan (Nicarágua), FENAVIP e CREAR Cooperativa (Colômbia), Hotel Bauen (Argentina), FBES (Brasil), Minga Social (Equador), Núcleo de Desarrollo Endógeno La Elvira (Venezuela), Lanzea (Venezuela) e Amalivacá (Venezuela).
As lágrimas da Aracruz e a coragem das mulheres camponesas
Fonte: Agência Carta Maior (http://agenciacartamaior.uol.com.br/siteCartaMaior/colunaMostrar.cfm?coluna_id=2979)
Por: Cristiano Navarro, Jornalista do Conselho Indigenista Missionário
“Jamais esperava este tipo de violência”, afirmou de um hotel de luxo em São Paulo, o presidente da empresa Aracruz Celulose, Carlos Aguiar, ao jornal Zero Hora de hoje. No dia 20 de janeiro deste ano, a empresa Aracruz Celulose S/A mobilizou helicópteros, bombas, armas e 120 agentes da Polícia Federal do Comando de Operações Táticas (COT), vindos de Brasília, para destruir duas aldeias e expulsar 50 pessoas dos povos Tupiniquim e Guarani de sua terra tradicional, no município de Aracruz (ES).
Sem sequer receber uma ordem de despejo, os Tupiniquim e Guarani foram surpreendidos com o violento ataque. A ação, que resultou na prisão arbitrária de duas lideranças e deixou outras 12 pessoas feridas, teve todo o apoio logístico da empresa Aracruz Celulose S/A. Os 120 agentes da Polícia Federal receberam hospedagem e utilizaram o heliporto e os telefones da multinacional.
I Conferência Nacional de Economia Solidária (CONAES) será entre os dias 26 e 29 de junho
Fonte: Secretaria Executiva FBES
A I Conferência Nacional de Economia Solidária será em Brasília, entre os dias 26 e 29 de junho.
A mobilização para as conferências microrregionais e estaduais já estão acontecendo. Os Fóruns Estaduais (FEES) estão marcando audiências com os governadores para definir a convocação das Conferências Estaduais.
A vida brota na terra, na terra manchada de sangue
Por: Beatriz Pasqualino e Nina Fideles
Em 1995, a Fazenda Macaxeira, no município de Eldorado dos Carajás (PA), foi ocupada por cerca de 1.500 famílias sem-terra. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) denunciava que a área de mais de 40 mil hectares era utilizada pelo proprietário Plínio Pinheiro somente para pasto. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a considerava produtiva. Em 1996, após o massacre dessas famílias durante a marcha na rodovia PA-150, o órgão declarou a área improdutiva e destinada para fins de reforma agrária. Hoje, a terra desapropriada de 18 mil hectares abriga cerca de 690 famílias.
O Assentamento 17 de Abril carrega no nome todo o peso que foi o massacre. Mas tem diferentes histórias para contar, seja de sofrimento, seja sobre a produção de alimentos, ou sobre as conquistas na área de educação. Mesmo sem dispor de saneamento básico, esgoto e telefone, o assentado Miguel Pontes, um dos sobreviventes do massacre, que levou um tiro na perna, comemora a conquista da terra. “Hoje consegui arrumar minha família, tenho casa. O que temos, devemos aos companheiros que foram mortos”, diz.
Informe da Subcomissão Executiva I CONAES
Fonte: Subcomissão Executiva I CONAES
No dia 18 de abril, a Subcomissão Executiva I CONAES esteve reunida em Brasília. A partir desta reunião foi elaborado um informe para os Fóruns Estaduais e DRTs que define a data para convocação das Conferências Estaduais até dia 24 de abril, permanecendo o dia 28 de abril para a Convocação pelas DRT’s.
O informe completo desta Subcomissão está em: www.fbes.org.br/?option=com_docman&task=doc_download&gid=180&Itemid=18
Mês dos povos indígenas tem atividades em todo o país
Fonte: caritas@caritasbrasileira.org
Além das mobilizações nacionais, como o 3º Acampamento Terra Livre, realizado no início de abril em Brasília, reunindo mais de 500 lideranças indígenas de 84 povos, estão programadas para este mês inúmeras atividades e mobilizações por todo o país. São encontros, debates, visitas a escolas, apresentações culturais, exposições fotográficas e de vídeo, audiências públicas, acampamentos e manifestações para discutir as principais reivindicações e lutas dos povos indígenas.
Projetos de economia solidária recebem R$ 1,3 mi do BNB e MTE
Fonte: Jornal O Povo (www.opovo.com.br)
No Ceará, a Obra Kolping, Cáritas Brasileira e Fundesol conseguiram aprovação no programa que está financiando 17 projetos de pequenos negócios de caráter solidário no Nordeste, Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo
O Programa de Apoio a Fundos Solidários Produtivos no semi-árido nordestino receberá cerca de R$ 1,3 milhão no primeiro semestre deste ano. O dinheiro vem do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em 2005, o Fundo recebeu aplicações da ordem de R$ 1,6 milhão.
Catalisa – Jogos Cooperativos na Teia Cultural
Fonte: Eduardo Coutinho (eduardo@catalisa.org.br)
Integrando a programação da TEIA – Mostra de Cultura do Brasil e I Feira Nacional de Economia Solidária, a CATALISA – Rede de Cooperação para Sustentabilidade (www.catalisa.org.br) realizou no sábado, dia 08/04, duas Oficinas que despertaram grande interesse do público. Durante a Oficina “Jogos Cooperativos na Economia Solidária”, pudemos jogar cooperativamente na superação de desafios comuns e partilhar um pouco da experiência desse importante instrumento metodológico de sensibilização e mobilização comunitárias utilizado em trabalhos associativos e cooperativistas, na geração de renda e programas de Economia Solidária que vêm sendo desenvolvidos desde 2002 na RMSP – Região Metropolitana de São Paulo.
A feira gigante de Chávez
Todos os domingos, o governo fecha um quilômetro de avenida para o Mercal, onde alimentos são vendidos por 50% do preço
Fonte: Lycia Ribeiro (lyciaribeiro@uol.com.br)
Por: Sheila Machado (Jornal do Brasil)
Nos dias úteis, a Avenida Bolívar é uma das mais movimentadas do centro de Caracas. Mas nos fins de semana, 1 km dela é fechado ao tráfego para uma das missões bolivarianas do goveno de Hugo Chávez, o Mercal. Trata-se de um mercado que nasceu com o propósito de vender alimentos a preços mais baixos para os pobres, seus principais eleitores, além de tirar dos empresários o monopólio do abastecimento no país.
Hoje, encontra-se de tudo lá, desde produtos de limpeza a prendedores de cabelo. O forte, entretanto, continuam sendo os produtos alimentícios, principal razão que levou no domingo mais de 2 mil pessoas à feira.
– Venho todos os fins de semana, no sábado ou no domingo. Fazer as compras aqui representa 50% de economia em relação aos supermercados – afirma o motorista Ricardo Garcia, de 61 anos, acompanhado da mulher, Maria Núñez.
Encontro de Comercialização e Consumo Solidário apresenta experiências ag
Fonte: caritas@caritasbrasileira.org
A Cáritas Brasileira promoveu, entre os dias 27 a 30 de março, o II Intercâmbio Nacional em Desenvolvimento Sustentável e Solidário, com o tema Comercialização e Consumo Solidário, em Eugenópolis, na zona da mata mineira. Participaram do encontro representantes de todos os regionais da Cáritas, além de produtores e produtoras da Economia Popular Solidária (EPS). Foram apresentadas experiências de trabalho com agroecologia, feiras livres e estratégias de comercialização, com visitas a quatro municípios da região. Uma das experiências bem sucedidas é a da Associação de Pequenos Agricultores de Tombos (MG), que desde 1989 produz coletivamente derivados de cana-de-açúcar (cachaça, rapadura, açúcar mascavo etc) e derivados de leite (iogurte, queijos etc).
II Fórum Social Brasileiro
Fonte: Comunicação FSB e Site FSB – www.fsb.org.br
O programa do II Fórum Social Brasileiro entre os dias 20 a 23 de abril de 2006, em Recife (PE) – está disponível no site: http://www.fsb.org.br/atividades.pdf. Na programação há mais de 300 atividades, incluindo as culturais, realizadas na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). As atividades autogestionadas acontecem nos dias 21 e 22 de abril em três turnos: das 8h às 11h, das 11h30 às 14h30 e das 15h às 18h. Entre estas atividades mais de uma dezena têm como tema a Economia Solidária e são propostas por rede de empreendimentos, fóruns e entidades do Fórum Brasileiro de Economia Solidária.
A Economia Solidária no FSB
Fonte: João Luís (fmjsilva@yahoo.com.br)
Entre as atividades inscritas no FSB cujo tema está relacionado com a Economia Solidária, destaca-se o seminário sobre o Desenvolvimento do Nordeste e Economia Solidária, proposto pelo Fórum Regional do Nordeste de Economia Solidária. Esta atividade está marcada para o dia 21/04, no Auditório 01 do CCB – Dentro da UFPE.
Mais atividades da economia solidária no FSB:
Economia Solidária na Teia Cultural: cultura na veia!
Fonte: Secretaria Executiva do FBES e Cáritas Brasileira
Mais de 800 empreendimentos participam da Feira Nacional de Economia Solidária em São Paulo
A I Feira Nacional de Economia Solidária, realizada em São Paulo, de 6 a 9 de abril, reuniu mais de 800 empreendimentos e grupos culturais dos 100 pontos de cultura espalhados no país, além de 600 empreendimentos solidários de todos os 27 estados.O evento teve como conceito a rede, uma matriz que inseriu toda a rica diversidade e atividade cultural, educacional e cidadã em curso no Brasil. A feira aconteceu em um enorme espaço de mais de 20 mil metros quadrados, com a economia solidária integrada à cultura, dentro da proposta “venha ver e ser visto”, apontando para o protagonismo local, comunitário e a articulação em redes, como sendo um caminho para a criatividade social, cultural e econômica em nosso país. Foi uma verdadeira festa de cores, sons, ritmos, produtos de todos os ramos e cadeias da economia solidária.Também aconteceram seminários, oficinas e debates.