Seater apresenta resultado final da Fecosol/ Acre

Fonte: http://www2.uol.com.br/pagina20/10122006/c_0410122006.htm

Dados levantados pela organização da Feira de Economia Solidária mostram que no Acre outra economia acontece

Realizada no período de 30 de novembro a 3 de dezembro, a III Feira de Economia Solidária (Fecosol) reuniu cerca de 150 empreendimentos de 21 dos 22 municípios do Acre com pessoas que trabalham segundo a lógica da Economia Solidária. Nela, foram colhidos resultados que reafirmam a existência de uma outra economia no Estado, gerando perspectivas de se trabalhar com mais intensidade na área. Os protagonistas dessa história são, sobretudo, associações, cooperativas e grupos de produção.

Yunus recebe Nobel e defende ‘bolsa de valores social’

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1292753-EI294,00.html

Yunus recebeu o Nobel da Paz em Oslo

O professor de economia de Bangladesh Muhammad Yunus recebeu neste domingo, em Oslo, o Prêmio Nobel da Paz 2006 no Banco Grameen, propondo uma nova teoria econômica sobre o “negócio social” altruísta e a criação de uma “Bolsa de Valores Social”.

Yunus e o Banco Grameen ganharam o prêmio por causa do trabalho de retirar milhões de pessoas da pobreza ao conceder empréstimos pequenos de menos de US$ 100 (cerca de R$ 215,00) para pessoas pobres de Bangladesh. O projeto é o pioneiro de um movimento mundial agora conhecido como microcrédito.

Na cerimônia desse domingo, o presidente do Comitê Nobel, Ole Danbolt Mjoes, entregou medalhas de ouro e diplomas ao economista e a Taslima Begum, que representou o Banco Grameen, na prefeitura de Oslo.

Norte e Nordeste concentram entidades de economia solidária

Fonte: A Tarde On Line

Em todo o Brasil, 2.274 municípios apresentavam pelo menos uma organização de economia solidária em 2004. O número representa 41% do total de municípios brasileiros e dado faz parte de um levantamento feito pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Os dados foram apresentado nesta quinta-feira, 7, durante a V Expo Brasil Desenvolvimento Local, que acontece até esta sexta, no Centro de Convenções da Bahia.

De acordo com o levantamento, as regiões Norte e Nordeste têm as maiores concentrações dessa entidades, com 56% dos municípios com pelo menos uma instituição do tipo. Ainda segundo o estudo, o objetivo de 40% dessas organizações é a formação de mão de obra, seguida pelas iniciativas de “articulação e mobilização”, objetivo de 34% delas.

O levantamento apresentado no evento ainda é parcial. A divulgação final de todos os dados do estudo ainda não tem prazo definido pelo ministério.

Notas rápidas do Fórum Capixaba

Marilia Poletti [ES-00526-JP]/Assessoria de Imprensa

Traga seus produtos e participe dos jogos de trocas

Para participar dos jogos de trocas que acontece na Feira de Economia Solidária basta levar sua produção – como artesanatos, doces caseiros, livros, CDs, entre outros –, para negociá-los por outros na Feira. Os jogos de trocas acontecem no sábado e no domingo, às 17 horas, com orientação de Robson Patrocínio de Souza, educador popular do Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS), do Rio de Janeiro. Trocas solidárias são práticas de intercâmbio de produtos, serviços e saberes, sem o uso de dinheiro oficial.

Olhar do sul sobre Caracas

Agência Adital, por Marcelo Barros *

Em Caracas, a tarde deste domingo 03 de dezembro se iniciou luminosa e a partir das quatro se transformou quase repentinamente em instável e chuvosa. De qualquer forma, as chuvas não prejudicariam mais as votações presidenciais que se encerravam justamente às 16 horas deste 03 de dezembro.

Entrevista com Walmir José de Almeida, integrante da delegação do FBES no Canadá

Fonte: Secretaria Executiva FBES

1. Qual a importância da participação do FBES na Cúpula e Feira realizada em Quebec?

Walmir: Antes de mais nada bom seria se, de vez em sempre o FBES pudesse ter intercâmbios com outras experiências de economia solidária com outros povos, outras culturas. No passado tive a oportunidade de conhecer experiências em dois outros países, Italía e Espanha, que foram enriquecedoras. Porém nestas experiências se viu muito mais o cooperativismo como uma alternativa de emprego do que propriamente de uma outra possibilidade de um novo modelo de economia (economia solidária), mas assim mesmo foi muito bom.

Amazônia: haverá primavera?

Fonte: http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=25729, por Rogério Almeida*

A Amazônia é um floresta urbana. 70% da população ocupa as grandes e médias cidades. Berta Becker, geógrafa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), chacoalhou o debate na academia quando fez a afirmação em tempos idos. A pesquisadora recordou o fato quando esteve em Belém, durante um seminário internacional, “Cidade na floresta”, organizado pelo Núcleo de Altos Estudos da Amazônia (NAEA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), entre 29 de novembro a 01 de dezembro. Além de debater a questão, a geógrafa foi homenageada. O seminário foi possível por conta da associação com uma pororoca de organizações.

Povos tradicionais querem políticas diferenciadas e direito à terra

Fonte: http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3&noticia=252, por Erika Blaudt

Representantes das populações tradicionais do Brasil incluíram como prioridade na proposta de decreto, que institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, a regularização fundiária e a elaboração de políticas públicas diferenciadas. Essas comunidades abrangem cerca de 4,5 milhões de pessoas e ocupam 25% do território nacional. A conquista é resultado de encontros realizados desde 2004, quando foi criada a Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, com o objetivo de estabelecer diretrizes, coordenar e acompanhar a implementação dessa política. A expectativa é de que as mudanças sugeridas durante a discussão da proposta, nos dias 16 e 17 de novembro no Ibama, em Brasília, sejam implantadas ainda este ano.

Movimento negro encampa bandeira por reparações

Fonte: http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3&noticia=248, por Zulmara Carvalho

Nos últimos anos, o mês de novembro registra eventos que difundem a luta do movimento negro pelos direitos humanos e combate ao racismo em todo país. Além das discussões sobre a estruturação das desigualdades raciais e políticas afirmativas no Brasil, o debate sobre as reparações históricas e humanitárias vem ganhando força e deve ser a bandeira do movimento em 2007.

Justiça decreta prisão de empresário pela morte de milhares de peixes no Rio dos Sinos

Fonte: http://www.noticiasdoplanalto.net/index.php?option=com_content&task=view&id=1805&Itemid=43

A análise das amostras de solo e água do Rio dos Sinos, em Porto Alegre (RS), foram suficientes para que a Justiça do Estado decretasse a prisão do empresário do setor coureiro-calçadista, Luiz Ruppentha. Ele é presidente da União dos Trabalhadores em Resíduos Especiais e Saneamento Ambiental (Utresa, que de acordo com o Ministério Público, é responsável por jogar produtos tóxicos diretamente nos arroios que deságuam no rio.

Tentando Narrar os Fatos que Vivemos!

Por Lenivaldo Marques da Silva Lima – Membro da delegação do FBES para participar da Cúpula da Economia Social do Quebec no Canadá

Viajamos dia 14 de novembro e voltamos dia 23 do mesmo mês.

Nossa percepção é que temos conceitos similares entre economia social e economia solidária. As diferenças estão na acentuação que damos a prática dos empreendimentos e das organizações. Contudo, temos a mesma concepção: propriedade coletiva, gestão participativa, solidariedade e inclusão social.

A chegada em Montreal

Chegamos no Aeroporto de Montreal fomos recebido por Daniel Tygel (FBES) e Charles do Canteiro e fomos direto para o Albergue–Hotel que fica na Rua Santa Catarina. À noite fomos recebidos pelas autoridades municipais de Montreal em coquetel de acolhimento e boas vindas. Claro reconhecimento da delegação estrangeira e do Canteiro da Economia Social – o Canteiro é uma espécie de ONG que dá suporte a Economia Social.

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