Desenvolvimento Local em Angola

Fonte: Entrevista com Konde Emmanuel feita pelo Ibase

Durante 40 anos, Angola sofreu pressões de guerra. Com a “chegada da paz”, a partir de 2002, pessoas e grupos se mobilizaram visando a recuperação do país e seu desenvolvimento. Conversamos com o economista Konde Emmanuel, 38 anos, integrante da ONG Development Workshop (DW), que esteve no Brasil para a realização de intercâmbio. A entrevista tem como principal foco o desenvolvimento local.

Levantamento identifica mais de 12 mil espécies de plantas no cerrado

Fonte: Informações divulgadas pelo Fórum Carajás (forumcarajas@forumcarajas.org.br)

O cerrado é a savana com maior riqueza de espécies de plantas no mundo. Essa é a conclusão de um levantamento realizado por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), que catalogaram mais de 12 mil espécies da flora do bioma entre 1988 e 2007. A previsão é que, nos próximos dez anos, pelo menos mais cinco mil espécies sejam identificadas.

Turismo Sustentável na Amazônia

Fonte: Informativo Eletrônico do Projeto Brasil Local

É diante de uma farta mesa de café da manhã, num quiosque* construído às margens do Rio Negro, em Manaus, que começa o roteiro oferecido pela Cooperativa de Ecoturismo Solidário da Vida Felicidade. No cardápio, sucos, doces, salgados e outros quitutes feitos principalmente a partir de frutas exóticas. “São especiarias utilizadas pelos índios da Amazônia, como mugunzá e tucumã”, explica Alvanir Rodrigues da Silva, agente de Desenvolvimento do Brasil Local, que participa da iniciativa.

Como fabricar uma crise global

Fonte: Notícia publicada no site Carta Capital

Como foi que os mexicanos, que vivem na terra onde o milho foi domesticado, chegaram a depender do grão produzido nos EUA? Como foi que as Filipinas, que exportavam arroz, passaram a ser o maior importador mundial deste produto? Como no México, os agricultores filipinos perderam o apoio do Estado e descobriram os “encantos” da liberalização comercial. A análise é de Walden Bello*.

O futuro chegou: crise alimentar e energética

Artigo de Paul Singer*

Nunca em tempos de paz houve pressões inflacionárias tão violentas a partir do encarecimento de bens essenciais. O PREÇO do petróleo está batendo recordes quase diariamente. No momento, ele gira ao redor de 130 dólares o barril. O índice dos preços de alimentos da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) foi, em média, 127 em 2006 e 157 em 2007, subindo para 220 em março de 2008 (1998-2000 = 100). Nunca em tempos de paz houve pressões inflacionárias tão violentas a partir do encarecimento de bens essenciais.

Mulheres cearenses mostram experiência em Lima

Fonte: Notícia publicada no site da Cáritas Brasileira (www.caritasbrasileira.gov.br)

O sonho de 25 mulheres cearenses virou caso internacional depois que Maria das Graças Lima saiu do aeroporto internacional Pinto Martins, em Fortaleza, com destino a capital do Peru. Ela foi uma das 39 pessoas, de 15 países da América Latina e do Caribe, que participaram, entre os dias 16 e 20 de junho deste ano, do seminário-oficina sobre experiências exitosas de economia solidária com mulheres e jovens.

Aumenta conflito pela água

Fonte: Artigo Publicado no Portal EcoDebate (www.ecodebate.com.br)

Relatório da Comissão Pastoral da Terra revela que disputas por abastecimento quase dobraram entre 2006 e 2007. Entidade ataca sistemas de irrigação do agronegócio, como os usados nas plantações de soja. Por Érica Montenegro, da equipe do Correio Braziliense, 27/06/2008.

Atingidos por barragens cobram mais apoio do Estado

Atingidos por barragens cobram mais apoio do Estado

Fonte: Notícia publicada no Portal EcoDebate (www.ecodebate.com.br)

O coordenador do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Cirineu da Rocha, reclamou, nesta quinta-feira, que a maioria das famílias atingidas por barragens vive sem a presença do Estado. “Faltam educação e saúde, e as casas não têm energia elétrica. As famílias vivem do plantio na vazante [período em que um rio tem menor volume de águas], da pesca e do extrativismo, como o do babaçu”, relatou, durante o Seminário de Desenvolvimento Sustentável da Bacia do Alto Tocantins.

Seminário Juventude e Economia Solidária

Fonte: Informações enviadas por Heloisa Primavera (heloisa.primavera@gmail.com)

Como parte do Projeto Jovens Protagonistas das Trocas Solidárias, levado a cabo pelas organizaçoes AJPaz e In Loco (Portugal), CIC- Batá (Espanha), RedLASES /Fundación por la Calidad y la Participación (Argentina) e Fundação Aracati (Brasil), temos o prazer de convida- la/o para o Seminário Juventude e Economia Solidária. O encontro acontecerá no próximo dia dia 11 de Julho, das 9h00 às 12h30h, na sede da Ação Educativa, Rua General Jardim 660, Vila Buarque, Metrô Santa Cecília, São Paulo.

I Congresso Estadual UNICAFES Rio de Janeiro

Fonte: Informações enviadas por Rosalvi Monteagudo (rosalvimonteagudo@yahoo.com.br)

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Ocorreu no último dia 04 de julho, na cidade do Rio de Janeiro, o I Congresso da União Nacional das Cooperaticas da Agricultura Familiar e Economia Solidária do estado do Rio de Janeiro. O encontro deliberou sobre os seguintes temas: Documento Base, constando as linhas de atuação da UNICAFES para os próximos três anos; Constituição e Estatuto Social da UNICAFES/RJ e Eleição e Posse dos/as integrantes do Conselho de Administração, da Executiva e do Conselho Fiscal da UNICAFES/RJ.

Movimento Nacional Campesino Indígena faz balanço sobre realidade econômica e social da Argentina

Movimento Nacional Campesino Indígena faz balanço sobre realidade econômica e social da Argentina

Fonte: Movimento Nacional Campesino Indigena da Argentina

En Argentina viven 280 mil familias numerosas de 22 pueblos indígenas, y 220 mil familias campesinas, con al menos 1,5 millón de personas. No producen soja ni suscriben a los agronegocios, siembran alimentos y crían animales para autoconsumo y tienen una relación especial con la tierra, no la consideran un medio para negocios, se entienden como parte de ella, de su cultura, su historia y un bien común de las próximas generaciones. Estos dos actores centrales, pueblos originarios y campesinado, fueron sistemáticamente excluidos del debate del último mes, donde las cuatro entidades más tradicionales y conservadores del campo argentino realizaron un paro patronal inédito en el país.

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