UFPA promove seminário sobre Desenvolvimento Regional e Economia Solidária na Amazônia
Fonte: www.unitrabalho.org.br
Com o tema Desenvolvimento Regional e Economia Solidária na Amazônia, formação e inovação de empreendimentos solidários, a UFPA organiza entre os dias 10 e 12 de janeiro de 2007, o II Encontro das Incubadoras de Empreendimento Solidários da Regional Norte da UNITRABALHO.
Além da UFPA, participam do evento a Universidade Federal do Acre – UFAC e Universidade Federal de Roraima – UFRR.
O Seminário conta com apoio da Agência de Desenvolvimento da Amazônia – ADA, Fundação Banco do Brasil, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Governo do Estado do Pará e FINEP.
Maiores informações e inscrições pelo fone 91 3201 7685 – E-mail itcpes@ufpa.br
Acesse a programação em http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=414
Experiências da Economia Solidária rumo ao FSM
Fonte: Agência Adital
O Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e o Faces do Brasil, em conjunto com várias entidades, redes e empreendedores, bem como instâncias internacionais como a Rede Intercontinental de Promoção da Economia Social e Solidária (Ripess), estão ultimando os preparativos para a representação de uma caravana da economia solidária no Fórum Social Mundial, que será realizado no período de 20 a 25 de janeiro, em Nairobi, Quênia. Entre algumas das atividades já definidas está a oficina “Comércio Justo e Economia Solidária no Brasil – o sistema brasileiro do comércio justo e solidário”, inscrita pelo Faces. O objetivo é apresentar o processo de construção deste sistema como política pública de apoio ao desenvolvimento de cadeias comerciais alternativas, a partir de um processo articulado entre entidades da sociedade civil e governamentais.
Uma outra atividade, inscrita pelo Fórum, é a conferência “A Experiência dos empreendimentos solidários na construção de cadeias produtivas regionais”. Esta atividade tem como objetivo a reflexão sobre a construção de cadeias produtivas solidárias como avanço do movimento em estratégias que fortaleçam as cadeias de produção, comercialização e consumo da Economia Solidária, tanto internamente ao movimento (compras de insumos dentro do próprio movimento) quanto externamente (através das várias estratégias e canais que incluem tb as licitações e compras governamentais focadas nos pequenos agricultores familiares, prestadores de serviços e trabalhadores do campo da ecosol).
Em parceria com o Fórum, o Instituto Marista de Solidariedade também deverá participar do evento com a oficina “Feiras de Economia Solidária enquanto processo mobilizador da ES”. Por sua parte, a Rede Intercontinental de Promoção da Economia Solidária está propondo a conferência “A ESS: conceitos e práticas, a co-produção de políticas públicas”. A mesa contará com representações da África, América Latina, Europa, e América do Norte.
Da parte governamental, foram convidados para compor a mesa das atividades Paul Singer, secretario Nacional da Economia Solidária, célula ligada ao Ministério do Trabalho e Haroldo Mendonça, coordenador geral de Comércio Justo e Crédito da Secretaria Nacional de Economia Solidária.
Curso a distância aborda economia solidária
Fonte: http://www.opovo.com.br/opovo/economian/660191.html
Circula dia 07/01, encartado no O POVO, o fascículo inicial do curso Caminhos do Desenvolvimento Local. Ele apresenta os professores autores dos fascículos, os temas que serão abordados em cada um, além de um calendário das aulas presenciais, dos chats e data da prova final
Tem início dia 07/01, o curso Caminhos do Desenvolvimento Local, na modalidade a distância, realizado pela Fundação Demócrito Rocha, através da Universidade Aberta do Nordeste (Uane), quando circula, encartado no O POVO, o fascículo contendo a apresentação do curso e orientações gerais para os cursistas. As inscrições podem ser feitas no site (www.fdr.com.br/desenvolvimento) ou através de ficha de inscrição publicada na edição do Jornal O Povo.
Gratuito e aberto a toda sociedade civil, Caminhos do Desenvolvimento Local será composto por 13 fascículos – sendo 12 temáticos. “O curso visa despertar os participantes para o reconhecimento e mobilização dos recursos locais com vistas à construção do processo de desenvolvimento”, ressaltou a coordenadora do curso, Mônica Alves Amorim, professora de Economia da Universidade Federal do Ceará e doutoranda em Desenvolvimento Econômico e Política Industrial pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) .
Segundo Mônica, os temas abordados nos fascículos, tais como microfinanças, Arranjos Produtivos Locais (APLs), economia solidária, o novo mundo rural e organizações sociais, “certamente deverão animar os debates nas comunidades, estimulando a produção de matérias nos jornais comunitários, a expressão e o compartilhamento de idéias, potencializando, por fim, soluções ao empreendedorismo local.”
Ministério do Trabalho aprova projeto de ‘Economia Solidária’ da Prefeitura de João Pessoa
Fonte: http://www.joaopessoa.pb.gov.br/noticias/?n=5219
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por sua Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), aprovou parecer técnico favorável à execução do projeto ‘Fazendo Arte e Economia Solidária’, implantado pela Prefeitura de João Pessoa (PMJP) através da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).
A decisão publicada no Diário Oficial da União (DOU) do dia 28 de dezembro de 2006, seção III, página 200, irá beneficiar 450 artesãos localizados em 25 bairros da Capital, proporcionando espaços de formação para o aprofundamento sobre os elementos da prática de comercialização coletiva, considerando os princípios da Economia Solidária, e ainda qualificando as habilidades para o artesanato e trabalhos manuais com vistas à realização de feiras itinerantes e fixas, viagens de intercâmbio para a troca de experiências e exposição em eventos regionais e nacionais.
Jackson convoca sua equipe para tirar o MA da pobreza
Fonte: Jornal Pequeno, por Manoel Santos Neto
Jackson Lago disse que todas as secretarias são importantes, mas as prioridades do governo são educação, saúde, produção e segurança. “Esses são os quatro itens que a população exige como principais”, enfatizou o governador. No atual governo foram extintos 20 órgãos, incluindo as gerências regionais. A administração direta passa a ter 25 secretarias. Na estrutura do novo governo surgem quatro novas secretarias, a de Administração e Previdência Social (Seaps), do Turismo (Setur), do Trabalho e da Economia Solidária (Setres) e da Mulher (Semu).
Jackson prega gestão democrática ao empossar o novo secretariado
Governador convoca sua equipe para a grande tarefa de resgatar o MA da pobreza Ao empossar os novos secretários de Estado, o governador Jackson Lago conclamou sua equipe de governo, na manhã de ontem, a realizar um trabalho com a marca da gestão democrática e da participação popular. “O que pretendemos é um governo honrado, participativo, voltado para promover o benefício da população mais necessitada”, afirmou o governador, reafirmando o compromisso de campanha de resgatar o Maranhão da pobreza.
Edital: Saiu o resultado da Pré-seleção
Fonte: Secretaria Executiva do FBES A coordenação Executiva do FBES concluiu no dia 04 de janeiro a pré-seleção das/os candidatas/os ao cargo de secretária/o executiva/o do FBES. Recebemos, ao todo, 20 currículos, de ótima qualidade, o que dificultou muito o trabalho...
Itajaí ganha Centro de Economia Solidária
Fonte: Agência Adital, por Rogéria Araujo
No Dia Nacional da Economia Solidária, 15 de dezembro, o município de Itajaí, no Estado de Santa Catarina, ganha um espaço voltado para a formação especializada teórica e prática sobre novas formas organizativas de empreendimentos. O Centro Público de Economia Solidária de Itajaí (Cepesi) tem por objetivo ser um canal onde tanto produtores quanto consumidores possam conhecer mais sobre o assunto e se aproximar mais de uma nova e dinâmica forma de sustentabilidade econômica.
Produtos solidários, comércio solidário
Fonte: Agência Adital, por Rogéria Araujo
A compra é o item fundamental para qualquer produto. E na cadeia solidária construir esta ponte é o desafio que 1.680 pessoas, em 47 grupos de empreendimentos, estão enfrentando com sucesso com a implantação, há um mês, do Centro de Comercialização da Economia Solidária. A experiência vem do Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul.
“O problema não era produzir. Isso a gente já sabia demais. A questão era a comercialização”, conta a empreendedora Sebastiana Almire sobre a idéia de criar um espaço totalmente dedicado para a compra dos produtos feitos dentro da Economia Solidária. Quando o Governo do Estado cedeu um prédio, o Fórum Brasileiro de Economia Solidária fez algumas articulações e, de forma organizada, a Central começou a dar ótimos resultados.
Fórum de Cochabamba pede a democratização da propriedade da terra
Fonte: Agência Adital
Luis Patrolas, integrante do MST, sugeriu três desafios para a integração agrária do continente: primeiro, exigir dos governos a expropriação de terras que sejam propriedade de multinacionais; segundo, desenvolver um grande projeto de reforma agrária com base na consigna terra para todos e educação popular; e, terceiro, fomentar o comércio solidário entre os povos, sem a intervenção das multinacionais.
Esta foi uma uma das reivindicações dos movimentos sociais na primeira jornada de debates, no primeiro dia do Fórum Social pela Integração dos Povos, que se realiza em Cochabamba, Bolívia.
Todos os povos do continente têm direito de produzir seus alimentos de forma independente, priorizando formas de produção familiares, sociais e cooperativas, o que implica evitar que as sementes sejam patenteadas pelas empresas multinacionais, foi a proposta de vários representantes da região, que participaram da mesa Agricultura, Terra e Território, um dos 13 temas do Fórum.
Mundo Paralelo: lojas do comércio justo e solidário
Fonte: Miguel Steffen (miguelste1@yahoo.com.br)
Nos dias 15 e 18 de dezembro, foram inauguradas duas lojas “Mundo Paralelo” de Comércio Justo e Solidário. Ambas têm café/bar para servir de ponto de encontro. Compramos e revendemos produtos da economia solidária.
As lojas têm produtos da agricultura, calçados, roupas e artesanatos das diversas regiões do Brasil. Já estamos com mais de 100 produtores rurais e urbanos fornecendo produtos para as lojas. Este projeto tem o apoio do Ministério do Trabalho, via Secretaria Nacional da Economia Solidária e Fundação Banco do Brasil.
Neste projeto também montamos um escritório de negócios que já está funcionando e em breve lançaremos o sitio na internet para vendas on line além de outras novidades.
Nosso novo endereço é: Rua Primeiro de Março, 463 loja 01 – Centro de Novo Hamburgo/ RS. A loja de Porto Alegre se situa na Rua General Câmara, 424, no Centro.
O horário de funcionamento das lojas é comercial e o café/bar de Porto alegre funciona das 11 da manhã as 23 horas de segunda a sexta.
I Seminário Cooperminas
Fonte: ww.anteag.org.br No mês de Dezembro de 2006, a ANTEAG realizou em parceria com o Sindicato dos Mineiros de Criciúma, o I Seminário Cooperminas com o título “ Organização para Autogestão”. O seminário contou com a presença de 318 mineiros associados e alguns...
I Seminário Cooperminas
Fonte: www.anteag.org.br
No mês de Dezembro de 2006, a ANTEAG organizou em parceria com o Sindicato dos Mineiros de Criciúma, o I Seminário Cooperminas com o título “ Organização para Autogestão”.
O seminário contou com a presença de 318 mineiros associados e alguns contratados.
O evento teve como objetivo a formação dos trabalhadores em gestão coletiva. Os problemas da empresa foram discutidos coletivamente e ações para a solução dos problemas foram levantados em grupos e apresentados em plenário. Este método tem como objetivo envolver todos o trabalhadores nas ações que a empresa deverá implementar. No final do seminário foi eleito um “GT”- Grupo de trabalho, composto por 28 cooperados com a responsabilidade de acompanhar , avaliar e monitorar os encaminhamentos do seminário.
APAEB – Associação de desenvolvimento sustentável e solidária da Região Sisaleira/ BA
Fonte: www.anteag.org.br
A ANTEAG – Associação Nacional dos Trabalhadores e Empresas de Autogestão, através do convênio de cooperação financeira com Fundação Banco do Brasil MTE/SENAES 15/2004, – projeto 6.233 – iniciou o trabalho de Assessoria na APAEB-Valente Bahia com o objetivo de criar as bases para redefinição dos modelos de gestão da fábrica de tapetes. O projeto será desenvolvido entre os meses de dezembro/ 2006 e agosto/ 2007 a partir da separação das atividades produtivas das atividades de desenvolvimento social, com a proposta de constituição de uma cooperativa entre os trabalhadores da fábrica e da gestão participativa entre os trabalhadores das diversas instâncias da empresa.
