Mulher da vida, minha irmã
Fonte: Shirlei Silva ( shirlei@thegrail.org ) Poesia dedicada, por Coralina, ao Ano Internacional da Mulher em 1975. Mulher da Vida, minha Irmã. De todos os tempos. De todos os povos. De todas as latitudes. Ela vem do fundo imemorial das idades e carrega a carga...
Mulher da vida, minha irmã
Fonte: Shirlei Silva (shirlei@thegrail.org) Poesia dedicada, por Coralina, ao Ano Internacional da Mulher em 1975. Mulher da Vida, minha Irmã. De todos os tempos. De todos os povos. De todas as latitudes. Ela vem do fundo imemorial das idades e carrega a carga pesada...
Reportagem sobre Economia Solidária – Caros Amigos
fonte: Revista Caros Amigos (http://carosamigos.terra.com.br)
Autora: Natalia Viana

Uma reação contra a política econômica que gera o desemprego: os marginalizados tocam os seus próprios empreendimentos. E contam com uma ajuda inesperada: a de professores e alunos de universidades, nas chamadas Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares.
“O Brasil cresce enquanto seus políticos dormem.” Ouvi essa frase em algum lugar, provavelmente aqui na redação, e foi a primeira coisa que me veio à cabeça quando comecei a pesquisar o movimento cooperativista no Brasil.
Passo a passo para pequenos produtores e fornecedores participarem de pregões e licitação
Autor: Marcio Automare – Grupo de Licitações e Contratos (automare@ig.com.br)
Introdução:
Sabemos que a Lei 8666/93, que orienta as compras públicas é necessária, porém dificulta a participação dos pequenos fornecedores.
Daí há algum tempo nos vimos passando informações que ajudem ao nosso público alvo atingir os seus objetivos. Abrir mais um canal de comercialização e poder participar deste grande montante que são estas compras. Aqui no Grupo de Licitações, além de acompanhar nossos processos, tomamos conhecimento de outros processos em outros órgãos do estado. Infelizmente, não vemos a participação nem de pequenos produtores e nem das pequenas cooperativas de serviços. Nossa proposta é mexer neste cenário. É abrir este espaço. Mas com certeza para se melhorar está performance é necessário maior mobilização, especialmente dos setores ligados ä comercialização dos pequenos produtores, tanto nos órgão oficiais do estado. Assim sendo, sem violentar a lei de licitações, abrir espaços para que os pequenos possam participar destas compras.
Integração: o futuro que temos não é o futuro a que nos condenam
Fonte: Rosemary Gomes (rgomes@fase.org.br)
Autor: Luis Fernando Novoa Garzon – ATAC-Brasil (l.novoa@uol.com.br)
Qual o lugar da América Latina, e especificamente da América do Sul, na hierarquia do capitalismo global? Uma enorme “zona econômica especial” a ofertar custos competitivos de produção? Competir com a China nestes quesitos seria esforço vão. Por isso mesmo o entreguismo clássico de nossas elites tradicionais não comove mais ninguém acima da linha oligopólica. O que se espera de nossos países é que reformatem contínua e ativamente a própria dependência, o que quer dizer pontualmente: a elaboração de marcos regulatórios favoráveis aos negócios, a montagem de arcabouços fiscais, cambiais e creditícios que reforcem a progressão dos conglomerados e a consecução de projetos de infra-estrutura que otimizem a transnacionalização do território através de duradouras parcerias público-privadas.
Os governos dos países centrais, as transnacionais e instituições financeiras neles sediadas esperam porque precisam. Precisam reposicionar-se vantajosamente em bordas amigáveis e conhecidas para explicitar sua hegemonia no centro, e mesmo frente à China, em outros termos. Precisam ensaiar e consolidar aqui, neste Ocidente decaído, a primazia absoluta dos capitais e os padrões infra-humanos que lhes correspondem. Assim poderão colocar em xeque os últimos e incômodos resquícios das instituições de bem-estar social em seus países de origem. O problema dessa fórmula ainda é político. Não é tarefa simples consensuar, entre nossas heterogêneas elites, um programa que sacrifica o mercado interno dos nossos países e todas suas interdependências, em função de ilhas de prosperidade associadas. Mais difícil ainda é obter continuado aval eleitoral e consentimento das populações que garantam alguma exeqüibilidade a esse programa.
NPC estende prazo para envio de vídeos populares
Fonte: Lycia Ribeiro (lyciaribeiro@uol.com.br)
O Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) estendeu até o dia 15 de abril o prazo para recebimento de trabalho em VHS ou DVS para análise e possível publicação de sinopse em catálogo que está sendo elaborado pela entidade com financiamento parcial da ELETROBRÁS, através da lei Rouanet.
O critério de participação é que o trabalho seja produzido por sindicatos, ONGs ou movimentos sociais com a ajuda de profissionais qualificados. As temáticas que interessam para este catálogo são: lutas populares, manifestações artísticas, recuperação da memória e expressões culturais do povo.
Edital FNMA Nº 1/2006
Fonte: Mauricio Marcon Rebelo da Silva (mauricio.silva@mma.gov.br)
Publicado no Diário Oficial da União – Seção 3 – página 214 – Nº 33, 15 de fevereiro de 2006
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) torna pública a seleção de projetos para o Edital FNMA Nº 01/2006 “Formação de Agentes Multiplicadores, Assistência Técnica e Extensão Rural em Atividades Florestais aos Agricultores Familiares do Bioma Amazônia”. O Edital, como parte componente do PRONAF Florestal, pretende estimular a agricultura familiar para a promoção do desenvolvimento rural sustentável e a redução do desmatamento ilegal na Amazônia, objetivando selecionar projetos que atendam as seguintes chamadas:
Chamada I – “Formação de Agentes Multiplicadores no Bioma Amazônia” – prazo de execução de 12 a 24 meses e montante de R$ 4 milhões a serem investidos;
Chamada II – “Assistência Técnica e Extensão Rural em Atividades Florestais a Agricultores Familiares do Bioma Amazônia” ” prazo de execução de 36 a 48 meses e montante de R$12 milhões a serem investidos;
Data limite para recebimento de projetos: 31/03/2006
O Edital 01/2006 está disponível no site www.mma.gov.br/fnma
Encontro dos movimentos sociais mineiros acontecerá em Belo Horizonte
Fonte: Informativo Semanal Cáritas (caritas@caritasbrasileira.org)
A Articulação das Articulações composta pelo Fórum Mineiro de Economia Popular Solidária, Via Campesina, Fórum Mineiro de Segurança Alimentar, Comitê Mineiro do Fórum Social Mundial, Articulação Mineira de Agroecologia, Articulação do Semi-Árido e Frente de Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes está convidando entidades, movimentos e pessoas interessadas em ajudar no processo de organização do encontro dos movimentos sociais mineiros, que pretende reunir 3 mil pessoas dos dias 3 a 5 de abril, em Belo Horizonte (MG). A reunião ampliada será realizada no dia 23 de fevereiro, às 18h30, no sindicato dos economistas.
Encontro Internacional do Nordeste do Brasil 2006
Fonte: http://ethos.engenhosolucoes.com.br/encontro_ne/2006
O Encontro Internacional do Nordeste, organizado pelo O GT Responsabilidade Social e Combateà Pobreza (formado pela Agência de Desenvolvimento Solidário da CUT (ADS-CUT), Fundação Avina, Fundação Banco do Brasil, ICCO, Instituto Ethos e Unitrabalho), ocorrerá entre os dias 8 a 10 de março, em Recife (PE).
O FBES foi convidado a participar do Encontro pelas experiências de formação de cadeias produtivas integrantes do Fórum, sendo que Lenivaldo Lima, da Coordenaçao Executiva do FBES pela Região Nordestes será o representante no evento.
Plenária Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável
Fonte: www.condraf.org.br
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf) realizará, entre os dias 4 e 6 de março, em Porto Alegre (RS), a Plenária Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável. O tema geral da Plenária será Agricultura Familiar e Desenvolvimento Sustentável do Brasil Rural. O encontro antecede a II Conferência Internacional sobre Reforma Agrária e Desenvolvimento Rural (CIDADR), que ocorre de 7 a 10 de março, também na capital gaúcha. A conferência é promovida pelo Comitê de Agricultura da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) e deverá reunir representantes de 188 países.
O FBES estará representado nesta plenária por Luiz Humberto Verardo, que participa da Coordenação Executiva do FBES pela ANTEAG.
O objetivo do encontro do Condraf é dar continuidade ao debate sobre um Plano Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável, que venha a ser adotada como política de estado nos vários níveis de governo. Esse Plano de Desenvolvimento será também uma referência a ser adotada pelas organizações da sociedade civil na proposição de políticas públicas, afirmou Roseli Andrade, da secretaria do Condraf.
Encontros Regionais de Economia Solidária
Os próximos Encontros Regionais dos Fóruns de Economia Solidária (FEES) já estão marcados! Estes encontros são momentos de intercâmbio de experiências dos Estados de cada região. Veja as datas dos Encontros:
Encontro Regional de FEES do Nordeste
Dias: última semana de março de 2006 (a confirmar)
Local: Natal/ RN
Contato: Paulo Palhano (colmeias@digi.com.br)
Encontro Regional de FEES do Sul
Dias: 11 e 12 de março de 2006
Local: Florianópolis/ SC
Contato: patisbs@hotmail.com)
Encontro Regional de FEES do Centro-Oeste
Dias:
Local: Brasília/ DF
Contato: Paulo Henrique de Morais (paulosolidario@yahoo.com.br)
Mulheres em Movimento na Praça: Fortalecendo a Economia Solidária
Fonte: Sandro Gomes
Evento promovido pela Prefeitura de João Pessoa com o apoio do Fórum Estadual de Economia Solidária da Paraíba FEES/PB e da Delegacia Regional do Trabalho.
Local:Praça João Pessoa, onde estão reunidos os três Poderes do Estado.
Quando: 8 de março a 10 de março de 2006
Contato: sandrogomez@ig.com.br
VI Reunião do Banco Interamericano de Desenvolvimento
Fonte: Luiz Humberto Verardo (Luigi – ANTEAG/ anteag@terra.com.br)
Nos dias 13, 14 e 15 de fevereiro, na cidade de Campinas/ SP, ocorreu a VI Reunião BID – Sociedade Civil. O FBES foi convidado a participar e teve como representante Luiz Humberto Verardo, da Coordenação Executiva do FBES pela ANTEAG.
Segue relato de sua participação.
Desde 2000, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) mantém reuniões anuais com as organizações da sociedade civil da região. Seu principal objetivo é estabelecer um diálogo com os representantes de organizações não governamentais e trocar idéias sobre temas relacionados com o desenvolvimento socioeconômico da região. As sugestões e os comentários da sociedade civil servem de base para a Assembléia de Governadores do BID, que irá realizar logo.
A reunião anterior, a V Reunião do BID com as Organizações da Sociedade Civil (OSC) deu-se no Panamá, em fevereiro de 2005. O evento contou com a participação de cerca de 200 representantes de diferentes organizações de quase todos os países da região. Na ocasião, foram discutidos temas como meio ambiente, reforma do estado, governabilidade e transparência, redução da pobreza, integração regional e livre comércio.
A pergunta orientadora central da VI Reunião Regional BID foi: como o BID e organizações da sociedade civil podem cooperar para a melhoria das condições de vida dos cidadãos da América Latina e Caribe?

