Rio Grande do Norte debate a reestruturação do FBES
Fonte: Emerson (emerson@aaccrn.org.br)
Nos dias 09 e 10 de fevereiro aconteceu em Natal um encontro da coordenação estadual do Fórum Potiguar de Ecosol para debater a reestruturação do FPES e do Fórum Brasileiro. Durante este encontro foi debatida entre outros assuntos a elaboração de nosso regimento interno, sobre como será coordenado o FPES, sobre a implementação do Conselho Potiguar de Ecosol (já houve assembléias convocadas pelo governo e foi indicado pelo FPES uma composição), bem como a escolha de nossas representações no FBES e na Reunião de Reestruturação em Fortaleza.
Convênio vai criar sistema de comércio justo
Fonte: http://www.fase.org.br/_fase/pagina.php?id=1347, por Fausto Oliveira
Um convênio entre a Secretaria Nacional de Economia Solidária e o Instituto Faces do Brasil vai promover a criação de um sistema nacional de comércio justo. O comércio justo, diferente do comércio convencional, estabelece critérios e regras para a circulação de produtos e serviços pelo mercado: deve-se respeitar leis ambientais, estabelecer preços justos, relações eqüitativas de gênero, não usar trabalho infantil e escravo e com processos produtivos em que os trabalhadores participam das decisões. A FASE vai exercer um papel de coordenação na implementação de um sistema público nacional para fortalecer essa alternativa econômica.
As vitórias do VII FSM
Fonte: www.ciranda.net, por Carlos Henrique Árabe, Gleber Naime, Martvs Chagas e Sonia Leite
É muito significativo que diversas organizações de resistência de diversos países da África tenham se encontrado, pela primeira vez, no Fórum
O VII FSM foi encerrado na tarde do dia 25 de janeiro com um ato político e cultural no parque Uhuru, centro de Nairobi. Assim como na abertura, a presença dos quenianos e das delegações africanas deram o tom colorido e a “batida” dos sons que marcaram todo o encontro. Além dos organizadores internacionais e do Quênia, falaram representantes da Palestina, Zâmbia e Brasil (Fernanda Lopes e a nossa companheira Sonia Leite).
Carta Convite n. 002/2007
Cáritas Brasileira SDS - Bloco P - Ed. Venâncio III, Sala 410 - CEP: 70393-900 - Brasília / DF - (61)3214-5400 - caritas@caritasbrasileira.org Projeto de Fortalecimento do Fórum Brasileiro de Economia Solidária - Brasília / DF Convênio Cáritas Brasileira e Fundação...
Senaes assina convênio para promoção do comércio justo e solidário
Fonte: www.mte.gov.br
Criação de sistema nacional é prioridade do Ministério do Trabalho e Emprego como mais uma alternativa de inclusão social pela economia solidária
Convênio assinado entre a Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e o Fórum de Articulação para o Comércio Ético e Solidário do Brasil (Faces) – uma articulação de entidades da sociedade civil – possibilitará a promoção do desenvolvimento sustentável com foco no comércio justo e solidário.
Pelo projeto, serão investidos R$ 400 mil em políticas direcionadas para a promoção do comércio justo e solidário. “Vamos realizar seminários regionais, oficinas e políticas locais que incentivem o comércio justo e solidário no Brasil”, explica o coordenador dessa área na Senaes, Antônio Haroldo Mendonça.
Feira de economia solidária, em Limoeiro do Norte (CE)
Fonte: Revista do Terceiro Setor
Nos dias 9 e 10 de fevereiro, a partir das 19h, será realizada a 1ª Feira de Socioeconomia Solidária de Limoeiro do Norte, no Ceará. Promovido pela Associação Projeto Paz e União, entidade conveniada ao Fundo Cristão para Crianças, o evento conta com apresentações culturais de artistas locais, exposição de produtos típicos da região, praça de alimentação e serviços diversos para a população, como corte de cabelo, limpeza de pele, manicure e outros. A feira será realizada na sede da Associação Projeto Paz e União e a entrada é gratuita.
Ministro do Equador inaugura oficina de economia solidária
Fonte: FENOCIN, publicado pela Agência Adital
O economista Ricardo Patiño, Ministro da Economia e Finaças, inaugurou a Oficina da Economia Solidária, em que participam os pequenos produtores das organizações de base da Confederação Nacional de Organizações Campesinas, Indígenas e negras, FENOCIN. O objetivo é implementar uma política agrária que atenda aos pequenos produtores e consumidores das cidades, dentro da linha da soberania alimentar e para responder à iniciativa do governo de Rafael Correa de impulsionar o estabelecimento de uma “Economia Solidária” no país.A idéia é conseguir a estruturação de uma “bolsa de projetos e ações”, para obter créditos, impulsionar a comercialização e a capacitação nos campos agrícola, artesanal, manufatureiro, de turismo comunitário e prestação de serviços educativos e de saúde.
Além disso, será analisada a capacidade de produção e a variedade de produtos agropecuários que forem cultivados nas diferentes comunidades, com a finalidade de comercializar semanalmente, através das feiras livres, uma cesta de alimentos para a família, com o apoio do governo.
O projeto fortalecerá a visão e as lutas da FENOCIN e das organizações da Mesa Agrária, sobre as políticas agrárias, soberania alimentar e programas sociais que beneficiem aos setores rural e urbano marginais.
FSM: Redes e organizações da economia solidária elaboram plano de ação
Fonte: Rose Gomes (rgomes@fase.org.br)
Las redes y organizaciones de Economía Solidaria presentes en el Foro Social Mundial de Nairobi 2007 nos hemos articulado durante el foro para intercambiar experiencias y propuestas. Hemos buscado la confluencia y hemos dado visibilidad a la riqueza de la economía basada en valores de equidad, cooperación y solidaridad, y para dar visibilidad a las alternativas económicas, sociales y culturales que representan las iniciativas de economía solidaria, comercio justo, financiación ética, iniciativas de sostenibilidad ecológica, servicios solidarios, iniciativas de trueque, de diversidad cultural y de educación popular, economía feminista y todas las expresiones de economía local y economía solidaria.
Terceira Feira de Trocas Solidárias SP
Fonte: Felipe Bannitz de Paula Machado (felipe_bannitz@yahoo.com.br)
Dia 10 de fevereiro aconteceu a Terceira Feira de Trocas Solidárias do Centro de São Paulo. Um evento de Economia Solidária que propõe a prática da troca, produção e consumo dentro dos princípios da cooperação e sustentabilidade. Uma feira onde se “compra e vende” produtos, serviços e saberes utilizando uma moeda social, criada e gerida por um Banco Comunitário.
As primeiras Feiras foram realizadas nos dias 28 de outubro e 25 de novembro, contando com mais de 200 pessoas, onde diversos produtos foram comercializados, mostrando que é possível construir outros modelos de organização econômica organizados democraticamente. Além disso, muita música ao vivo, capoeira e atividades culturais tornaram a Feira uma festa.
Governo do DF derruba barracos de catadores
Fonte: Cáritas Notícias
Ação agrava situação de exclusão social dessas famílias
Centenas de crianças chorando, algumas pedindo de volta brinquedos que ficaram nos barracos demolidos por tratores. Moradoras, com voz embargada e com filhos no colo – sem oferecer resistência –, mostram fichas de cadastro do governo do DF com promessas de habitação popular. “Eu guardo esses papéis há muitos anos, era a minha única esperança de vida digna, mas nem sei se vale mais alguma coisa”, lamentou Maria Cecília, 45, sem obter atenção por parte da PM. Essas foram algumas das cenas durante a derrubada de mais de 300 barracos na Via Estrutural, promovida na manhã de 31/01 pelo Governo do Distrito Federal (GDF) – administrado pelo governador José Arruda (PFL), eleito em outubro de 2006.
Cerca de 280 moradores fazem parte cooperativa de materiais recicláveis Coopativa – Cooperativa Ativa. A entidade funciona desde 2002 em um terreno de 400 metros quadrados, cedido pelo Governo Federal, ao lado da área pública onde foram construídos os barracos. “Não faz sentido. Agora que começamos a trabalhar com reciclagem eles vêem e destroem nossas casas. Moramos aqui porque é perto do nosso serviço. Vão levar a gente pra longe – e quem vai pagar nossa condução todo o dia? Ficaremos, de novo, sem renda. O governo, além de não respeitar os nossos direitos, atrapalha, não deixa a gente trabalhar. Fomos enganados e esquecidos – só a polícia é quem lembra da gente. Nem tenho como dizer a tristeza que estou sentindo”, reclama Maria.
Acesse o Manifesto Governo Arruda começa derrubando barracos – Manifesto contra a Política arbitrária de desocupações em http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=437 Para aderir ao Manifesto envie e-mail para teixeira@caritasbrasileira.org com o nome da sua instituição.
FEESMA se reuniu com Secretaria Estadual de Trabalho e Economia Solidária
Dia 30 de janeiro de 2007, o Fórum Estadual de Economia Solidária realizou uma oficina com a Secretaria de Trabalho e Economia Solidária, criada no atual governo estadual, para discutir propostas para construção de uma política estadual de fomento e economia solidária no estado. Conforme o documento entregue a Secretária, apresentamos as seguinte proposta:
Proposições à Secretaria Estadual de Trabalho e Economia Solidária
Diante da realidade da economia solidária no Maranhão o FEESMA propõe:
1. Que a SETRES coordene a elaboração da Política Estadual de Fomento à Economia Solidária de forma participativa, em parceria com o FEESMA, como prioridade do 1º ano do governo;
Conselho de Gestão do Patrimônio Genético – CGEN promove consulta pública
Fonte: Coordenação Geral de Educação do Campo (CoordenacaoEduCampo@mec.gov.br)
O Conselho de Gestão do Patrimônio Genético – CGEN está promovendo consulta pública para discutir formas de repartição de benefícios com as comunidades indígenas e locais em situações nas quais pode haver mais de uma comunidade detentora ou provedora do mesmo conhecimento tradicional que estiver sendo objeto de acesso nas formas estabelecidas pela Medida Provisória nº 2.186-16, de 2001.
Jovens usam rádios comunitárias como ferramentas de mobilização social no sertão
Fonte: http://www.mobilizadores.org.br/coep/usuario/publicacaoLer.aspx?cd=3305
A Agência Mandacaru de Comunicação e Cultura é gerida por jovens entre 20 a 24 anos e se tornou um ponto de cultura do Ministério da Cultura. A Agência é resultado de um projeto desenvolvido em parceria pela ONG Movimento de Organização Comunitária (MOC) e pelo Instituto Credicard para capacitar jovens da região sisaleira da Bahia em técnicas de rádio e jornalismo para produção de notícias relacionadas à promoção do desenvolvimento territorial sustentável no semi-árido. Sediada em Retirolândia, a 240 quilômetros de Salvador, a Agência Mandacaru atua em 33 municípios das regiões do Sisal e do Vale do Jacuípe. João Netto, presidente da Agência Mandacaru, nos conta nessa entrevista como a ONG surgiu, sua proposta, o trabalho que desenvolve e os desafios a que se propõe visando contribuir para tornar o sertão sustentável.