Unisol lança logomarca Trama da Mata na Panamazônia

A Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários (Unisol) está lançando a marca Trama da Mata, que vai identificar joias e biojoias produzidas a partir dos princípios da economia solidária. A informação foi dada pela coordenadora nacional Unisol, Terezinha Barbosa durante a realização do Seminário Latino-Americano de Economia Solidária.

Manifesto Mulheres com Dilma por um Brasil soberano, justo e igualitário

Nós formamos uma onda, nós somos um movimento que se espalha pelo país. Nós somos Mulheres com Dilma Para Presidenta do Brasil. Somos negras, somos brancas, somos trabalhadoras, somos indígenas, somos mães, somos lésbicas, somos rurais, somos urbanas, de todas as regiões, com diferentes credos e convicções políticas. E, assim como Dilma, somos mulheres que sempre lutaram pela Democracia e por um país com justiça social.

O FBES no seminário Latino-americano da PANAMAZONIA

O FBES no seminário Latino-americano da PANAMAZONIA

Por ASCOM do FBES

A II Feira PANAMAZONIA buscando se tornar um espaço de diálogo e reflexão, realizou no seu segundo dia, o seminário latino-americano. O tema desta segunda edição do seminário foi “ O papel da economia solidária na integração latino-americana”, que foi abordado pela diversidade dos atores e atrizes presentes na mesa de abertura.

PANAMAZONIA: Empreendedores compartilham experiências durante seminário

Por Veriana Ribeiro,do site janelao.net

Evento fez parte das atividades paralelas que acontecem durante a II Feria Panamazônica de Economia Solidaria

A empreendedora Teresa Barbosa veio do Amazonas para participar da II Feira Panamazônica de economia Solidária, que aconteceu entre os dias 20 e 24 no Horto Florestal. Presidente do projeto Trama da Mata, uma entidade que reúne trabalhos de diversos estados da região norte na área da economia solidária. Ela participa também de outra atividade que aconteceu paralelamente a Feira: O seminário de Comercialização Solidária da Região Norte.

Comunidades impactadas pela monocultura do eucalipto realizam intercâmbio de experiências

Nos dias 19 e 20 de março deste ano, membros de comunidades e movimentos camponeses, indígenas e quilombolas dos estados do Espírito Santo e da Bahia que lutam para conquistar seus territórios invadidos por empresas que exploram a monocultura de eucalipto, realizaram uma visita de solidariedade e de intercâmbio às comunidades de Raiz e Vereda Funda no município de Rio Pardo, norte de Minas Gerais. Essas são duas comunidades que estão na luta pela reconquista do seu território tradicional.

Fórum Nacional da Reforma Agrária manifesta apoio a Dilma Rousseff

20 de outubro de 2010

Por Suzana Campos, da Agência Contag de Notícias

Após ato em defesa do meio ambiente e de apoio à candidatura de Dilma Rousseff à presidência da república, organizado ho.je (20), em Brasília, pelo Partido Verde (PV-DF), as entidades que compõem o Fórum Nacional da Reforma Agrária (FNRA), entregaram à candidata do PT um documento com compromissos, políticas e ações essenciais que asseguram o desenvolvimento com distribuição de renda e sustentabilidade ambiental.

O ato do Partido Verde foi para demonstrar o apoio de deputados federais, estaduais e da militância do PV à Dilma Rousseff. Na oportunidade, representantes do FNRA, entregaram um documento com dez itens que reivindicam o fortalecimento da agricultura familiar, a atualização dos índices de produtividade e a realização da Reforma Agrária.

2a Mostra de Tecnologias Sociais

Aconteceu em Porto Alegre a 2a Mostra de Tecnologias Sociais, organizada pela Fundação José Otão. O evento organizou-se em três eixos: O Papel da Universidade na Disseminação das TS; Economia Solidária e TS; Meio Ambiente, Sustentabilidade e TS

A feira Panamazonica

O Fórum Brasileiro de Economia Solidária – FBES, através de sua Coordenação Executiva participou da segunda edição da Feira PANAMAZÔNICA. As feiras de Economia Solidária – Ecosol tem sido uma importante expressão do avanço desta nova maneira de gerir a economia. A cada ano pipocam pelo Brasil feiras de ecosol que geralmente são realizadas juntas à agricultura familiar e agroecologia. A PANAMAZONIA, feira de economia solidária, que concentra dezenas de empreendimentos de ecosol da região amazônica, iniciou na quarta-feira (20/10). A feira aconteceu entre os dia 20 a 24 de outubro.

Feminismo, Economia Solidária e agroecologia é tema de seminário em Recife

Fonte: ASCOM do FBES

Inicia na próxima terça –feira (19/10) em Recife o Seminário Feminismo, Economia Solidária e agroecologia. O objetivo do evento é debater e refletir as conexões existentes entre feminismo, economia solidária e agroecologia. A presença do Fórum Brasileiro de Economia solidária no evento deverá contribuir para o fortalecimento das mulheres no movimento de economia solidária, que tem presença massiva de mulheres no campo dos empreendimentos, produzindo nas diversas áreas da ecosol. Através de diversas redes de mulheres, o seminário tem como intuito promover o cruzamento de experiências e saberes que abordam os três temas do seminário.

Campanha de Dilma divulga carta de intenções enviada ao PV

Campanha de Dilma divulga carta de intenções enviada ao PV A campanha da candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, divulgou neste sábado (16) uma carta de intenções na qual comenta, ponto a ponto, as linhas programáticas apresentadas pelo Partido Verde e pela senadora Marina Silva (PV-AC). O PV decide neste domingo (17) o caminho que deverá tomar no segundo turno das eleições.

O MST, Via Campesina, FBES e outros movimentos sociais do país, declararam apoio à candidata Dilma

Leia abaixo o manifesto na íntegra:

“Vamos eleger Dilma Rousseff presidenta do Brasil

No início do processo eleitoral deste ano, os movimentos sociais e a Via Campesina Brasil tomaram a decisão política de empenhar esforços para eleger o maior número possível de parlamentares e governadores identificados com as bandeiras populares da classe trabalhadora, com o aprofundamento da democracia e soberania brasileira e com políticas que combatam a concentração da propriedade e da renda em nosso país.

Quanto à eleição presidencial, as organizações populares que compõem a Via Campesina decidiram lutar para que não houvesse a vitória eleitoral de uma proposta neoliberal, representando pela candidatura do tucano José Serra.

Passando o primeiro turno dessa campanha eleitoral, realizado em 3 de outubro, queremos, com este comunicado ao povo brasileiro, manifestar nossa decisão política frente às eleições deste ano.

Avaliação do 1º turno

As renovações que aconteceram nas Assembleias estaduais, na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, além da eleição e reeleição de governadores progressistas, são alvissareiras. No Senado Federal, especialmente, fomos vitoriosos com a eleição de companheiros e companheiras identificadas com as nossas lutas e com a não eleição de senadores que se notabilizaram pela perseguição aos movimentos sociais, identificados com os interesses do agronegócio.

Destacamos como vitória a derrota eleitoral do governo tucano de Yeda Crusius, no Rio Grande do Sul, que se notabilizou, juntamente com o governo tucano de São Paulo, pelo controle da mídia, criminalização dos movimentos sociais e repressão à luta pela Reforma Agrária, aos movimentos de moradia e ao movimento dos professores da rede pública estadual.

Em relação às campanhas presidenciais, não transcorreram debates em torno de projetos políticos e dos problemas principais que afetam a população brasileira. A campanha de Dilma Rousseff (PT) buscou apenas, de forma pragmática, divulgar o desenvolvimento econômico e as políticas sociais do governo Lula, apoiando-se na popularidade e nos enorme índices de aprovação do atual governo. Com essa estratégia, obteve quase 47% dos votos, que foram insuficientes para vencer no primeiro turno.

A candidatura de José Serra (PSDB) nos surpreendeu, não por sua identificação com as políticas neoliberais, e sim pelo baixo nível da sua campanha presidencial. Foi agressivo e perseguiu jornalistas em entrevistas, tentou interferir em julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF), espalhou mentiras e acusações infundadas.

Chegou a usar a própria esposa, que percorreu as ruas de Niterói (RJ) dizendo que Dilma Rousseff “é a favor de matar as criancinhas”. Somente uma candidatura sem nenhum compromisso com a ética e com a verdade, contando com o total controle sobre a mídia, pode desenvolver uma campanha de tão baixo nível. A biografia do candidato já é a maior derrotada nestas eleições.

A candidatura de Marina Silva (PV) cumpriu o objetivo a que se propôs: provocar o segundo turno nesta campanha eleitoral. O tempo dirá se o seu êxito serviu para fortalecer a democracia ou simplesmente foi utilizada pelas forças conservadoras, para que retornassem ao governo.

Já as candidaturas identificadas com os partidos de esquerda, que utilizaram o espaço eleitoral para defender os interesses da classe trabalhadora, infelizmente tiveram uma votação inexpressiva.

O descenso social que temos há duas décadas em nosso país, a fragmentação das organizações da classe trabalhadora e a fragilidade da política de comunicação com a sociedade certamente influíram no resultado eleitoral. Cabe uma auto-crítica aos partidos políticos que se limitam apenas às campanhas eleitorais para dialogar com a sociedade. E que não falte daqui pra frente trabalho de base e a formação política permanente.

As eleições deste ano demonstraram o poder nefasto e antidemocrático da mídia. Mas, por outro lado, foi potencializada uma rede de comunicadores independentes, comprometidos com a liberdade de expressão e com o direito à informação, e que enfrentam aguerridamente o monopólio dos meios de comunicação em nosso país. São avanços rumo à democratização da informação e na construção de uma comunicação democrática e plural, com a participação da sociedade.

O 2º Turno

Nós reafirmamos nosso compromisso em defesa das bandeiras de lutas da classe trabalhadora e na construção de um país democrático, socialmente justo e soberano. Independentemente do governo eleito, seja ele qual for, iremos lutar de forma intransigente pela expansão das liberdades e dos direitos democráticos oprimidos.

Vamos lutar também por mudanças nas instituições e serviços públicos, em benefício da ampla maioria da população; combater aos monopólios para o desenvolvimento com soberania e distribuição de renda; defender as conquistas trabalhistas, a redução da jornada de trabalho, o direito de greve para os servidores públicos; a Previdência Social pública, de boa qualidade, pelo fim do fator previdenciário.

Defendemos também a realização de uma reforma urbana, com moradia, saneamento básico, transporte público e segurança; a construção de serviços de saúde universal e de boa qualidade; reformas na educação pública e promoção da cultura nacional-popular com caráter universal; o fim do latifúndio, limite do capital estrangeiro sobre os nossos recursos naturais e a realização de uma Reforma Agrária anti-latifundiária; a implantação de novas relações da sociedade com o meio ambiente e efetivação uma política externa de autodeterminação, solidariedade aos povos e que priorize a integração dos povos do continente latino-americano e do Caribe.

Infelizmente, os avanços do governo Lula em direção a essas bandeiras democrático-populares foram insuficientes, em em que pese o acerto de sua política externa. Também nos preocupa constatar que, no arco de alianças da candidatura de Dilma Rousseff, há forças políticas que se contrapõem a essas demandas sociais.

Porém, temos uma certeza: José Serra, por sua campanha, pelo seu governo no Estado de São Paulo e pelos oito anos de governo FHC, tornou-se o inimigo dessas bandeiras de lutas. Pelo caráter anti-democrático e anti-popular dos partidos que compõem sua aliança eleitoral e por sua personalidade autoritária, estamos convictos que uma possível vitória sua significará um retrocesso para os movimentos sociais e populares em nosso país, para as conquistas democráticas em nosso continente e uma maior subordinação ao império dos Estados Unidos. Esse retrocesso não queremos que aconteça.

Nossa posição nessa conjuntura

Assim, os movimentos sociais e a Via Campesina Brasil afirmam o seu apoio e compromisso de lutar para eleger a candidata Dilma Rousseff para o cargo de presidenta do Brasil. Queremos nos juntar aos movimentos sindicais, populares, estudantis, religiosos e progressistas para promover debates com a sociedade, desmascarar a propaganda enganosa dos neoliberais e autoritários e exigir avanços na democracia, nas políticas públicas que favoreçam a população, no combate aos corruptos e corruptores e na democratização do poder em nosso país.

Precisamos derrotar a candidatura Serra, que representa as forças direitistas e fascistas do país. Devemos seguir organizando o povo para que lute por seus direitos e mudanças sociais, mantendo sempre nossa autonomia política frente aos governos.

Conclamamos a militância de todos os movimentos sociais, os lutadores e lutadoras do povo brasileiro, para se engajarem nessa luta, que é importantíssima para a classe trabalhadora.

Vamos à luta!! Vamos eleger Dilma Rousseff presidenta do Brasil.

Via Campesina Brasil

Movimento dos Atingidos por Barragens- MAB

Movimento das Mulheres Camponesas- MMC

Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra- MST

Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil- FEAB

Assembléia Popular- PE

Centro de Estudos Barão de Itararé

Fórum Brasileiro de Economia Solidária

Marcha Mundial das Mulheres- MMM

Movimento Camponês Popular- MCP

Rede Brasileira de Integração dos Povos- REBRIP

Rede de Educação Cidadã Sudeste- RECID

Sindicato dos Engenheiros do Paraná- Senge-PR

Uniao de Estudantes Afrodescendentes-UNEAFRO ”

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