Rede de Mulheres Empreendedoras

Fonte: Felícia de Moraes Soares (winner@devnet.org.br) Prezadas(os) Amigas(os), estamos apresentando o site da winnernet.org - Rede de Mulheres Empreendedoras, iniciativa do PNUd e Governo da Itália, que tem como executora a ONG DEVNET. Inicialmente, gostaríamos de...

O que há de comum entre agricultores tradicionais e o movimento software livre?

Fonte: Boletim 258 da Campanha Por Um Brasil Livre de Transgênicos.

O que há de comum entre agricultores tradicionais e o movimento software livre? Aparentemente nada, pois enquanto um lida com a milenar atividade agrícola o outro trabalha com aquilo que, em nosso imaginário, se liga ao que há de mais futurístico. Os inimigos, porém, parecem estar aproximando esses dois personagens. Ambos têm como adversário principal o monopólio. Os hackers do movimento software livre lutam para que o código que produzem e utilizam seja livre, já os agricultores tentam fazer com que as espécies que cultivam há anos não se tornem de domínio exclusivo das transnacionais, interessadas em obter patentes sobre as sementes. No último caso, o código a ser protegido é o genético. No fundo, agricultores e programadores hoje lutam pela mesma coisa: o conhecimento livre.

Um grande passo para que os dois movimentos aumentem o diálogo e a colaboração foi dado no sexto Fórum Internacional de Software Livre — o fisl6.0. Neste ano, pela primeira vez o fisl montou um “Banco de Sementes Livres”, iniciativa desenvolvida para oferecer a comunidades indígenas e quilombolas do Rio Grande do Sul sementes livres de modificação genéticas e sobre as quais não incida nenhuma patente. Ao todo, o fisl conseguiu arrecadar 3 toneladas de sementes que, segundo os organizadores, deverão dar origem a 3 mil toneladas de alimentos.

Carta entregue ao presidente Lula por movimentos sociais

Fonte: secretaria executiva do FBES

Reproduzimos abaixo a carta entregue no dia 21 de junho por diversos movimentos sociais ao presidente Lula. A lista de entidades representadas encontra-se ao fim da mesma.

Contra a desestabilização política do governo e contra a corrupção: Por mudanças na política econômica, pela prioridade nos direitos sociais e por reformas políticas democráticas!

A sociedade brasileira mudou e, na Constituinte de 1988, decidiu por mudanças . Constituiu novos poderes e elegeu novos governantes, para promover processos de transformação social. Criou novas estruturas, combateu velhas instituições e gerou novos mecanismos para fazer valer os direitos de todas e cada uma das pessoas a uma vida digna.

Conferência Internacional sobre moedas sociais

Fonte: Miguel Yasuyuki Hirota (mig@olccjp.net) La fundación ACCESS acaba, por fin, de anunciar sobre su conferencia internacional "UNIENDO EL CASMO: Popularizar Monedas Complementarias" que se celebrará en Denver University, Colorado, Estados Unidos del domingo, 31 de...

Proninc: novo impulso para a economia solidária

Fonte: Fase (Fausto Oliveira) para o Boletim Cidadania (http://www.cidadania.org.br)

Um novo projeto pode dar um impulso considerável à economia solidária brasileira. Trata-se do Proninc, Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares, do qual a Fase participa na avaliação e sistematização dos saberes produzidos. Em síntese, o programa estabelece uma teia de incubadoras de cooperativas, cuja função é contribuir de variadas formas para o sucesso de iniciativas sócio-econômicas populares e coletivas, com expressivo potencial de geração de renda e trabalho. Estas iniciativas são, em geral, cooperativas de produção ou serviço espalhadas pelo Brasil, e as 32 incubadoras ligadas ao Proninc prestam assessoria para que elas possam, no prazo de dois anos, se fortalecer a ponto de virar alternativa de trabalho definitiva para cidadãos brasileiros cada vez menos esperançosos de viver de emprego formal.

Nova organização nacional de cooperativas de agricultura familiar e economia solid&aac

Fonte: Jornalista Thea Tavares (MTb 3207-PR – (41)9658-7588)

Uma nova organização social está surgindo no cenário do cooperativismo: trata-se da Unicafes ? União Nacional de Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária. Nos dias 20, 21 e 22 de junho, a cidade de Luziânia/GO, a 50 km de Brasília/DF, sediou o 1º Congresso das cooperativas e sistemas cooperativos da agricultura familiar e da economia solidária, dos ramos de crédito, produção, comercialização, infra-estrutura, trabalho e serviços.

O objetivo do congresso foi o de lançar esse novo ator político-organizativo no cenário nacional. Segundo o presidente da Cooperativa Central Cresol Baser, Vanderley Ziger, “das mais de 20 mil cooperativas existentes no Brasil, apenas sete mil são representadas pela estrutura oficial da OCB [Organização Cooperativista Brasileira]. As outras 13 mil estão de fora, até por não concordarem com sua linha de atuação. Falta uma entidade que represente de fato os interesses dessa grande parcela de organizações atuantes, mas que se encontram dispersas na busca de solução para seus problemas e demandas, bem como na ocupação de importantes espaços de negociação com o poder público”, comenta.

Reportagem em jornal argentino sobre a Feira de ES do Mercosul

Fonte: economiasolidaria@santamaria.rs.gov.br

“Santa María, al sur de Brasil, hogar de la otra economía” – com essa legenda, fotografia ilustra reportagem publicada na Argentina. O jornal argentino “Página 12” deu grande destaque na edição do dia 11 de julho à amplitude da 1ª Feira de Economia Solidária do Mercosul, que aconteceu no último final de semana em Santa Maria. A reportagem, embasada com vários dados e entrevistas, é assinada pela jornalista Laura Vales, que veio a Santa Maria para a mesa do debate “Imprensa e Economia Solidária no Mercosul”, que aconteceu no domingo, durante a programação da Feira. Entre os depoimentos registrados por Laura estão o do Prefeito Valdeci Oliveira e da Irmã Lourdes Dill. A fotografia que ilustra a reportagem publicada na Argentina foi feita pela Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Santa Maria. Leia abaixo a íntegra da reportagem.

Festa junina dos clubes de trocas em São Paulo

Fonte: Carlos Henrique (clubedetrocas@ig.com.br)

No domingo 25 de junho tivemos a festa junina do clube de trocas, este ano contamos com o apoio de 8 universitários que fazem parte do programa escola da família, neste programa é permitido que em todas escolas de responsabilidade do governo de estado em São Paulo, possa-se realizar feiras de trocas. Realizamos pelo sétimo ano consecutivo a festa junina do clube de trocas, isto nos motiva a tornar este evento um fato cultural dentro de nossa comunidade.

Rede Amazônia Solidária reunida em Manaus

fonte: Fábio de Andrade Abdala – Secretaria Executiva do GTA-Amazônia ( (61)346-7048 ou fabio@gta.org.br)

Durante os dias 17 a 22 de junho, em Manaus, a Rede Amazônia Solidária realizou seu segundo encontro, reunindo 33 (trinta e três) empreendedor@s dos Estados do AC, AM, RO e RR. Ali se consolidou a perspectiva de fazer da RAS uma rede de empreendedores e empreendedoras de economia solidária com três objetivos básicos: desenvolvimento econômico; organização social e produtiva; e formação de pessoas. A RAS será uma interlocutora dos Foruns Estaduais de Economia Solidária, que além dos empreendedor@s contam com setores de governos e ONGs.

O encontro da RAS foi precedido pela “Feira de Negócios Sustentáveis de Trabalhador@s Ribeirinh@s da Amazônia”, organizado pelo GTA Médio Amazonas e um conjunto de parcerias. É a economia familiar, popular e solidária crescendo e aparecendo!

Passagem com preço diferenciado nas Topics em moeda social

Fonte: Banco Palmas (bancopalmas@uol.com.br)

Um convênio assinado entre o Banco Palmas, a Associação dos Empreendimentos Solidários do Conjunto Palmeira e o Sindicato dos Transportes alternativos- topics, vai garantir uma mudança de escala na circulação da Moeda Social Palmas. A partir do dia 26 de junho as topics que circulam no Conjunto Palmeira (totalizando 40) irão aceitar a moeda social Palmas para pagamento da passagem. Se o morador do bairro pagar com Palmas a passagem será cobrada a 1,45 (1 palmas e 45 centavos de palmas), enquanto a tarifa da passagem em Fortaleza é unificada em R$ 1,60. Esse sistema além de beneficiar diariamente centenas de usuários que irão pagar passagem mais barata, irá potencializar a produção e o comércio local, pois calcula-se que, em média, 120 mil em moeda Palmas estarão circulando no bairro mensalmente, gerando mais trabalho e renda para os moradores. Com a adesão das topics ao sistema de moeda social, outros estabelecimentos do bairro de grande porte também aceitarão Palmas, como o posto de Gasolina e a Ultragás (grande distribuidor de gás na região). Ao todo já são 70 estabelecimentos comerciais que aceitam a moeda.

Os Encontros Regionais e a página do FBES

Fonte: Secretaria Executiva do FBES

Durante o segundo semestre deste ano estão previstos os encontros regionais de troca de experiências entre Fóruns Estaduais de cada região. Estes encontros serão aproveitados para que os fóruns possam fortalecer sua integração e aprender com as conquistas e dificuldades dos outros fóruns. Além disso, um representante da secretaria executiva estará presente para oferecer uma capacitação informática para 1 a 4 representantes de cada estado, durante os encontros regionais.

As razões desta capacitação originam-se em três funcionalidades existentes na nova versão da página do FBES (www.fbes.org.br):

· Em primeiro lugar, preparamos, na área “fóruns estaduais” da página do FBES, um sistema simples em que cada Fórum Estadual poderá construir com muita facilidade uma página de seu Fórum, com capacidade de até 7 menus (no momento apenas um dos menus está ativo, chamado “contatos”);

Instalação do GT Saúde Mental e Economia Solidária

Autora: Oscarina Camillo (oscarinasp@yahoo.com.br)

Considerando a necessidade de aproximação dos empreendimentos da saúde mental com os fóruns locais de economia solidária e, que cabe às coordenações dos fóruns promover ações que facilitem o acesso de usuários e familiares à agenda de atividades programadas, para uma efetiva participação e apropriação do estágio atual da organização da economia solidária brasileira. Considerando também que para o estabelecimento desse compromisso, reconhecemos a importância da socialização de como se deu a instalação desse GT, que terá como principal atribuição articular ações entre as políticas de Saúde Mental e Economia Solidária apresentamos aqui um breve relato.

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