Comércio justo sem intermediários
Fonte: http://dn.sapo.pt/2007/05/12/sociedade/comercio_justo_intermediarios.html
Luiz Sales, natural do Paraná, Brasil, 39 anos, casado, dois filhos, pertence ao Movimento Sem Terra (MST) e ocupou um terreno (18 hectares), como toda a sua família (pais e seis irmãos). Está em Portugal para participar no Fórum de Comércio Justo, iniciado ontem e que irá decorrer até domingo no Jardim da Estrela, em Lisboa. O lema dos organiza-dores é: “Pagar o real valor dos produtos e sem intermediários.”
Alba se constitui como elemento de intercâmbio para a região
Fonte: Fazendo Media, acessado em http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=17611
Apesar do notável silêncio da imprensa brasileira, o processo de adesão de outros países à ALBA deve reestruturar o cenário político e econômico internacional de forma significativa, com fortes conseqüências no Brasil.
Terminou no último dia 29 de abril em Barquisimeto, na Venezuela, a Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Alternativa Bolivariana para os Povos da nossa América (ALBA). O encontro também discutiu o Tratado de Comércio com os Povos (TCP) e apresentou ao final das articulações entre líderes do governo e movimentos sociais o Acordo de Tintorero. Na cúpula, que começou dois dias antes, foram estabelecidos instrumentos jurídicos e de caráter político, além de aprovados âmbitos de diálogo multilateral, como o Conselho de Presidentes, o Conselho de Ministros e o Conselho de Movimentos Sociais, bem como comissões temáticas.
Ministro quer mais incentivo para a Economia Solidária
Fonte: Redação 24HorasNews
O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, adiantou, nesta terça-feira (9/05), que fará o possível para dobrar as verbas destinadas à economia solidária. Na plenária de encerramento da Coordenação Nacional do Fórum Nacional de Economia Solidária, o ministro afirmou que o aumento de recursos públicos para o setor é fundamental, pois possibilita o fortalecimento de pequenos empreendimentos e a geração de empregos.
“A economia solidária é uma política social moderna que irá integrar o mundo. Temos que fazer todos os esforços possíveis para desenvolver o setor”, disse Lupi.
Lei própria e fundo financiador: metas da ‘bancada’ no Congresso
Fonte: Agência Carta Maior, por André Barrocal
Um terço dos parlamentares monta frente em defesa de atividade de espírito socialista. Para formalizar setor em que vivem 1,2 milhão de brasileiros, grupo pede lei própria e fundo. Planos esbarram na legalização de cooperativa de trabalho.
A alternativa de vida de espírito socialista representada pela economia solidária, uma realidade para mais de 1,2 milhão de brasileiros atualmente, terá um terço do Congresso a defendê-la daqui para frente. São os 187 integrantes da frente parlamentar montada em favor da causa e que foi lançada no último dia 8. O grupo se impôs duas missões que, se bem-sucedidas, ajudariam os 21 mil empreendimentos solidários já mapeados pelo governo e incentivaria a criação de novos. Aprovar uma lei que regulamente a economia solidária no país e um fundo com recursos federais para financiar a atividade.
Economia Solidária beneficia famílias
Fonte: www.mte.gov.br
Os 17 fundos rotativos financiam projetos produtivos, que geram emprego e renda no Nordeste, Minas e Espírito Santo. Outros 5 serão criados este ano
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Banco do Nordeste Brasileiro (BNB), por intermédio do Instituto Banco Palmas, vão aplicar este ano R$ 600 mil no Programa de Apoio a Projetos Produtivos Solidários, que possibilitará a criação 22 bancos comunitários no Nordeste e nas regiões Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.
O objetivo é dar visibilidade e fortalecer a capacidade operacional dos projetos produtivos em comunidades carentes. Os fundos rotativos apóiam projetos associativos e comunitários de produção de bens e serviços.
Seminário discute economia solidária no Ceará
Fonte: www.mte.gov.br
A Economia Solidária como Política e Estratégia de Desenvolvimento é o tema de seminário que termina hoje no auditório do Banco do Nordeste (BNB), em Fortaleza. O diretor de Fomento da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), Dione Manetti, apresentou as políticas desenvolvidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para apoio e desenvolvimento de iniciativas solidárias, desde a criação da Senaes em 2003.
O MTE, em parceria com o BNB, desenvolve o Programa de Apoio a Projetos Produtivos Solidários, que possibilitará a criação 22 bancos comunitários no Nordeste e nas regiões Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. O objetivo do programa é dar visibilidade e fortalecer a capacidade operacional dos projetos produtivos em comunidades carentes. Os fundos rotativos apóiam projetos associativos e comunitários de produção de bens e serviços.
Lançada Frente Parlamentar em defesa da Economia Solidária
Fonte: Assessoria de comunicação da Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados lançou no dia 8, a Frente Parlamentar em Defesa da Economia Solidária no Brasil. De iniciativa do deputado federal Eudes Xavier (PT-CE), a Frente é um fórum permanente de debate, estudo, fomento e elaboração legislativa para as ações da economia solidária. O Fórum, que já reúne 184 congressistas, quer sensibilizar deputados estaduais, vereadores, órgãos de governo e sociedade civil para a defesa da economia solidária, propondo ações que incentivem a geração de trabalho e renda associados a uma outra economia, que considere as relações de solidariedade constituídas a partir das experiências populares. Entre as principais propostas estão a formulação do Marco Legal da Economia Solidária e a criação de um Fundo Nacional que garanta recursos para essas ações. A iniciativa conta com a participação do Fórum Nacional de Economia Solidária, do qual a Cáritas faz parte.
Acesse a lista de parlamentares que aderiram à Frente Parlamentar em Defesa da ES no Brasil em http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=484
Programa de Promoção do Comércio Justo e do Consumo Consciente
Feiras em Rede de Economia Solidária e Agricultura Familiar 2007 Fonte: Instituto Marista de Solidariedade Fóruns Estaduais de Economia Solidária! Acessem os documentos do Programa de Promoção do Comércio Justo e do Consumo Consciente – Feiras em Rede de Economia...
Resposta do PACS: rumo à VII Reunião da Coord. Nacional
redator: Marcos Arruda – PACS (marruda@pacs.org.br)
Rio de Janeiro, 17 de abril de 2007
Lemos Rosana Lobato, Robson Patrocínio, Gabriel Strautman e eu (todxs da equipe do PACS), com atenção, a carta e o documento circulados em 10.4.07. Obrigado pelo bom trabalho!
Esclarecemos desde já que esta carta é apenas uma reação crítica e propositiva do PACS como membro da Coordenação Nacional, antes mesmo de poder discutir uma resposta mais coletiva com outros membros do FCP-RJ. Devido a que Robson Patrocínio está em licença-paternidade, Marcos Arruda está viajando entre 18 e 23 de abril e Terezinha Pimenta está participando de dois eventos fora do Rio de Janeiro, não vimos possibilidade de participar, em tempo, de um desejável debate do FCP para apresentar suas sugestões e propostas à Secretaria Executiva (SE). Por isso, adiantamos nossa resposta para cumprir o prazo proposto pela SE. Na reunião da Coordenação Nacional estará presente pelo Pacs a companheira Terezinha Pimenta.
I – Propostas para a VII Reunião da Coordenação Nacional
a) Quanto à metodologia:
Sim, os trabalhos em grupo e a contribuição dos estados e das regiões são fundamentais. Quanto mais participação, melhor. Mas deve haver uma participação orientada e não espontaneista. Por isso, este trabalho preparatório, de definição de linhas de reflexão coletiva e de modos de trabalho em comum é fundamental. A SE tem um papel animador importante a cumprir nesta preparação. Combinar trabalhos em grupo e plenárias, místicas e animações é uma arte sempre nova.
A Moeda Social Terra e seu poder de transformação social
Autor: Itamarcos (Banco Terra, Espírito Santo)
O Banco Terra faz parte da Rede Brasileira de Bancos Comunitários e atua no município de Vila Velha – ES, numa Região de 88 mil hab. Composta de 29 bairros, destes 22 foram criados nos últimos 18 anos. Os bairros mais novos são os de maiores índices de vulnerabilidade social do município e são separados dos bairros mais antigos e tradicionais por uma rodovia, a Rodovia do Sol, que representa o nosso “apertheid social”, dentre os bairros mais antigos está a Barra do Jucu, famosa pela cultura do congo eternizado na musica Madalena de Martinho da Vila, possui belas praias, um centro gastronômico bastante diversificado, pousadas, bares e casas noturnas bastante badalados e vários moradores pertencentes a elite intelectual, cultural e política do estado.
Apesar de ser um bairro que nasceu da cultura da pesca, hoje são poucos os que sobrevivem desta arte e as famílias mais pobres trabalham no comércio local e na metalúrgica que absorve toda mão-de-obra da região.
A população mais vulnerável, localizada a oeste da rodovia, não era vista com bons olhos pelos moradores da Barra, inclusive os mais pobres, por não pertencerem a sua origem tradicional. Recebem rótulos preconceituosos e por isto não possuíam o hábito de lá irem, porém nos últimos meses estamos observando uma mudança nos moradores da Barra devido a utilização da Moeda Social Terra, explico:
II Encontro Mineiro dos Movimentos Sociais Mineiros
Fonte: laurenicio@yahoo.com.br
A economia brasileira continua sendo hegemonizada pelo capital financeiro e internacional e o governo tem reafirmado que a política econômica é imutável. O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não representa possibilidade de crescimento auto-sustentá vel e distribuição de renda. É apenas junção de investimentos já previstos pelo governo e pelo setor privado. Não há nada em curso que represente mudança no modelo econômico neoliberal e conservador. Nos indicadores sócio-econômicos das condições de vida da população, como emprego, distribuição de renda, acesso à moradia e educação não há melhoras significativas. Diante desta conjuntura, devemos manter a autonomia dos movimentos sociais, contruir instrumentos unitários, estimular todo tipo de luta social, priorizar a formação política dos militantes, debater a necessidade de um projeto para o Brasil e identificar bandeiras de luta em comum, como a Campanha pela anulação do leilão de privatização da Vale do Rio Doce, redução e isenção da tarifa de energia elétrica, em defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, contra a transposição do Rio São Francisco, pela Construção de um novo Projeto para o Brasil e pela soberania nacional. Somos miltantes sociais de diferentes organizações. Sonhamos e lutamos com um mundo melhor, mais justo, fraterno e igualitário. Queremos um país com melhor distribuição de renda, trabalho para todos, saúde, moradia, educação e oportunidades iguais. Neste sentido, cada organização que compõe o fórum deverá trazer suas bandeiras de luta. O Encontro será um momento alegre, de unidade e estudo. O II Encontro de Movimentos Sociais de Minas Gerais se realizará no período de 30 de abril a 02 de maio de 2007, em Belo Horizonte e tem como objetivo unificar a luta do campo e da cidade e estimular o reascenso do movimento de massas. Estaremos debatendo a conjuntura brasileira, os desafios dos movimentos sociais e articulações mineiras e o calendário de lutas em comum.
II Encontro Sul Mineiro de Economia Solidária
Fonte: Fórum Mineiro de Economia Solidária
A cidade de Pouso Alegre sediará, de 5 a 8 de julho próximo (data a confirmar), o II Encontro Sul Mineiro de Economia Solidária. A Economia Solidária, corresponde a um conjunto de atividades econômicas – de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito – organizadas de forma de autogestão, isto é, a propriedade é coletiva, não existe empregados e nem patrão, onde o exemplo mais disseminado são as cooperativas de produção. O evento pretende reunir os empreendimentos da economia solidária da região do Sul de Minas. Um levantamento da Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho, estimou a existência de centenas de cooperativas e associações de produção tanto na cidade quanto no meio rural na região.
FEES de Sergipe realiza encontro de preparação para a VII Reunião da Coordenação Nacional do FBES
Fonte: Fórum Estadual de Economia Solidária de Sergipe
Ocorreu ontem, dia 23.04, na Estação UFS, reunião ampliada do FEES de Sergipe, que contou com a participação de 53 pessoas. A pauta central da reunião foi a discusão do “Texto provocativo para reflexão dos FEESs e Entidades Nacionais”, enviado pela Coordenação Executiva do FBES à todos os Fóruns Estaduais de Economia Solidária, como forma de se prepararem para a próxima reunião da Coordenação Nacional(07 a 10 de maio de 2007). Além disso, o Fórum Sergipano se debruçou sobre o roteiro, também enviado aos Fórum Estaduais, que se propõe diagnosticar a situação/realidade dos Fóruns Estaduais de Economia Solidária.
O relatório do encontro com os principais encaminhamentos das discussões está disponível na seguinte página:
www.fbes.org.br/?option=com_docman&task=doc_download&gid=466&Itemid=18

