O segmento de Economia Solidária de Marataízes se une para seu fortalecimento

Fonte: marataízes.com.br

Com o objetivo de fortalecimento e crescimento conjunto, os segmentos da economia solidária do município de Marataízes, reuniram-se dia 15 de julho, no auditório da SEAG para discutirem os assuntos de interesse comum, tão importante para a economia local, na geração de emprego e renda e que muito tem crescido a nível local, estadual e nacional.

Tecendo Rede

Fonte: Blog do Forum Estadual de Ecosol da Paraíba

No dia 22 de julho foi realizada mais uma reunião ampliada da Rede de Educadores em Economia Solidária que está em construção na Paraíba.

Economia Solidária

Fonte: Missão Radical – Pontifícia Obra da Juventude Missionária do Ceará

Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem.

A economia solidária vem se apresentando, nos últimos anos, como inovadora alternativa de geração de trabalho e renda e uma resposta a favor da inclusão social. Compreende uma diversidade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresas autogestionárias, redes de cooperação, entre outras, que realizam atividades de produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário.

Nesse sentido, compreende-se por economia solidária o conjunto de atividades econômicas de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito, organizadas sob a forma de autogestão. Considerando essa concepção, a Economia Solidária possui as seguintes características:

Cooperação: existência de interesses e objetivos comuns, a união dos esforços e capacidades, a propriedade coletiva de bens, a partilha dos resultados e a responsabilidade solidária. Envolve diversos tipos de organização coletiva: empresas autogestionárias ou recuperadas (assumida por trabalhadores); associações comunitárias de produção; redes de produção, comercialização e consumo; grupos informais produtivos de segmentos específicos (mulheres, jovens etc.); clubes de trocas etc. Na maioria dos casos, essas organizações coletivas agregam um conjunto grande de atividades individuais e familiares.

Autogestão: os/as participantes das organizações exercitam as práticas participativas de autogestão dos processos de trabalho, das definições estratégicas e cotidianas dos empreendimentos, da direção e coordenação das ações nos seus diversos graus e interesses, etc. Os apoios externos, de assistência técnica e gerencial, de capacitação e assessoria, não devem substituir nem impedir o protagonismo dos verdadeiros sujeitos da ação.

Dimensão Econômica: é uma das bases de motivação da agregação de esforços e recursos pessoais e de outras organizações para produção, beneficiamento, crédito, comercialização e consumo. Envolve o conjunto de elementos de viabilidade econômica, permeados por critérios de eficácia e efetividade, ao lado dos aspectos culturais, ambientais e sociais.

Solidariedade: O caráter de solidariedade nos empreendimentos é expresso em diferentes dimensões: na justa distribuição dos resultados alcançados; nas oportunidades que levam ao desenvolvimento de capacidades e da melhoria das condições de vida dos participantes; no compromisso com um meio ambiente saudável; nas relações que se estabelecem com a comunidade local; na participação ativa nos processos de desenvolvimento sustentável de base territorial, regional e nacional; nas relações com os outros movimentos sociais e populares de caráter emancipatório; na preocupação com o bem estar dos trabalhadores e consumidores; e no respeito aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Considerando essas características, a economia solidária aponta para uma nova lógica de desenvolvimento sustentável com geração de trabalho e distribuição de renda, mediante um crescimento econômico com proteção dos ecossistemas. Seus resultados econômicos, políticos e culturais são compartilhados pelos participantes, sem distinção de gênero, idade e raça. Implica na reversão da lógica capitalista ao se opor à exploração do trabalho e dos recursos naturais, considerando o ser humano na sua integralidade como sujeito e finalidade da atividade econômica.

Lançamento da Campanha na Paraíba

Fonte:Instituto cidades

Movimentos Sociais da Paraíba fizeram coletiva de imprensa e manifestação em João Pessoa

Com o lema: TERRA, ÁGUA, SAÚDE, TRABALHO E ENERGIA: NOSSOS DIREITOS NÃO SÃO MERCADOPIA!!! diversos movimentos sociais do campo e da cidade, entidades estudantis, sindicais e Ong´s, realizaram em João Pessoa, na Paraíba, o lançamento da Campanha Nacional pelo Limite da Propriedade da Terra.

Comissão Dinamizadora da Economia Solidária em Cabo Verde reuniu-se pela primeira vez

Fonte: Platong: Plataforma Organizadora das Ongs

Realizou-se no dia 20 de Julho a I Reunião da Comissão Dinamizadora da Economia Solidária em Cabo Verde

Esta comissão foi criada durante uma Formação sobre Economia Solidária, organizada pela Cáritas – Cabo Verde, e que se realizou de 22 a 26 de Junho deste ano, nos Centros de Formação da Cáritas em Chã Gonçalves e nos Picos. O formador foi a Cáritas – Ceará (Brasil). O grupo de trabalho da formação, Marco Legal, criou a comissão constituída por algumas das instituições presentes: Cáritas, CEESA-CV, PlatONG e Red’Animar.

Fóruns de Ecosol se preparam para Encontros regionais

No intuito de dar continuidades ao crescimento e fortalecimento do movimento de Economia Solidária no Brasil, nos próximos meses de agosto, setembro e outubro, os Fóruns Estaduais de Economia Solidária estarão realizando os encontros regionais. Estes encontros serão preparatórios para a X Reunião da Coordenação Nacional, prevista para o período de 11 a 13 de Novembro de 2010.

Curso à distância:Políticas Públicas de Apoio à Comercialização de Produtos da Sociobiodiversidade

O Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade (PNPSB), sob a coordenação dos Ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA), Meio Ambiente (MMA), Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) torna público, por meio desta Chamada, o processo de seleção de alunos para as vagas da Capacitação Virtual: Políticas Públicas de Apoio à Comercialização de Produtos da Sociobiodiversidade, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, na modalidade à distância semipresencial.

I Seminário Territorial de Comercialização Solidária

A Rede Tapiri do Amazonas realiza o seminário em Manaus

O objetivo é contextualizar os avanços, limites e desafios da economia solidária e promover a troca de experiências, entre empreendimentos que desenvolvem relações com bases justas e solidárias, visando a articulação e integração dos empreendimentos de economia solidaria do território Manaus e em torno, na construção de uma estratégia territorial para consolidação de uma Rede de Comercialização de produtos, que leve em consideração as características da Amazônia.

Palestra sobre os efeitos das alterações do Código Florestal.

Autor da palestra pretendeu trazer novos dados sobre a importância do código florestal e sua futura adequação

O professor Gerd Sparovek trouxe as conclusões do seu estudo “Vegetação natural e dinâmica da agropecuária: efeitos de alterações do Código Florestal”, com mapas demonstrativos de possíveis cenários do futuro, de acordo com a norma implantada pelo CF. Gerd defende que é muito difícil uma regra nacional que resolva todos os problemas, “se não regionalizarmos as regras, podemos acabar prejudicando algumas regiões”.

Código Florestal está sendo destruído e não reformado, afirma economista ecológico

Por João Andrade, coordenador do Programa Governança Florestal, do Instituto Centro de Vida

Especialista faz alerta sobre prejuízos com aprovação das mudanças

A proposta que altera o Código Florestal, aprovada na Comissão Especial da Câmara dos Deputados com base no parecer do relator, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) propõe mudanças que podem acarretar vários prejuízos, como: perda da biodiversidade, aumento do desmatamento e, consequentemente, da emissão de gases causadores do efeito estufa, redução dos recursos hídricos no período de seca, anistia ao desmatamento ilegal, entre outros.

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