Inauguração do Banco de Trocas Solidárias do Centro de São Paulo
Fonte: Felipe Bannitz de Paula Machado (felipe_bannitz@yahoo.com.br)
A ITCP-FGV, em parceria com a Associação Minha Rua Minha Casa e o Projeto de Extensão Universitária PESC-USP convidam para a inauguração do “Banco de Trocas Solidárias do Centro de São Paulo”, que tem a missão de articular uma Rede de Econômia Solidária com Empreendimentos Econômicos Solidários e ONGs da região.
Com a proposta de Desenvolvimento Local e construção de Políticas Públicas de fomento à Economia Solidária, essa iniciativa marca o esforço para a implementação de Tecnologias Sociais capazes de facilitar o processo de geração de renda para grupos vulneráveis, dentro da pespectiva da cooperação e preservação ambiental.
As principais atividades do “Banco de Trocas Solidárias do Centro de São Paulo” são:
1)A realização mensal de uma Feira de Trocas Solidárias, que funciona com uma Moeda Social, em que seis Empreendimentos Econômicos Solidários ofereceram seus produtos, além dos demais convidados;
2)A cessão de Microcrédito para esses seis empreendimentos, que serão pagos em Moeda Social.
Além disso estão previstas outras atividades que serão divulgadas em breve.
Contamos com a presença de todos os interessados na construção de outro modelo de Desenvolvimento Econômico.
Privatização sacrifica papel redistributivo do Estado, diz Singer
“Calcanhar de Aquiles” das campanhas tucanas, a privatização foi tema de debate que relembrou o falecido jornalista Aloysio Biondi. Para Paul Singer, o mal maior da “venda” de estatais está no impedimento da função redistributiva do Estado.
Fonte: Agência Carta Maior, por Maurício Hashizume
As privatizações se tornaram o “calcanhar de Aquiles” da campanha do presidenciável tucano Geraldo Alckmin – e também acabaram respingando em outras candidaturas do PSDB neste segundo turno, como a de Yeda Crusius, que disputa o governo do Rio Grande do Sul – não apenas pelo saldo contábil e pelo conturbado processo da transferência de estatais para o setor privado patrocinado pelo governo passado de Fernando Henrique Cardoso.
A insistência do presidente petista e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva em reiterar o caráter “privatista” das propostas de Alckmin tem um significado mais amplo que está diretamente ligado ao papel do Estado, ponto central de distinção entre os dois projetos colocados para os eleitores brasileiros.
Curso de Economia Solidária em Araraquara/ SP
Fonte: http://www.jornaldeararaquara.com.br/
A Coordenadoria de Economia Social e Solidária da Prefeitura de Araraquara está oferecendo o curso de Economia Solidária para grupos informais. Duas aulas foram realizadas nesta semana e outras o serão nos dias 24 e 26 deste outubro.
É a primeira etapa do curso direcionado para cooperativas e associações que se organizam com o apoio da Prefeitura, como a Acácia (Cooperativa dos Catadores de Material Reciclável de Araraquara), o grupo de costureiras Transforme, a Associação dos Trabalhadores do Comércio Alternativo de Araraquara, o grupo Cozinha Cultural e os artesãos e o Clube de Trocas – grupo organizado pelos empreendimentos da cidade para o escambo.
Iniciativas como a de Muhammad Yunus também ocorrem no Brasil
Fonte: http://noticias.uol.com.br/licaodecasa/materias/medio/atualidades/ult1685u265.jhtmAntonio , por Carlos Olivieri
Muhamad Yunus ganhou o Prêmio Nobel da Paz de 2006
O Prêmio Nobel da Paz de 2006 foi concedido em 13 de outubro ao chamado “banqueiro dos pobres”, o economista bengali Muhammad Yunus, criador de uma rede de microcréditos para pobres que ajudou milhões de pessoas a sair da pobreza em seu país natal, Bangladesh.
O Comitê do Nobel considerou que o esforço de Yunus para eliminar a pobreza pode resultar em uma paz duradoura, que “não pode ser alcançada a menos que grandes grupos da população encontrem meios de sair da pobreza”. “O microcrédito é um desses meios. O desenvolvimento que vem de baixo também serve para ampliar a democracia e os direitos humanos”, conclui o documento do Comitê.
A partir de um empréstimo de US$ 27 para ajudar 42 mulheres que tinham dívidas com agiotas, o economista fundou o Banco Grameen (“aldeia” ou “rural”, em bengali) para fazer pequenos empréstimos, sem garantia, a pessoas pobres que não teriam condições de consegui-los em bancos tradicionais, para que elas desenvolvam seus empreendimentos artesanais e comerciais.
Justa Trama na Biofach
Fonte: Egeu Esteves (egeu.esteves@gmail.com)
Nos dias 25 a 27 a JUSTA TRAMA exporá e venderá seus produtos da BIOFACH, a principal feira de produtos orgânicos da América Latina. Dê uma passada por lá, confira as novidades e aproveite para conhecer a riqueza da produção agroecológica brasileira. Esterei por lá às tardes, no estande da JUSTA TRAMA.
Para mais detalhes sobre a feira, entre no site: http://www.biofach-americalatina.com.br/06-indexport.htm
1ª Feira Estadual de Empreendimentos e Economia Solidária
Fonte: Redação 24HorasNews
A Delegacia Regional do Trabalho de Mato Grosso, Fórum Estadual de Economia Solidária e Instituto Marista de Solidariedade traz para Mato Grosso o projeto “Economia Solidária”, um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar ninguém, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente e valorizando a cultura regional.
Criando, assim, uma economia consistente e capaz de gerar oportunidades de emprego e renda a toda população e incluí-los ao mercado. Tudo isto e muito mais, estará exposto na 1ª Feira Estadual de Empreendimentos e Economia Solidária, que acontecerá de 19 a 23 de novembro, no Campus da UFMT.
A feira vai apresentar ao público em geral e aos novos empreendedores e cooperados, como formar, viabilizar e comercializar, dando dicas e auxiliando-os na criação, apresentação de seus produtos. O evento traz também oficinas, palestras, roda de negócios e etc…
Economia Solidária acontece em todo país
Fonte: Redação 24HorasNews
A Secretaria Nacional de Economia Solidária, através do Ministério do Trabalho Emprego, com o objetivo de proporcionar a visibilidade, a articulação da economia solidária e oferecer subsídios nos processos de formulação de políticas públicas, está realizando o mapeamento da economia solidária no Brasil. Para isso, vem sendo realizadas em todo pais, as feiras de Economia Solidária, que configuram como importante estratégia de comercialização, espaço de trocas solidárias, de venda direta e rodada de negócios.
A Economia Solidária não e algo que aconteceu por decreto, nem e fruto de uma cabeça privilegiada que, em um momento inspirado, se deu conta de que, assim como estamos, as coisas só irão de mal a pior. A economia solidaria e um movimento amplo e profundo, cujas raízes históricas se encontram nas ações e nas lutas de organizações de trabalhadores, de movimentos populares, de grupos engajado nas universidades e nas igrejas. Um movimento vivo, dinâmico, que se fortalece e se organiza cada vez mais e que começa a contar também com apoio de governos.
Fase 1: Por um novo modelo de organização da Economia Solidária
Fonte: Secretaria Executiva FBES
Convocamos todas/os as/os participantes dos fóruns estaduais de economia solidária e entidades e redes do FBES a participarem do esforço de reestruturação do FBES em direção a um novo modelo de organização da economia solidária.
A Coordenação Executiva e a Comissão de Reestruturação do FBES, de acordo com a deliberação da Coordenação Nacional de 12 a 14 de junho de 2006, encaminham aos Fóruns Estaduais roteiro de questões e material de apoio para orientar o debate sobre o novo modelo de organização do FBES.
Aprovado projeto de parceria entre FBES e movimento de ES do Canadá
Fonte: Secretaria Executiva do FBES (forum@fbes.org.br)
No dia 13 de outubro, a Agência de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional do Canadá e a Agência de Cooperação do Governo Brasileiro aprovaram o projeto de parceria entre o FBES (Brasil) e o Canteiro de Economia Social e Solidária (Québec – Canadá). O Instituto Marista de Solidariedade também apoiou o projeto ao assumir a personalidade jurídica do mesmo em nome do FBES.
Como primeira ação do projeto, uma delegação brasileira irá representar o FBES e participar da Cúpula e Feira Nacionais de Economia Social e Solidária, organizado pelo Canteiro em Montréal, Québec, nos dias 16 e 17 de novembro deste ano. Nesta ocasião, o FBES também irá participar da reunião do Conselho de Administração da RIPESS (Rede Intercontinental de Promoção da Economia Solidária) que ocorrerá nos dias 14 e 15 do mesmo mês.
Além disso, a delegação brasileira deve visitar experiências canadenses de Economia Solidária e debater a forma de aprofundamento da parceria entre os movimentos brasileiro e canadense de Economia Solidária.
Assédio moral é tema do programa Fala Cooperado
Fonte: ITCP/ COPPE/ UFRJ
Assédio moral é tema do programa Fala Cooperado
Você sabe o que é assédio moral?
Nesta quarta, dia 18 às 14h30min, teve início os programas da Rádio Cooperado com debate de temas. Este é um projeto da ITCP/ COPPE/ UFRJ.
Este programa é divulgado pela internet e aberto à participação via chat. O primeiro debate contou com a participação de Luciene Lacerda, psicóloga do Núcleo de Saúde do Trabalhador da UFRJ.
Para saber mais é só clicar no endereço www.cooperativismopopular.ufrj.br, na rádio Fala Cooperado e acompanhar semanalmente o programa que trará sempre temas diferentes.
Participe pelo chat – www.cooperativismopopular.ufrj.br/chat/
Calendário das Feiras Estaduais de Economia Solidária
Acompanhe as atividades e agenda do Programa Nacional de Fomento às Feiras de Economia Solidária na página www.fbes.org.br/programafeiras
Os bancos e a economia solidária
Fonte: redesolidaria@yahoogrupos.com.br, por Rosalvi Monteagudo
Precisamos ficar alertos para o rumo que as Ongs – Organizaçãoes não governamentais, cooperativas e OSCIPS podem ter, pois oferecem créditos, com juros de 4% ao mês. Tão pouco, não? Estão implantando um novo intermediário entre essas organizações para que o poderio do capital seja feito através dos bancos. Porém, precisam organizar seu capital. Nisso devemos ser antagônicos e nos unir para que uma política socioeconômica venha a se realizar e não a manutenção dessa política monetária que aumenta a concentração de renda nas mãos dos que se organizam pelos lucros no capital improdutivo.
Cartilha sobre Economia Solidária
Publicação do CAMP/RS que apresenta de forma didática a Economia Solidária: definição; perspectivas e ações; e dicas muito boas sobre gestão e viabilidade econômica.
A cartilha está disponível em: www.fbes.org.br/?option=com_docman&task=doc_download&gid=351&Itemid=18