Demorou, mas chegou… sites para assistir e divulgar vídeos sobre economia solidária
Fonte: Diogo Ferreira (BanSOL – Associação de Fomento À Economia Solidária/ www.bansol.ufba.br)
Agora, para quem quiser assistir ou divulgar vídeos sobre economia solidária e software livre (em português!), existe mais um espaço na Internet!!
http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/EconomiaSolidaria/Videos
Os vídeos disponibilizados neste Sítio Wiki estão no formato Ogg/Theora, que é um padrão livre para arquivos de vídeo. Por ser livre, o conhecimento e arquivos presentes nesses padrões são de acesso livre à tod@s. Dessa forma, não é necessário pagamento de patentes (royalties) para distribuição de conteúdo digital usando esse formato.
Feira Nacional de Economia Solidária dentro do TEIA
Fonte: Secretaria Executiva do FBES (forum@fbes.org.br)
Entre os dias 5 e 9 de abril deste ano será realizada a TEIA – Mostra de Cultura do Brasil e Economia Solidária. Trata-se de um grande evento, na bienal de São Paulo (no Ibirapuera), com debates, plenárias, mostras culturais e comercialização. É ali que se dará a I Feira Nacional de Economia Solidária, totalmente integrada no evento com os companheiros e companheiras do campo da cultura.
O FBES está contribuindo com esta construção, apoiando o comitê gestor com a participação de Shirlei Almeida (IMS), Luigi Verardo (ANTEAG) e Walmir Almeida (Empreendimentos da Coord. Nacional), todos participantes da Coordenação Executiva e Nacional do FBES.
O espaço da Bienal é simplesmente gigantesco, e a concepção dos organizadores é que sejam criados espaços-estado, em que cada estado estará demarcado, e estarão integrados os empreendimentos de economia solidária e os de cultura daquele estado. Além de comercializarem os produtos, deve ser apresentada, de forma bonita e cênica, toda a riqueza cultural e de experiências de Economia Solidária de cada estado do país. Dois grandes palcos serão local para grandes shows e apresentações. Além disso, uma plenária com 400 lugares poderá ser usada para que haja debates e mobilização entre empreendimentos de Economia Solidária e os de Cultura, tanto internos a cada movimento como na interface entre estes dois campos. Em outro espaço, o SESC Vila Mariana, haverá muitos seminários e mesas de vários temas, incluindo a Economia Solidária.
Já está garantido o custeio para a vinda de uma delegação de pelo menos 540 pessoas do FBES (405 representantes de empreendimentos, e 135 representantes de entidades de assessoria e gestores públicos), que serão indicadas pelos Fóruns Estaduais, segundo critérios elaborados pelo FBES e SENAES, a ser disponibilizados brevemente, junto com outros detalhes sobre o evento, numa Convocação Nacional, na página www.fbes.org.br .
Lei do cooperativismo: alerta geral!
Fonte: Secretaria Executiva do FBES (forum@fbes.org.br)
Na primeira quinzena de fevereiro descrevemos em detalhe como andava a negociação em torno do projeto de lei 171/99 de regulamentação do cooperativismo. Ali pode-se entender a importância e dimensão deste debate e desta lei para o cooperativismo no país. Ele se encontra na página: www.fbes.org.br/?option=com_content&task=view&id=710&Itemid=62
Desde então, com o “passo atrás” dado pela OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) na negociação, no dia 9 deste mês (veja o artigo acima), faz-se necessária e urgente a nossa mobilização para defender que o poder legislativo não desperdice a oportunidade histórica de modificar a engessada legislação do cooperativismo no país, no sentido de uma lei que respeite o direito à livre associação e representação para as cooperativas, e que tenha o caráter de fomentar o cooperativismo, não apenas monitorá-lo.
Pedimos então que cada município e estado mobilize-se, buscando propor notícias aos meios de comunicação local, conscientizando o poder legislativo local, e chamando a atenção à sociedade civil. São nossas bandeiras:
Conferência Nacional de Economia Solidária: situação atual
Fonte: Secretaria Executiva do FBES (forum@fbes.org.br)
Nos dias 15 e 16 de fevereiro deste ano foi realizado pela SENAES um seminário nacional, em que estiveram presentes os futuros participantes do Conselho Nacional de Economia Solidária, a ser implantado ainda no início de março. O objetivo primordial deste seminário foi o de sensibilizar o conselho à importância da realização da I Conferência Nacional de Economia Solidária em julho deste ano.
O resultado do seminário foi muito positivo, pois ficou clara a determinação e envolvimento de todos/as os/as presentes em participar desta construção. No primeiro dia, a Economia Solidária foi apresentada em suas múltiplas dimensões (tanto de maneira teórica como na forma de troca de experiências concretas da sociedade civil e do poder público), destacando-se uma primeira apresentação de resultados parciais do mapeamento de empreendimentos solidários realizado em parceria entre a SENAES, o FBES e diversas universidades.
Já no segundo dia, o debate centrou-se na Conferência, resultando na criação de uma Comissão Organizadora e numa série de propostas para os temas a serem discutidos e para a metodologia a ser adotada em seu processo, nas instâncias micro-regionais, estaduais e nacional.
Apresentamos abaixo alguns dos resultados deste seminário:
Apoio urgente a empresa falida no Paraná
José Selvino de Abreu – Presidente da Cooperativa e Coordenador do Projeto (45-9103-9043 ou globo@computec.com.br)
Santa Helena (PR), 20 de fevereiro de 2006
Prezados Companheiros, somos um grupo de pessoas organizadas em Cooperativa e pertencemos ao Projeto de Economia Solidária do Brasil e viemos ate aos Companheiros para pedir AJUDA, pois necessitamos com urgência recursos para manter nossa meta.
Estamos acampados desde 10/11/2005 com cerca de 220 pessoas, no pátio de uma empresa falida, do ramo de industrialização da mandioca, uma fecularia, localizada na zona Rural, Rodovia Coluna Prestes, Linha Santa Cruz, Município de Santa Helena, Estado do Paraná, onde estamos tentando fazer com que esta empresa esteja na mão dos trabalhadores.
Através deste nosso projeto, beneficiaremos cerca de 4.000 famílias de produtores rurais da Agricultora Familiar e aproximadamente 100 trabalhadores da indústria.
Mas todo esse nosso esforço só será possível se tivermos condições de permanecer como guardiões neste local.
Comércio “socialmente responsável” ainda busca equilíbrio entre oferta e demanda
Fonte: Agência Repórter Social para a revista Foco Economia e Negócios ed.33, por Cristina Charão Consumidor consciente, engajado, responsável. Até mesmo, "metroespiritual". Enquanto os marqueteiros procuram o adjetivo exato para falar às pessoas que levam em...
Catadores do DF querem justiça e melhores condições de trabalho
Fonte: Delires Brun
Catadora de material reciclado é assassinada por atravessador na Estrutural
A trabalhadora Ceilma Souza Santos, 39, mãe de 12 filhos, foi assassinada com um tiro na manhã de ontem (14), no lixão da Vila Estrutural. Segundo testemunhas, o autor do disparo foi Marcelo Ferreira Vasconcelos, 23, funcionário de um grupo de compradores de material reciclável. A catadora havia calculado o peso do material em 400kg, mas o atravessador queria pagar por apenas 270kg, o que em dinheiro daria uma diferença de R$ 22,00. As testemunhas afirmaram que Marcelo havia concordado que Ceilma recolhesse o material para vender a outros atravessadores, quando atirou na trabalhadora.
Mobilização contra veto de Rigotto à Economia Solidária
Deputado Bohn Gass (PT-RS) contesta, uma a uma, justificativas do governo para o veto Uma das primeiras votações de 2006 na Assembléia Legislativa será a análise do veto do governador Rigotto ao projeto do presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e...
Projetos de Fundos Solidários recebem apoio do Banco do Nordeste
Dezessete projetos que operam com fundos solidários produtivos no Semi-Árido receberam R$ 1,6 milhão do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes). Esses projetos foram aprovados entre junho e novembro do ano passado....
Crédito a juro zero para famílias organizadas em associações
Fonte: Deuzani Noleto (deuzani@yahoo.com.br) O Ministério das Cidades recebe, até o final de 2006, propostas de famílias residentes em áreas urbanas ou rurais, organizadas em grupos associativos (tais como cooperativas, associações e entidades da sociedade civil), que...
Brasil já tem 15 mil Empreendimentos Econômicos Solidários, mostra levantamento
Fonte: Agência Brasil Levantamento feito pelo Ministério do Trabalho indica a existência de 15 mil empreendimentos que se enquadram num ramo relativamente novo no Brasil: a economia solidária. O número é resultado do mapeamento feito pela Secretaria de Economia...
Rede Iberoamericana de Integração de Cooperativas e Organizações de Produção Social
No VI Fórum Social Mundial a Rede Iberoamericana de Integração de Cooperativas e Organizações de Produção Social formalizou sua existência e apresentou os resultados do I Encontro Ibero-americano de Cooperativas. Nesta ocasião, @s presentes à oficina tiveram...
Um relato do VI Fórum Social Mundial – Caracas / Venezuela
Por: Idalina Maria Boni (fionobre@terra.com.br)
Chegamos nesta terra dia 23/01/2006 e lá permanecemos até dia 29/01/2006, foram dias de aventura, trabalho, vendas, articulações, visitas, participação política, presença nas mesas de debate, diversão e muita conversa. Éramos pelo Fórum Brasileiro de Economia Solidária, 35 delegados entre representantes dos estados, empreendimentos, entidades. Como também os companheiros do governo, das redes e das cadeias.
Relembrando a avaliação atropelada, mas realizada com empenho pelos sobreviventes no aeroporto até as 5:30h da madrugada, fechemos este FSM com chave de ouro. Entre nossas conversas e avaliações naquele confortável lugar, avaliamos entre muitos que a participação de maneira geral foi boa e marcou nossa ida a esta terra, que muito nos ensina e anima. Salientamos que, os empreendimentos foram e são os protagonistas de sua história.
Gerenciamos nossa estada, com a excelente ajuda de Miguel, realizamos nossas articulações com a dedicação de Ary, organizamos e assumimos uma feira, onde todos venderam, mas principalmente aprendemos com nossos limites temos muito que caminhar. Assumimos mesas, organizamos oficinas, chamamos pessoas para participar, panfletiamos os materiais levados, marcamos presença em mesas e seminários do governo brasileiro e entidades, visitamos grupos, realizamos contatos, articulações, contato com governo venezuelano e tínhamos energia para as nossas reuniões quase todas as noites no quarto do Miguel, ou no café da manhã na padaria.