Mais duas empresas decidem banir transgênicos de seus produtos

Fonte: Campanha Livre de Transgênicos (livredetransgenicos@aspta.org.br)

A Mezzani, indústria de massas, e a Dauper, fabricante de biscoitos e salgadinhos, adotarão uma política para garantir que seus produtos não contenham transgênicos. Com isso, elas passam da lista vermelha (indústrias que não garantem produtos sem transgênicos) para a verde (empresas que dão garantias de uma produção livre de transgênicos) do Guia do Consumidor, do Greenpeace.

Acre potencializa Projeto de Economia Solidária

Fonte: http://www2.uol.com.br/pagina20/15092006/p_0915092006.htm, por Val Sales

O Projeto de Desenvolvimento Local e Economia Solidária foi criado pelo governo federal para potencializar as comunidades produtivas levando em conta suas culturas e especificações. Com o objetivo de ampliar essa rede de produção conjunta, o coordenador nacional do programa, Alonso Nunes Coelho, esteve no Acre nos últimos dias. Na oportunidade, ele se reuniu com os agentes do Estado, visando detectar novos grupos de trabalhadores da área e oferecer reforço.

Contra corrupção, MST ocupa fazenda do deputado José Janene

Fonte: Agência Carta Maior, por Verena Glass

Cerca de 700 trabalhadores do MST ocuparam a fazenda do deputado, acusado de ter sido um dos principais beneficiários de R$ 4,1 milhões repassados por Marcos Valério. Nesta semana, MST promoveu ainda ações em oito Estados.

Uma fazenda de 192 hectares do deputado federal José Janene (ex-lider do PP na Câmara), localizada em Londrina, Paraná, foi ocupada na manhã desta sexta (15) por cerca de 700 agricultores do MST, que exigem a desapropriação da área, adquirida supostamente com dinheiro da corrupção.

Ainda sobre comércio justo e economia solidária: reflexões

Fonte: Fabíola Zerbini (fabiolazerbini@terra.com.br)

Que maravilha saber que Gilberto está se aventurando nesta área de cruzamento de princípios que tanto pode nos ajudar a caracterizar as convergências e os eventuais limites entre os dois movimentos, e, assim, delinear os contornos do que vimos chamando de “Comércio Justo e Solidário Brasileiro”.

A tal “face” brasileira do CJS precisa mesmo se consolidar com um discurso próprio, com uma cara própria, já que estamos em um processo de criação de algo novo, não desconectado do movimento de re-significação do conceito internacional de comércio justo (aliás, inserido na luta interna deste movimento), mas, com uma cara própria garantida pela tal bricolagem que você coloca mais abaixo, pela integração com estes outros movimentos e conceitos.

FEPS – Fórum de Economia Popular Solidária de Duque de Caxias comemorou 2 anos

Fonte: Josinaldo (josi@capina.org.br)

“Acreditar é fazer acontecer… Uma outra economia acontece na Baixada!”

O encontro em comemoração aos 2 anos de caminhada do FEPS – Fórum de Economia Popular Solidária de Duque de Caxias, aconteceu dia 16 de setembro de 2006, na sede do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, situado a rua Professor Henrique Ferreira Gomes, 179 – Centro – Duque de Caxias.

Programação

16:00 – Acolhida

16:30 – Abertura

17:00 – Cine-EcoSol e troca de idéias

18:00 – Festa, música, bingo, sorteios… Vocês, nós e muita alegria!!!

Troca de experiências com outros países permite que Sta Maria inove as feiras de ec. solidária

Fonte: http://www.rdcdn.com.br/cdn/noticia.php?cod=6950&inicio=0, por Sonaira Canterle

Os 28 representantes do projeto esperança/cooesperança de Santa Maria que viajaram ao Uruguai para a 5ª feira de economia solidária em Montevidéu, trarão, certamente, muita coisa para contar sobre as feiras que acontecem no país vizinho. Segundo a coordenadora do projeto esperança/ cooesperança, a irmã Lourdes Dill, com essa integração com os países vizinhos, Santa Maria só tem a ganhar com a troca de experiências. Ela conta que no Uruguai existem muitas feiras que podem servir de inspiração para os trabalhos relacionados ao cooperativismo feitos em Santa Maria.

Alfabetización y liberación

Fonte: ALAI (info@alainet.org), por Angel Guerra Cabrera

En el mundo hay 771 millones de analfabetos, la mayoría en los países pobres, según informes de la Organización de Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO por sus siglas en inglés). Pero este dato podría ser mayor debido a las deficiencias de los censos y al analfabetismo por desuso por lo que no sería aventurado estimar los iletrados en mil millones, ¡Casi una sexta parte de los habitantes del planeta privados del elemental derecho al conocimiento y a la participación política! Es irónico que quienes se erigen en faros de la democracia y los derechos humanos no hagan nada por solucionar este problema.

Racistas controlam a revista Veja

Fonte: Agência Adital, por Altamiro Borges

Numa das últimas edições, a revista Veja estampou na capa a foto de uma mulher negra, título de eleitor na mão e a manchete espalhafatosa: “Ela pode decidir a eleição”. A chamada de capa ainda trazia a maldosa descrição: “Nordestina, 27 anos, educação média, R$ 450 por mês, Gilmara Cerqueira retrata o eleitor que será o fiel da balança em outubro”. O intuito evidente da capa e da reportagem interna era o de estimular o preconceito de classe contra o presidente Lula, franco favorito nas pesquisas eleitorais entre a população mais carente. A edição não destoava de tantas outras, nas quais esta publicação da Editora Abril assume abertamente o papel de palanque da oposição de direita e destina veneno de nítido conteúdo fascistóide.

Comércio Justo e o ecommerce

Fonte: Rosalvi Monteagudo (contato@econsolidaria.org.br)

O comércio livre será impossível de ser substituído, pois é irrealizável dominar a produção global, uma vez que as eqüidiferenças das pessoas, ou seja, as suas necessidades, os seus interesses e as suas reivindicações o tornam incapazes de atender a todos. Os comerciantes sobrevivem do consumismo e buscam pelas situações enganosas forçar o consumo, pois vem no movimento das vendas o meio de circulação do dinheiro. A exploração imposta de cima para baixo que bagunçam as pessoas ingênuas para uma compra imediata, sem defender os interesses sociais nem respeitar quem os compram, sempre foram feitas para beneficiar o comércio e defender a presença do intermediário. Isto é habilmente empregado no comércio tradicional, porém na internet precisará dar uma nova direção.

Brasil, Índia e África do Sul propõem projeto multilateral

Fonte: Agência EFE

Brasil, Índia e África do Sul estabeleceram hoje as bases de um projeto de integração para o qual convidaram todos os países em desenvolvimento, com o intuito de construírem uma nova forma de cooperação baseada em um comércio justo e solidário.

A primeira Cúpula do Fórum de Diálogo Ibas (sigla que formada com as iniciais dos três países), reuniu em Brasília o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, e o presidente da África do Sul, Thabo Mbeki.

Ministério do Cabo Verde inaugura gabinete direcionado para economia solidária

Fonte: http://www.asemana.cv/article.php3?id_article=19686

Sidónio Monteiro inaugura novo gabinete da Plataforma das ONG’s

O ministro do Trabalho, Família e Solidariedade, Sidónio Monteiro, inaugurou no dia 12 de setembro, o Gabinete Transregional de Investigação e Formação de Competências para a Economia Solidária, da Plataforma das ONG’s.

A criação do novo gabinete da Plataforma das ONG’s é mais um impulso ao “desenvolvimento de iniciativas e o reforço das estratégias de luta contra a pobreza e exclusão social que vêm sendo implementadas em Cabo Verde”, através do projecto Centro de Estudos de Economia Solidária do Atlântico (CEESA).

Bansol comemora cinco anos

Fonte: Diogo Almeida (diogofar@yahoo.com.br)

Foi com grande satisfação que o BanSol, Associação de Fomento à Economia Solidária, convidou a todos, bansolinos de ontem e hoje, amigos e familiares, assim como todos engajados e interessados no movimento de Economia Solidária e anunciou as comemorações de seus cinco anos de experiência.

No âmbito do seu aniversário foram lançados os livros:

Frutos do Brasil, da jornalista Neide Duarte, que conta oito historias do protagonismo juvenil brasileiro, entre elas a do BanSol!

Políticas Públicas e Economia Solidária, de Genauto França, professor da Escola de Administração da UFBa e co-fundador do BanSol.

Data: 15 de setembro de 2006 Local: Auditorio da Escola de Administração da UFBa, Vale do Canela Horario: 18:30

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