Relato sobre o I Planejamento do Instituto FACES do Brasil

Autora: Rosemary Gomes (rgomes@fase.org.br)

Participei do I Planejamento do Instituto FACES do Brasil. Agora, depois de 4 anos de seminários, audiências públicas e encontros regionais, chegamos a um momento de definição sobre a diferenças entre uma ferramenta operacional (Ong FACES), acompanhemento de projetos pilotos e testagem de modelos; e construção coletiva de um sistema nacional de comércio ético e solidário. Separamos o que será responsabilidade de um grupos de entidades de assessoria, federações de trabalhadores, certificadoras e o papel de animar um Fórum de Comércio Ético e Solidário.

Festival Software Livre da Bahia

Fonte: Diogo Almeida/BanSol (diogofar@yahoo.com.br) O impacto da tecnologia na vida moderna: a informática pode ser usada como instrumento para geração de riquezas e diminuição dos abismos sociais? Para tratar desse assunto...

Painel Economia Solidária no I Congresso Estadual das Cooperativas/RJ

Autor: Marcos Arruda (marruda@pacs.org.br), 29/3/05

O Convite

O convite para o PACS e FCP participarem deste painel veio do atual presidente da OCB-RJ (novo nome da OCERJ, transformada em sindicato de cooperativas), Francisco de Assis França. Lembremos que ele participou de reuniões do FCP quando era presidente da Fetrabalho-RJ. Jacqueline Calçado, vice-presidente, explicou que a OCB tem discutido a Economia Social e a Economia Solidária, procurando entender suas propostas, suas convergências e divergências e buscando situar-se nesta nova conjuntura. O PACS aceitou o convite por estar convencido de que a Economia Solidária pode ampliar seu alcance com maior vigor junto às bases do movimento cooperativo do que junto a qualquer outro setor da sociedade. Este diálogo serve para identificar forças, debilidades e contradições de ambos os lados, gerar convergências e reforçar o projeto de uma sociedade cooperativa e solidária. Participaram cerca de 60 pessoas.

Economia "masculina" ou "feminina"?

Fonte: Folha Opinião – 30 de março de 2005

Autor@s: Rose Marie Muraro e Marcos Arruda

Na pré-história as pessoas faziam trocas diretamente, sem necessidade de dinheiro ou de um padrão que as balizasse. Isso era o escambo. Nessas transações ninguém perdia. Era uma matemática do ganha/ganha. A invenção da moeda trouxe a compra e a venda. E o lucro surgiu quando foi possível vender um produto por um valor acima dos custos da sua produção. A moeda foi por muito tempo apenas meio de troca e símbolo do trabalho realizado para trazer o produto ao comprador. Quando ela ganhou um preço -os juros-, passou a ser também reserva de valor, funcionando como mercadoria que se compra e se vende.

Próximo Fórum Social Mundial (2006)

Fonte: Boletim do Fórum Social Mundial

O Conselho Internacional do FSM (CI) se reuniu na cidade de Utrecht, na Holanda, entre os dias 31 de março e 2 de abril de 2005. Durante o encontro, foi feita avaliação do V FSM, realizado em Porto Alegre, entre os dias 26 a 31 de janeiro deste ano. Além disso, o CI discutiu os rumos do processo FSM e, especificamente, o FSM 2006, que será realizado de forma descentralizada, em diferentes lugares do mundo. O FSM será policêntrico, ou seja, terá múltiplos centros.

A reunião foi precedida de um seminário conjunto das comissões de Expansão, Metodologia, Temática e Conteúdo, Comunicação e Recursos, entre os dias 28 e 30 de março.

As mulheres do Kerala contra a Coca-Cola

Fonte: Le Monde Diplomatique (Trad.: Fábio de Castro)

Autora: Vandana Shiva*

Na Índia, um movimento composto majoritariamente de mulheres impõe derrotas à gigante dos refrigerantes, que explora lençóis freáticos, polui rios e terras e oferece bebida com pesticidas

Uma escola a serviço do desenvolvimento solidário

Fonte: RITS (www.rits.org.br) – 03 de abril de 2005

Autora: Mariana Hansen

Criada em 2003, a Escola Livre de Desenvolvimento Solidário de Olinda (PE) é uma iniciativa do Programa Gestão Pública e Cidadania, da FGV-SP, com o apoio de várias organizações, entre elas o Centro de Cultura Luiz Freire e a Associação dos Pequenos Agricultores do Estado da Bahia (Apaeb). Desde 1998, o programa vem produzindo conhecimento através da realização de seminários temáticos, com análises, linguagens e aprendizagens múltiplas. Para a coordenadora geral do projeto, Ilka Camarotti, "é uma árdua tarefa deslocar o debate sobre pobreza e desenvolvimento solidário para a região Nordeste, como também capacitar a população empobrecida, valorizar seus saberes e fazeres populares". O resultado desse trabalho contínuo de identificar, selecionar, analisar, disseminar, partilhar, empoderar, influenciar e transformar levou à criação da Escola. O projeto tem por objetivo promover a interação entre as diferentes atividades de reflexão e formação já existentes em universidades, organizações não-governamentais, sindicatos, igrejas, setor empresarial e organizações indígenas.

Vendas pela Internet ajudam a alavancar economia solidária no país

Fonte: Jornal do Brasil – 31/03/2003

Autora: Juliana Lanzarini

A economia solidária ganha mais um novo aliado para a venda de produtos: a internet. Além de ser um espaço de comunicação e de divulgação, a web tem se mostrado também um ótimo meio para a prática da chamada economia solidária no Brasil. Participação de todos os trabalhadores nas decisões da organização, busca pela melhoria das condições sociais da comunidade local e adesão voluntária ao trabalho são algumas das características dos grupos de produção da economia solidária.

Coordenação da Via Campesina decide sair do CONSEA

Fonte: Boletim do Frei Sérgio (frei.sergio@al.rs.gov.br) A coordenação da Via Campesina decidiu nesta semana se retirar do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA). Em nota, o representante do Movimento dos Pequenos...

Curso Consumo Responsável e Sociedade Contemporânea

Realização: Instituto Kairós [ (11) 3214-3603]

O curso se desenvolverá em 30 horas de muita informação, reflexão e prática sobre as potencialidades do tema "Consumo Responsável", quer na vida de cada um de nós, quer na sua interação com a Economia Solidária, o Comércio Justo, os movimento de defesa dos direitos do consumidor e ambientalista, quer ainda, na proposta maior de construção de um outro mundo possível!!

Semana de Ação Mundial sobre o Comércio

Fonte: Josi (www.pacs.org.br)

Você concorda que os governos dos países pobres deveriam ter o direito de escolher as políticas comerciais que eles consideram melhores para a luta contra a pobreza? Que eles precisariam ter a liberdade de apoiar e proteger seus empreendimentos, produtores e comerciantes desprotegidos da forma que mais conviesse? Então, junte-se a nós e participe da Semana de Ação Mundial sobre o Comércio. De 10 a 16 de abril organizações, redes e movimentos realizarão ações coordenadas para questionar o mito do livre comércio e apresentar alternativas.

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