Feira Permanente de Economia Solidária começa em abril em Curitiba
Fonte: www.cefuria.org.br
Produção cooperada, autogestão e consumo solidário estarão reunidos na Feira Permanente de Economia Popular Solidária, que terá início no dia 9 de abril, no Sítio Cercado. A feira será realizada mensalmente com mais de 30 iniciativas de economia popular solidária, vindas de Curitiba e Região Metropolitana.
Multifeira dos povos do Cerrado
Fonte: www.unimontes.br
Estão abertas as inscrições para a Multifeira dos povos do Cerrado que acontecerá na cidade de Pirapora, Minas Gerais. A Feira faz parte do 6º Encontro Regional dos Povos do Cerrado. O evento acontecerá entre os dias 02 e 05 de Junho de 2011.
Ijuí realiza Feiras de Economia Solidária nos próximos dias
Fonte: Incubadora de Economia Solidária (itecsol@unijui.edu.br)
Atividades acontecerão no Campus da UNIJUÍ dias 06 e 14 de abril
Os empreendimentos econômicos solidários de Ijuí, RS, e região, informam que nos próximos dias os apreciadores dos produtos da economia solidária terão dois eventos em que poderão adquirir e experimentar as mercadorias produzidas de maneira coletiva e autogestionária.
A próxima feira acontecerá nesta quarta-feira, dia 06 de abril e a FECONSOL retorna no dia 14 de abril (quinta-feira), no Campus da UNIJUÍ, em frente à Biblioteca Mário Osório Marques, das 9h da manhã às 21h com comercialização de produtos coloniais, agro-ecológicos, artesanato e outros produtos confeccionados por pequenas cooperativas e associações de Ijuí e região.
Produtos Bordana: inspirados nas riquezas do Bioma Cerrado
Divulgado por Celma G. de Oliveira
A Cooperativa de Bordadeiras – Bordana foi criada em 2009 como uma iniciativa do Instituto Ana Carol e visa promover inclusão social e econômica, emancipação e empoderamento de suas e seus participantes, por meio da geração de trabalho e renda através do cooperativismo e da economia solidária. Detentora de uma linha de produtos inspirada nas riquezas do Bioma Cerrado e nas suas histórias de vida, a cooperativa apresenta um trabalho único e exclusivo.
Ibase lança cartilhas para fortalecer economia solidária
Fonte: Por Natália Mazotte (Ibase)
Publicação é uma parceria com o Centro Nacional de Formação em Economia Solidária
O Ibase acaba de lançar, em parceria com os Centros de Formação em Economia Solidária (CFES) e com o patrocínio da Petrobrás, uma coleção de quatro cartilhas que traz um novo olhar sobre os empreendimentos e, em especial, as redes e cadeias de economia solidária. O objetivo é fortalecer as experiências no setor.
As publicações foram elaboradas para servir de material didático para oficinas e para a prática cotidiana de iniciativas solidárias. Elas apresentam ferramentas e métodos sobre fluxos e gestão da informação, tema central da coleção.
Antes do “Grito da Terra”, Contag apresenta ao governo pauta com 200 reivindicações
Fonte: www.blog.planalto.gov.br
Uma pauta com cerca de 200 itens foi apresentada, nesta sexta-feira (1/4), à presidenta Dilma Rousseff por representantes de Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) durante encontro no Palácio do Planalto.
Índios de MT denunciam barragens na ONU e escassez de peixes em rios
Fonte: Clipping da 6ª CCR do MPF.
Os índios Enawene Nawe, que habitam a região Noroeste de Mato Grosso, iniciaram seu ritual de pescaria anual temendo que as 80 hidrelétricas planejadas para a bacia do rio Juruena promova a extinção de peixes de uma vez. Reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural Brasileiro, o ritual Yãkwa é excepcional. Porém, em 2009, a escassez de peixes impediu que ele fosse realizado pela primeira vez.
Fórum de Economia Solidária do RN organiza oficina
Fonte: Aprositro (ecosoltrairi@gmail.com) Encontro debate desenvolvimento e economia solidária O Fórum de Economia Solidária do Rio Grande do Norte com sua representãção no Território do Trairí convida para a II Oficina de Economia Solidária. O evento acontecerá entre...
FBES afirma ao MDS a necessidade de ação emancipatória de erradicação da pobreza extrema
Secretaria Executiva do FBES
No dia 25 de fevereiro, em Brasília, a Coordenação Executiva do FBES foi recebida por Ana Fonseca, do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), que é a pessoa responsável por articular os vários ministérios da área social e coordenar as ações de erradicação da pobreza extrema.
Durante a reunião, as/os representantes do FBES afirmaram a necessidade de que as ações tenham saldo positivo de organização das pessoas atendidas, para que não se gere uma classe média alienada dos problemas ou desinteressada quanto ao desenvolvimento em sua comunidade. É preciso que as ações de geração de renda e inclusão produtiva estimulem a emancipação social e política. Além disso, o FBES apresentou uma lista de possibilidades de ações no MDS que podem contar com a parceria dos atores da Economia Solidária.
Projeto de Lei que cria Secretaria de Micro e Pequena Empresa chega ao Congresso
Fonte: Blog do Planalto – 01/04/2011 – http://tinyurl.com/6zkuoxw
O governo encaminhou ontem (31/3) ao Congresso Nacional projeto de lei que cria a Secretaria da Micro e Pequena Empresa com status de ministério subordinado à Presidência da República. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União que circulou ontem e, após ser processado na Câmara, recebeu número de PL 865 (acesse a proposta neste link: http://tinyurl.com/6bf5btl)
Na exposição de motivos consta que “o principal objetivo da iniciativa é a criação, no âmbito da Presidência da República, da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, com competências relacionadas à formulação de políticas e diretrizes de apoio à microempresa, à empresa de pequeno porte e ao segmento do artesanato”.
“Incumbirá à nova Secretaria tratar de temas como o cooperativismo e associativismo urbanos, a promoção do desenvolvimento de arranjos produtivos locais, programas de qualificação e extensão empresarial, e iniciativas para o aumento da participação das micro empresas nas exportações brasileiras e sua internacionalização”, diz o texto.
A exposição de motivos explica ainda que “no atual arranjo institucional da Administração, as políticas de apoio ao segmento das micro empresas e das empresas de pequeno porte são conduzidas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que conta com reduzida estrutura dedicada ao tema”. Além disso, segue, há projetos desenvolvidos por diversos outros órgãos, caso, por exemplo, dos Ministérios da Fazenda, da Ciência e Tecnologia e do Trabalho e Emprego, mas sem a devida coordenação.
“É com o propósito de articular as ações direcionadas a esse segmento empresarial, de reconhecida importância para a economia nacional, especialmente na criação de empregos, que se entende ser necessária a criação do órgão. São promovidas, adicionalmente, as adaptações no Estatuto da Micro Empresa e da Empresa de Pequeno Porte – Lei Complementar no 123, de 14 de dezembro de 2006.”
A estrutura da secretaria, segundo informações, conta com os cargos de Ministro de Estado Chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República, um cargo de Natureza Especial de Secretário-Executivo da mesma Secretaria e os seguintes cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores: dois DAS-6, sete DAS-5, dezoito DAS-4, dezenove DAS-3, quinze DAS-2 e sete DAS-1.
“O impacto orçamentário corresponde a R$ 6,5 milhões no presente exercício, considerado o período de abril a dezembro, e a R$ 7,9 milhões nos exercícios subsequentes. Esse impacto é compatível com as dotações consignadas na Lei Orçamentária Anual para 2011 e com os demais dispositivos da legislação orçamentária e de responsabilidade fiscal”, informa o texto.
Nota Pública do FBES
O Fórum Brasileiro de Economia Solidária vem a público refirmar o compromisso da defesa incansável da implantação do Ministério da Economia Solidária. Esta defesa se fundamenta nas deliberações coletivas da IV Plenária do FBES e da II CONAES (Conferência Nacional de Economia Solidária) que teve a participação de mais de 20.000 cidadãs e cidadãos desde as conferências microrregionais e territoriais.
Esta defesa tem como fundamento a proposta política de colocar a economia solidária no centro do planejamento e, consequentemente, das políticas de desenvolvimento do Brasil.
A economia solidária não se expressa por uma determinada personalidade jurídica e não se restringe a inclusão produtiva, vai além, ao trazer à pauta um desenvolvimento territorial, justo e sustentável, centrado em outro modelo de consumo, produção e comercialização, tanto no meio urbano, quanto no rural. Promove novos valores e traz outra referência para o dinheiro e para as finanças, considerando o papel central do trabalho no desenvolvimento do ser humano e na valorização da vida. Tais iniciativas se expressam, por exemplo, em cooperativas populares de catadores de materiais recicláveis, cooperativas de agricultura familiar e agroecologia, bancos comunitários, empreendimentos coletivos de prestação de serviços e grupos produtivos de povos e comunidades tradicionais.
Não negamos a importância do empreendedorismo individual e da política de micro e pequenas empresas, formas de inclusão produtiva e geração de emprego e renda. No entanto, submetidas à acumulação do capital e a um sistema precário e desigual.
Somos contra a proposta de levar o CNES (Conselho Nacional de Economia Solidária) e a Senaes (Secretaria Nacional de Economia Solidária) para uma Secretaria de Micro e Pequena Empresa, conforme recém colocado no PL 865/2011 de 31 de março de 2011. Esta PL foi construída sem diálogo com qualquer ator de economia solidária do país, uma proposta unilateral, que não representa a proposta de um governo democrático.
Desde novembro/2010 há insistência em dialogar com a excelentíssima presidenta Dilma sobre o avanço do espaço institucional da economia solidária em seu governo e até o momento, não houve nenhuma sinalização para ouvir o movimento e para se construir um espaço de diálogo a respeito da política pública de economia solidária.
Além disso, o momento político atual coloca a erradicação da pobreza extrema no centro da agenda de governo e muitas ações são fundamentadas na economia solidária. Para articular e gerenciar estas ações é premente a criação de um Ministério ou de uma Secretaria Especial de Economia Solidária, coordenando e avançando em ações transversais nos diversos ministérios existentes.
É importante destacar que neste ano o FBES solicitou audiências com diversos ministérios, além da presidência da república, com diálogos iniciados junto ao MDS, MMA, MTE e SEPM, sensibilizando-os para a erradicação emancipatória da pobreza. Também houve sensibilização junto aos parlamentares com a refundação da Frente Parlamentar de Economia Solidária em conjunto com a sociedade civil.
A PL 865/2011 agora tramita no Congresso e faz-se necessário a criação de condições para um amplo debate junto as trabalhadoras e trabalhadores da economia solidária.
Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES)
01 de Abril de 2011.
Nota disponível em pdf em: http://miud.in/DSf
FBB e parceiros selecionam cooperativas de catadores para o projeto Logística Solidária Cataforte
Por Cláudia Moreira
A Fundação Banco do Brasil torna público o Edital para que cooperativas de catadores de recicláveis apresentem propostas ao projeto “Fortalecimento da Infraestrutura de Cooperativas de Catadores para Coleta, Transporte e Comercialização de Materiais Recicláveis – Logística Solidária Cataforte”. Além da Fundação Banco do Brasil, são parceiros do Logística Solidária a Petrobras, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego.
O Edital vai selecionar propostas de Cooperativas, sem fins lucrativos, voltadas diretamente às atividades de coleta, transporte e comercialização de material reciclável. As ações selecionadas serão apoiadas pela Fundação do Brasil BB, com recursos dos parceiros, por meio de Convênio.
Plano Nacional para Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade contemplará AM, PA, AC
FBES participa do debate O Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade, sob a coordenação dos Ministérios do Desenvolvimento Agrário, Meio Ambiente, Desenvolvimento Social e Combate a Fome e a Companhia Nacional de...




