Feiras de economia solidária em Recife/ PE
Fonte: JC OnLine
Calçados em couro, bijouterias, camisetas, decorativos, bonecas, reciclados e arte em madeira. Todos esses produtos comercializados por 40 artesãos foram comercializados nas duas Feiras de Economia Solidária realizadas no dia 27 de setembro em Recife/ PE. Além das feiras na praça de Casa Forte e na praça do Shopping Tacaruna, em Santo Amaro, também foi realizada uma oficina de Economia Popular Solidária na Faculdade Boa Viagem, na Imbiribeira. Os eventos foram organizados pela Prefeitura do Recife, através do Programa de Desenvolvimento do Artesanato (Prodarte).
Pirapuracéia por um outro mundo possível
Texto de Déa S. Melo – GT Cultura FSM 2009
Dança dos Peixes – Isso é Pirapuracéia em Tupi! A imagem pode parecer apenas poéticamente bela e pouco realista, quando estamos falando, discutindo e buscando concretizar a transformação social, para um “Um outro mundo possível”, como defende o Forum Social Mundial, a realizar-se na Pan Amazônia, no território da cidade de Belém/PA em 2009.
Foi assim, mais uma vez na noite desta terça-feira dia 30 de Setembro, na Praça Milton Trindade em Belém/PA, onde acontece semanalmente há seis anos, o Programa Pirapuracéia de Mana-Maní, ainda que sem nenhum apoio financeiro.
Neste dia 30, pessoas de sexos, áreas, atuações, crenças, ideologias e tradições diversas sentiram-se chamadas e foram lá, dar as mãos e entrar na “grande RODA”, “por um outro mundo possível”.
V Feira da Economia Solidária de Campinas
Fonte: aaceccon@gmail.com
Acontecerá em novembro, entre os dias 05 e 09 a V edição da Feira de Economia Solidária de Campinas. Nestes dias acontecem shows musicais, clube de trocas com moeda social, comercialização de produtos das Cooperativas e grupos Associativos com princípios de Economia Solidária, oficinas e palestras com temas como: microcrédito, crédito de carbono, preservação do meio ambiente, o que é economia solidária. Informações: aaceccon@gmail.com
II Congresso da Rede de ITCPs: Economia Solidária e a Política e a Política da Economia Solidária
Fonte: www.itcp.usp.br
O II Congresso da Rede de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares tem por finalidade promover o fortalecimento e a consolidação de um espaço de debate e troca de experiências entre as ITCPs (Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares) que compõe a Rede Universitária de ITCP’s. O evento propiciará a apresentação de trabalhos acadêmicos, que reflitam a atuação das Instituições, garantindo o seu aperfeiçoamento e também o aprofundamento do debate teórico no tema da Economia Solidária no interior das universidades do país, que compõem a Rede.
Reunião Pró Rede de Saúde Mental e Economia Solidária/SP: informes
Fonte: Maíra Rocha (mairarocha75@hotmail.com)
Instituições/organizações presentes: BAR SACI, O Bar Bibitantã, CAPS Perdizes, CAPS M`BOI MIRIM, Associação Franco Basaglia, Associação Vida em Ação, Fórum da Luta Antimanicomial, CECCO Embu das Artes, CAPS Itaim Bibi, CAPS Butantã, CAPS Itapeva.
Dia: 26 de setembro de 2008
Local: CAPS Itapeva
A reunião contou com a participação de mais de 30 pessoas, representando pelo menos 7 equipamentos públicos da Rede de Atenção de Saúde Mental, do Fórum da Luta Antimanicomial e também com a presença do Bruno Videira da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Ministério do Trabalho e Emprego e do Fórum Paulista de ECOSOL.
Essa reunião foi mais uma atividade do processo de aproximação entre a Saúde Mental e a Economia Solidária. Algumas pessoas da SM já estão acompanhando o Fórum Paulista de ECOSOL (FPES). As reuniões do FPES ocorrem nas terceiras sextas do mês na sede da SRTE/MTE, na Rua Martins Fontes, 109 (próximo ao Metrô Anhangabaú) – próxima reunião 17 de Outubro, as 9h.
Apoio à Produção de Tecnologias, Conhecimentos Apropriados e Inovação Tecnológica para AF
Fonte: http://www.cnpq. br/editais/ ct/2008/024. htm
Seleção pública de propostas de pesquisa e extensão tecnológica para Produção de Tecnologias, de Conhecimentos Apropriados, de Inovação Tecnológica para a Agricultura Familiar Acesse o edital em www.cnpq. br/editais/ ct/2008/024.htm
Comercio justo y soberanía alimentaria
Autora: Esther Vivas
A día de hoy hablar de comercio justo implica incorporar la perspectiva de la soberanía alimentaria. Ambos conceptos están estrechamente unidos y el primero no es posible sin asumir las premisas del segundo.
Constituição do Equador afirma a economia solidária no país
Fonte: Secretaria Executiva do FBES e Agência Estado
Com quase a totalidade dos votos apurados, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do Equador anunciou nesta terça-feira, 30, a ampla vitória do “sim” à nova Constituição do país no referendo de domingo. De acordo com o último boletim eleitoral, apuradas 96,26% das urnas, o “sim” venceu com 64,04% dos votos. O “não” ao texto alcançou 28,01%. Houve ainda 7,21% de votos nulos e 0,74% de votos em branco.
Chamada pública: apoio financeiro a projetos de organização produtiva de mulheres rurais
Fonte: Gabriela Cavalcanti Cunha (gccunha_e_solidaria@yahoo.com.br)
A chamada pública para apoio financeiro a projetos de organização produtiva de mulheres rurais, pretende dar suporte para ações voltadas ao fortalecimento institucional e apoio à produção, mediante troca e difusão de conhecimentos, orientação e facilitação de processos para a construção de formas organizativas adequadas às distintas realidades das organizações sócio-econômicas das mulheres rurais, bem como, através de ações que garantam o acesso às políticas públicas de apoio à produção e comercialização.
Economia Solidária e feminista: reflexões em torno da autonomia econômica das mulheres
Historicamente, as mulheres têm sido as principais responsáveis pelo trabalho doméstico, sendo os homens considerados os provedores da família. A inserção das mulheres no mercado de trabalho ocorreu em condições desiguais. Nessa conjuntura, o artigo elaborado por Cleudes Pessoa, Jeannette Filomeno Pouchain Ramos e Socorro Letícia Fernandes Peixoto coloca as seguintes questões: é possível a autonomia econômica das mulheres? Quais os desafios da participação feminina em empreendimentos solidários? Quais políticas públicas sinalizam nessa direção?
Acesse o artigo em http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=866
Pesquisa sobre movimentos sociais e redes analisa FBES
Fonte: Ilse Scherer-Warren (ilse@manezinho.com.br)
A pesquisadora Ilse Scherer-Warren, professora do Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas e da Pós-Graduação em Sociologia Política, ambos da UFSC, analisa diversos atores sociais e a teia política que compõem nos artigos Fóruns e redes da sociedade civil: percepções sobre exclusão social e cidadania e A problemática da pobreza na construção de um movimento cidadão.
O FBES foi um dos atores estudados na pesquisa realizada por Ilse.
Os dois artigos foram publicados na Revista Política e Sociedade, do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política/ UFSC.
Para acessar o artigo Fóruns e redes da sociedade civil: percepções sobre exclusão social e cidadania – http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=864
Para acessar o artigo A problemática da pobreza na construção de um movimento cidadão – http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=865
Violência contra a Mulher: Tecendo Redes
Fonte: graalbrasil@graalbrasil.org.br
O Movimento do Graal no Brasil, em parceria com a Fundação Luterana, A Rede Mulher e Educação, a Rede Feminista de Saúde e a Articulação de Mulheres Brasileiras, têm o prazer de convidá-las para participar da oficina – Violência contra a Mulher: Tecendo Redes, a ser realizada na Sede do O Movimento do Graal no Brasil, à Rua Pirapetinga, 390 – Bairro Serra, no dia 07 de outubro de 2008, conforme programação abaixo.
As vagas são limitadas pedimos confirmação com antecedência pelo telefone 3225-2224 ou por e-mail: graalbrasil@graalbrasil.org.br.
Identidade, organização e autonomia econômica: conquistas dos povos de Raposa Serra do Sol
Fonte: http://www.cir.org.br/raposa_conquistas.php
Em três décadas de luta dos povos indígenas de Raposa Serra do Sol, muitas foram as perseguições por parte de fazendeiros, garimpeiros, da conservadora classe política regional e de setores das forças armadas. Mas, neste mesmo período, somam-se diversas conquistas que, num movimento de resistência, alimentam importantes vitórias.
Identidade
Há trinta anos as comunidades indígenas de Raposa Serra do Sol estavam subjugadas ao mando de fazendeiros e garimpeiros para os quais trabalhavam como mão-de-obra barata, muitas vezes semi-escrava.
