Centro público de economia solidária incentiva turismo

Fonte: Jornal da Mídia

Os centros públicos de economia solidária incentivam a população de baixa renda a se unir, por meio de associações e cooperativas, para abrir seu próprio negócio, gerando trabalho e renda. Atualmente, 22 municípios brasileiros mantêm em funcionamento ou estão implantando esses centros.

Crianças já sofrem efeito de alimentos transgênicos no Peru

Fonte: http://www.larepublica.com.pe/index.php?option=com_content&task=view&id=116503&Itemid=38&fecha_edicion=2006-07-14

Por: Derry Díaz.

No dia em que Diana Canessa Garay pensou que perderia seu único bebê, uma mão “amiga” apareceu no Hospital da Criança, em Lima, capital do Peru. Estava vestida de branco e tinha uma voz de mulher. Era uma enfermeira que dizia ter o “remédio” para acabar com a diarréia aguda da qual padecia seu pequeno Fabrizio, de apenas oito meses.

A essa desesperada mãe de 24 anos bastou escutar que o “soro de arroz” cortaria a diarréia, para autorizar a administração do “medicamento”. Não lhe explicaram que o sal de reidratação era de origem transgênica e que sua venda está proibida porque ainda se encontra em fase experimental.

Muro entre México e EUA é palco de violência para barrar imigração, afirma Altamiro Borges

Fonte: Agência Notícias do Planalto, por Marina Mendes

O chamado “Muro da Vergonha”, localizado na fronteira dos Estados Unidos e México, acumula mortes e cenas de violência e humilhação, segundo o jornalista e escritor Altamiro Borges. Aprovado pelo Senado estadunidense em maio deste ano, a construção do muro-triplo com aproximadamente 600 quilômetros faz parte do pacote de medidas contra a imigração ilegal, assinado pelos presidentes George W. Bush e o mexicano Vicent Fox.

Povos do campo querem prioridade no assentamento de um milhão de famílias

Fonte: Agência Notícias do Planalto, Gisele Barbieri

Ao final do “Encontro Nacional dos Povos do Campo: Por Dignidade e Justiça”, no dia 25 de julho, em Brasília (DF), as representações das 45 entidades que compõem o Fórum Nacional de Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA) elaboraram um documento com as metas de reivindicações para a reforma agrária, nos próximos quatro anos. A prioridade entre elas será o assentamento de um milhão de famílias, começando pelas 230 mil que estão acampadas em beiras de estrada.

Em dia de protesto e solidariedade, trabalhadores rurais comemoram sua data

Fonte: http://www.noticiasdoplanalto.net/

Movimentos sociais aproveitaram o Dia do Trabalhador Rural, comemorado no dia 25 de julho, para protestar em Brasília e outras capitais do país contra o modelo agrícola de benefício ao agronegócio adotado pelo Brasil. Para Antonio Canuto, secretário-geral da Comissão Pastoral da Terra (CPT), datas como essa são importantes para que a sociedade se conscientize de que é preciso garantir a esses trabalhadores seus direitos fundamentais.

“O Dia do Trabalhador Rural tem significado importante: precisamos colocar em pauta na consciência popular a presença desses trabalhadores no cenário brasileiro, já que eles são sempre colocados em segundo plano. Sobretudo a grande imprensa, que dá destaque aos trabalhadores apenas quando há problemas, sempre no sentido de criminalizar. É um momento de se incentivar as lutas e de procurarmos novas conquistas também.

Dia 25 de julho: mulher luta contra o machismo e o racismo

Fonte: Agência Notícias do Planalto, por Clara Meireles

As mulheres negras brasileiras aproveitaram o dia 25 de julho para falar de uma vitória do movimento negro: fazer o país admitir que é racista. A avaliação é de Sônia Leite, integrante do Fórum Estadual de Mulheres Negras de São Paulo. Segundo ela, sempre houve o mito de que o Brasil não cultiva preconceitos, e por esta razão, sempre foi tão difícil combater o racismo. Segundo Sônia, “conhecer o inimigo é fundamental para derrotá-lo”.

“Nós sabemos que a população negra passou por um processo, desde o período pós-abolição, de não-inclusão dentro do mercado produtivo.

(…) Tanto o acesso com relação aos bens materiais, quanto dos direitos de cada cidadão brasileiro como educação, saúde, saneamento e habitação. Esses serviços já são precários para quem é pobre, mas para quem é negro é pior ainda”.

Fronteiras legais da economia solidária e do cooperativismo

Fonte: Leonardo do Egito Coelho.

A busca pela definição de conceitos e a delimitação de um marco legal para a economia solidária continuam no centro do debate entre os que acreditam na consolidação de uma nova política capaz de gerar trabalho, distribuir renda e possibilitar um consumo ético.

Acesse o texto http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=275

A segunda fundação da Bolívia

Fonte: http://agenciacartamaior.uol.com.br/

Os indígenas não eram filhos da Bolívia: eram apenas sua mão-de-obra. Até pouco mais de meio século atrás, os índios não podiam votar nem caminhar pelas calçadas das cidades. Com toda razão, Evo disse em seu primeiro discurso presidencial, que os índios não foram convidados, em 1825, à fundação da Bolívia.

Por: Eduardo Galeano

Carta a Frank

Fonte: http://agenciacartamaior.uol.com.br/

A invasão e destruição do Líbano em 1982 ocorreram no momento em que Arafat dava sinais de querer iniciar negociações, tal como a de agora ocorre pouco depois de o Hamas e a Fatah terem acordado em propor negociações. Tal como naquela época, foram forjados os pretextos para a guerra.

Por: Boaventura de Sousa Santos

Escrevo-te esta carta com o coração apertado. Deixo a análise fria para a razão cínica que domina o comentário político ocidental. És um dos intelectuais judeus israelitas – como te costumas classificar para não esquecer que um quinto dos cidadãos de Israel são árabes – mais progressistas que conheço. Aceitei com gosto o convite que me fizeste para participar no Congresso que estás a organizar na Universidade de Telavive. Sensibilizou-me sobretudo o entusiasmo com que acolheste a minha sugestão de realizarmos algumas sessões do Congresso em Ramalah.

Ecos da Feira de Santa Maria

Fonte: http://www.marista.edu.br

Entrevista realizada com Ir. Lourdes Dill e depoimentos sobre a Feira

Entrevista com Ir. Lourdes Dill, Coordenadora Geral da Feira

Como é que é possível organizar uma feira internacional como essa a partir dos rigores da Economia Solidária?

“Eu diria que o fundamento desse trabalho da Economia Solidária, da própria Feira e de todos os eventos que a constrói, é a solidariedade, a organização e a autogestão. E é só por isso, só com isso que a gente consegue fazer uma Feira desse porte, com uma cobertura de 14 mil m2 . Nós estamos com 45 comissões de trabalho que ajudaram a organizar o evento, o que representa um marco no Brasil e também no Mercosul. Nós temos a certeza de que a Feira de Santa Maria é um grande braço do Fórum Social Mundial, na sua metodologia de organização, de autogestão e também de participação dos empreendimentos.”

Por uma integração solidária da América Latina: a presença das Redes Latino-Americanas de ES

Fonte: http://www.marista.edu.br

Durante a Feira de Santa Maria o GTRI e representantes de Redes de Economia Solidária da América Latina promoveram o seminário “Seminário Internacional: Por uma América Latina Solidária – Outra Integração é Possível” e, a partir deste, elaboraram a Carta de Santa Maria. Para Rosemary Gomes, da FASE, “essa reunião em Santa Maria é um momento muito importante, porque aqui estão protagonistas de redes que são da região da América Latina e que não se conheciam ou não tinham muita interlocução. Na minha tarefa de organizar o conjunto, a gente tem o Mercosul Solidário, a gente tem os grupos andinos, que estão aqui, como o Peru, a gente tem a mesa coordenadora de comércio justo e Economia Solidária. E a gente está tentando fazer com que o objetivo central dessa reunião, de todos aqui presentes, seja um auto-reconhecimento de várias iniciativas e uma tentativa de organizar uma agenda comum, estratégica, não só de eventos, mas política.”

Acesse a Carta de Santa Maria http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=282

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