Prefeitura do Rio de Janeiro desabriga famílias por causa do PAN

Fonte: www.fase.org.br, por Fausto Oliveira

Um caso de extrema injustiça está acontecendo nestes dias na cidade do Rio de Janeiro. Com o pretexto de fazer obras para os Jogos Panamericanos de 2007, a prefeitura está despejando 16 comunidades populares, sem respeitar seu direito a ficar onde vivem por mais de 20 anos. Duas comunidades já foram despejadas: Arroio Pavuna e Canal Cortado. Poucas famílias se animam de resistir às investidas do poder público municipal e da construtora que realiza as obras do Panamericano. E, quando resistem, sofrem pressões violentas, como corte de fornecimento de água e luz, e até a guarda de seus filhos os órgãos assistenciais das prefeitura ameaça tomar. Impondo pânico e forte pressão, num gesto absolutamente fora da lei, a preferitura do Rio de Janeiro está dando aula de como violar direitos de cidadãos.

Seminário de Fundos Solidários apontam para necessidade de fortalecer a rede

Fonte: Cáritas Brasileira

De 14 a 16 de agosto aconteceu em Brasília o Seminário Nacional sobre Fundos Solidários da Cáritas Brasileira. O objetivo foi nivelar a discussão sobre perfil, viabilidade e fortalecimento dos fundos, em vista da implementação da política de fundos solidários na Cáritas Brasileira como estratégia de sustentabilidade. Os 35 participantes, inclusive parceiros/as, apontaram para a necessidade de organizar a rede nacional de fundos a partir dos recursos disponibilizados pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes). Para o assessor do Programa de Convivência com o Semi-Árido da Cáritas Brasileira, Luís Cláudio Mandela, o momento foi importante para planejar a participação no encontro organizado pela Senaes, em novembro. “O evento teve resultado positivo, e veio em momento oportuno para que todos os presentes, no próximo encontro, participem de forma horizontal, aproveitando as discussões estabelecidas nesse Seminário”, disse Mandela.

Seminário discute os marcos jurídicos do cooperativismo no Brasil

Fonte: ITCP COPPE UFRJ (mala-itcp@itcp.coppe.ufrj.br)

Um importante passo na história política do cooperativismo popular e da economia solidária no Brasil começou a ser dado na noite de 29 de agosto, no Paraná, com o Primeiro Seminário de Direito Cooperativo, Políticas Públicas e Cidadania. Organizado pelo Núcleo de Direito Cooperativo e Cidadania do Programa de Pós-graduação em Direito da Universidade Federal do Paraná, a proposta do encontro, que vai até o dia 1º de setembro, é reunir representantes das mais diversas posições e experiências do cooperativismo contemporâneo, no Brasil e no Mundo, para aprofundar o debate e contribuir para a definição dos marcos jurídicos do cooperativismo do trabalho.

Acesse o programa Economia Solidária como Resistência que divulga o evento em http://www.cooperativismopopular.ufrj.br/arquivos/bgf1037.wmv

Evento sobre Economia Solidária no Pará

Fonte: (arroyojc@hotmail.com)

Dia 02 de setembro, às 15h na Faculdade do Pará, foi feita a apresentação do primeiro produto do Projeto “Apoio à Economia Popular e Solidária”, coordenado pelo Prof Arroyo, que trata do histórico dos empreendimentos solidários que são parceiros do projeto.

No dia 8 de setembro, pela manhã o filósofo e sociólogo português Boaventura de Souza Santos, da Universidade de Coimbra, estará visitando o parque do ISSAR (Inst. Saber Ser Amazônia Ribeirinha). Nesta oportunidade João Cláudio Arroyo estará fazendo uma entrevista exclusiva com o Prof Boaventura sobre o Futuro, a Política e a Economia Solidária.

Quem puder e desejar participar de um dos eventos e/ou contribuir com perguntas para a entrevista, por favor entre em contato.

China desenvolve um projeto de conversão para a agricultura orgânica

Fonte: Texto “Conversión a la agricultura orgánica: el enfoque de um Proyecto de China”, Johanna Pennarz, Boletín de ILEIA, v.16, n.04, abril 2001. http://www.fmprc.gov.cn/ce/cgrj/pot/zgabc/jj/t135314.htm

Situação inicial

Devido à demanda por produtos orgânicos no mercado internacional, na China, os principais atores do movimento de agricultura orgânica são os comerciantes. Eles se encarregam de identificar produtos nas propriedades que utilizam poucos insumos externos e que, desta maneira, exigirão poucas mudanças no processo de certificação internacional de produtos orgânicos.Em outras palavras, esses comerciantes não estão interessados em processos de conversão demorados e desejam que os agricultores resolvam o mais rápido possível seus problemas técnicos. Contudo, ainda não há especialistas nem técnicos especializados em agricultura orgânica. Os técnicos, que não têm experiência na grande diversidade de problemas dos sistemas agroecológicos de produção, simplesmente aconselham a substituição de insumos convencionais pelos aceitos na agricultura orgânica.Os agricultores pedem aos especialistas soluções padronizadas em etapas e bem definidas, pois não estão bem preparados para começar processos de inovação por si mesmos.

BNDES irá operar linha de R$ 100 milhões para custeio da agricultura familiar

Fonte: Mauricio Marcon Rebelo da Silva (mauricio.silva@mma.gov.br)

Há anos as cooperativas de crédito ligadas à agricultura familiar solicitavam que o BNDES passasse a operar as linhas de custeio

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, anunciou na quinta-feira (24 de agosto), em Sarandi (RS), que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está autorizado a operar linhas de crédito de custeio para os grupos D e E do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O BNDES dispõe de R$ 100 milhões para custear a safra 2006/2007.

Ceará lidera em economia solidária no Nordeste

Fonte: Jornal O POVO, por Jocélio Leal

O Ceará é o Estado do Nordeste com maior quantidade de empresas solidárias. O Estado possui 1.249 estabelecimentos, ou 8,4% do total de 15 mil empreendimentos do gênero no País. A região é líder nacional. Possui quase a metade – 44% – com 6.549 negócios. O dado compõe o Atlas da Economia Solidária, do Ministério do Trabalho. Formar um empreendimento solidário não é simples. É preciso sensibilizar desempregados a oferecer tempo e dinheiro para montar um negócio que pode não ir para frente. Ademais, nada de emprego formal com atrativos trabalhistas, como férias, 13º salário, seguro-saúde, aposentadoria e seguro-desemprego. Neste segmento, é comum a dedicação das pessoas apenas até obter uma colocação no mercado – a boa e cômoda carteirinha azul. Quem acredita, porém, pode mudar de vida.

Negócios solidários são organizações coletivas (associações, cooperativas, empresas autogestionárias, grupos de produção), suprafamiliares, cujos sócios são trabalhadores urbanos ou rurais. Quem trabalha é quase sempre sócio.

Fortaleza recebe encontro sobre papel social dos negócios

Fonte: Lycia Ribeiro (lyciaribeiro@uol.com.br)

O desenvolvimento sustentável e a economia solidária como forma de melhorar o mundo serão discutidos esta semana durante a 4ª Conferência Internacional Bawb Brasil, com a apresentação de 43 projetos dos nove estados nordestinos

Com moeda circulante local (Palmas) e cartão de crédito próprio (Palmas Card), o Banco Palmas surgiu em 1998 da necessidade de estimular a geração de emprego e renda no Conjunto Palmeira. Por meio de princípios da economia solidária (modelo de produção e venda com base no associativismo), a instituição promove acesso ao microcrédito entre os moradores do bairro e já beneficiou 1.400 famílias, com a criação de 1.200 postos de trabalho, além do aumento da concessão de crédito para 200 empreendimentos.

V Encontro Nacional de Economia Social e Solidária/ México

Fonte: http://mx.groups.yahoo.com/group/unicom99/message/3883?viscount=100

En México, del 2006 en adelante. Otra economía es posible. Otra sociedad es posible. Otro mundo es posible.

O V Encontro Nacional de Economia Social e Solidária, gestado pela sociedade orgânica e civil, ocorreu entre os dias 10-12 de agosto, no centro La Malintzin, Tlaxcala/ México.

Não se trata de um evento de confronto nem meramente declarativo mas propulsor de novos paradigmas, entendimentos e articulações para, recuperando nossas raízes, dar um salto qualitativo frente a uma economia em crise. Uma sinergia inédita buscou se construi a partir desta iniciativa de redes e organizações por um México melhor.

Acesse a Carta Compromisso elaborada pel@s participantes do evento em http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=328

Bahía Blanca: os trabalhadores do Frigorífico Paloni/ Argentina lutam pela expropriação

Fonte: ANRed – FR (redaccion@anred.org)

Após meses sem cobrar os salário, em agosto do ano passado, os trabalhadores ocuparam as instalações do frigorífico para reclamar os pagamentos. Depois de um ano de silêncio, decidiram exigir a expropriação, porém a Justiça sustenta que se deve esperar que a empresa quebre. Praticamente faz um ano que estão sem luz e gás.

Projeto realizado por alunos do ILBJ discute realidade do mercado

Fonte: http://www.informesergipe.com.br

Cooperativismo popular, economia solidária, analfabetismo funcional, foram alguns dos assuntos discutidos por estudantes do Instituto Luciano Barreto Junior na sexta-feira (25 de agosto). Os alunos da disciplina de informática saíram das salas de aula e foram a campo pesquisar sobre temas relacionados a mercado de trabalho, alcoolismo e analfabetismo. A atividade teve como objetivo aguçar o senso crítico dos jovens com relação aos temas propostos, incentivando o trabalho em equipe e colocando em prática os conteúdos apreendidos em sala de aula.

Curso “Elaboração e gestão de projetos sociais participativos

Fonte: Movimento Rio Carioca (movimentoriocarioca@yahoo.com.br)

O núcleo de cursos da Associação Brasileira Movimento Rio Carioca – arte, cultura, educação e projetos oferece em setembro no Rio de Janeiro: “Elaboração e gestão de projetos sociais participativos”

A importância de trabalhos participativos teve início a partir do processo da redemocratização do país, abrindo espaço para um amplo debate – criando um grande desafio para os profissionais envolvidos em projetos sociais. A Constituição de 1988, a LOAS (Lei Orgânica de Assistência Social) e atualmente o Sistema Único de Assistência Social, fortalecem a participação popular desde da fase do diagnóstico das demandas, como também o controle social. Neste novo cenário, os profissionais se colocam diante de um grande desafio: O que é um planejamento participativo? Quais são os instrumentos que facilitam a reflexão grupal e o diagnóstico? O curso oferecido pretende abordar estas questões com uma reflexão atualizada, possibilitando através de aulas expositivas, debates, oficinas o estudo dos enfoques participativos no trabalho com a população.

Relato do XI eScAmBo

Fonte: Elen Maribel de Oliveira (elenmaribel@yahoo.com)

O XI eScAmBo aconteceu no domingo, 27 de agosto, no Pinacoteca Café, em Porto Alegre/ RS. Compareceram cerca de 20 pessoas, trocamos em clima meditativo…inclusive tivemos troca de serviço de tarô. Sergio Prates levou um buquê de manjericão que perfumou o ambiente junto com a calêndula e as folhas de bergamoteira.

Lembrando que a proposta do eScAmBo é de multiplicação, não importa o número de participantes e sim a qualidade do intento de cada um. Um eScAmBo em cada bairro, associação, clube…ou ao ar livre, essa é a proposta – que se liga à transformação interna e unitária de cada ser.

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