Curso de Economia da UFG tem economia solidária no currículo
Fonte: Ângelo Cavalcante (Departamento de Economia – UFG): angelocavalcante@yahoo.com.br
Está sendo ministrada, desde o dia 11 de agosto, na Universidade Federal de Goiás, campus II, em Goiânia, a disciplina ECONOMIA SOLIDÁRIA.
Trata-se de uma solicitação dos estudantes de economia do III período, turno noturno, e que já no primeiro semestre de 2008 descobriram que a economia servia para outras atividades, além da mera acumulação de capitais para pequenos grupos e, é claro, em detrimento de imensas maiorias. Descobriram que a economia, se realmente solidária, justa e equilibrada serve para promover eqüidade, justiça social, política e ambiental, bem como para promover valores comunitários, participativos e de unidade social.
Capitalismo, imperialismo, movimentos sociais e lutas de classes
Fonte: valeriadiasde@gmail.com
Texto de Virgínia Fontes
A própria definição de capitalismo precisa ser permanentemente relembrada, de forma a não se tornar uma espécie de palavra crispada, congelada, coisificada e ossificada. Capitalismo costuma ser pensado como uma “economia” descarnada pelos próprios capitalistas, que eliminam as relações sociais, ou humanas, de seu horizonte de cálculo. Ora, capitalismo é uma relação de produção e reprodução da vida social baseada em classes sociais. Não se define simplesmente por uma relação contratual de trabalho, ainda que nele as relações sociais tendam a assumir a forma jurídica; também não se limita a uma espiral acumulativa de riquezas, mesmo se o impulso à acumulação de capitais e à sua concentração são traços fundamentais; também não se define pelo predomínio do mercado, apesar de ser a forma social de produção mais extensamente baseada na produção de mercadorias. Qualquer dominação de classes depende da exploração do sobretrabalho da maioria da população por uma classe que controla as condições sociais da produção. A maneira histórica e peculiar ao capitalismo reside na exploração de trabalhadores formalmente livres. Esta “liberdade” resulta da expropriação da maioria da população das condições de assegurar a própria subsistência e é ela, portanto, que assegura a permanente conversão da força de trabalho em mercadoria. A expropriação foi condição para o surgimento do capitalismo e iniciou-se sobretudo através da expulsão dos camponeses, algo que todos nos lembramos.
Apenas comércio justo não basta – debate
Fonte: Rosemary Gomes (rosemary_gomes@hotmail.com)
Dialogando com o texto Problemas estruturais que impedem a produção voltada à alimentação local nunca foram resolvidos dessa forma, enviado por Inês Bueno, Rosemary Gomes enviou a seguinte contribuição:
“Sob esta perspectiva o FACES em 2004 redirecionou sua política de Plataforma, elegeu prioridade na relação com a Economia Solidária e colocou no centro Desenvolvimento Local e Segurança Alimentar através dos canais prioritários de comercialização.
No plano Latino-Americano vem organizando redes sul-sul e dialogando com as redes norte-sul novas perspectivas de complementariedade para produtos agroextrativista e artesanais.
Acesse a apresentação realizada por Rosemary Gomes no II Encontro da RIPESS em Havana em http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=852&Itemid=18
Acesse a apresentação de Rose para a VI Jornadas de Comércio Justo na Espanha em http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=853&Itemid=18
Apenas comércio justo não basta
Fonte: enviado por inesrosabueno@yahoo.com.br
Segundo Inês Rosa Bueno o texto abaixo é muito bom. E uma das formas de fazer as alianças regionais, seja na América do Sul, seja no sul da África, seja onde for, é através do fortalecimento de redes de comércio justo nessas regiões e entre essas regiões, que nos permitam virar as costas para a economia das grandes corporações transnacionais, inclusive negando o consumo dos produtos monofaturados que pregam mundo afora, acompanhados de modelos institucionais obsoletos e máquinas obsoletas.
Problemas estruturais que impedem a produção voltada à alimentação local nunca foram resolvidos dessa forma
A maior parte das vozes que se fizeram ouvir durante a última reunião da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em Roma, continuaram insistindo nos mesmos raciocínios de sempre quando falam do campo e da pobreza no planeta, ainda que agora seus argumentos estejam reforçados pelo aumento espetacular dos preços dos alimentos – o qual ameaça com a fome milhões de pessoas do mundo subdesenvolvido. Tais raciocínios são diferentes de acordo com sua procedência. Os governos dos países dominantes, a agroindústria, as grandes firmas de transformação e distribuição de alimentos e os organismos multilaterais (Organização Mundial do Comércio – OMC, Fundo Monetário Internacional – FMI, Banco Mundial – BM) sustentam que a pobreza dos países subdesenvolvidos seria solucionada se houvesse uma maior liberalização comercial no mundo.
Luta das/os trabalhadores/as em empresas e fábricas recuperadas em livro
Fonte: Eduardo H. Fontenla (fontenla@fibertel.com.ar)
Cooperativas de Trabajo y Empresas Recuperadas, de Editorial Intercoop, de Eduardo H. Fontenla
Es un libro extenso y meduloso, con mucha información objetiva y también con lecturas subjetivas, deja mucha tela para cortar y se constituye como un riquísimo aporte al debate respecto de la lucha de los trabajadores de las empresas y fábricas recuperadas.
Las fábricas y empresas recuperadas son aquellas donde los propios trabajadores, ante la quiebra o cierre, deciden asociativamente tomarla y volverla a poner en funcionamiento a través de la organización de una cooperativa de trabajo.
El trabajo es una lectura insoslayable a la hora de pensar, discutir e intervenir en el camino de la autogestión, especialmente bajo la forma cooperativa, en Argentina y en América Latina. Aunque las experiencias no son directamente extrapolables sirven para tener una mirada más amplia.
Escambau – Feira de Trocas
Fonte: http://www.trilhamundos.com.br
A Escambau é um dos principais projetos culturais da Cooperativa Trilha Mundos. A idéia tem fundamento na prática da economia solidária, buscando promover na sociedade uma reflexão sobre o consumismo e os valores dados a cada produto. O estímulo ao reaproveitamento de artigos, a partir da troca, mostra uma nova forma de adquirir materiais, sem o uso do dinheiro. Com essa premissa, a Feira foi organizada nos moldes da prática do escambo, uma das mais antigas formas de negociação de produtos da civilização. A venda de produtos não é permitida no evento, valendo apenas a troca.
A Feira promove um espaço em Brasília para a troca de artigos usados, possibilitando a reciclagem e o reaproveitamento de produtos literários (livros, revistas em quadrinhos), e fonográficos (CD’s, LP’s, DVD’s), além de roupas e acessórios. Quem quiser participar do evento basta levar algum ítem que não precise mais e negociar a troca no local. Não são cobradas taxas dos participantes nem dos expositores da Feira. Desta forma, a Trilha Mundos promove um espaço democrático, agregando pessoas de todas as idades, crenças, raças, sexos e classes sociais.
Chile realiza primeiro cadastro nacional de cooperativas
Fonte: http://www.decoop.cl/Noticias/N20080117_1/tabid/170/Default.aspx
Seguem informações da página do governo chileno sobre o mapeamento de cooperativas, segundo as informações da matéria, iniciou neste ano.
“Un equipo de encuestadores levantará en marzo y abril información actualizada sobre todas las cooperativas vigentes en el país.
Con un completo y actualizado registro respecto a la realidad del sector cooperativo chileno contará en los próximos meses el Ministerio de Economía. Dicha información surgirá de la “Consultoría para el levantamiento, procesamiento y análisis del primer catastro nacional de cooperativas” que el Departamento de Cooperativas, DECOOP, ha encargado al Centro de Estudios para el Desarrollo, CED.
Chile realiza primeiro cadastro nacional de cooperativas
Seguem informações da página do governo chileno sobre o levantamento que, segundo as informações da matéria, iniciou neste ano.
“Un equipo de encuestadores levantará en marzo y abril información actualizada sobre todas las cooperativas vigentes en el país.
Con un completo y actualizado registro respecto a la realidad del sector cooperativo chileno contará en los próximos meses el Ministerio de Economía. Dicha información surgirá de la “Consultoría para el levantamiento, procesamiento y análisis del primer catastro nacional de cooperativas” que el Departamento de Cooperativas, DECOOP, ha encargado al Centro de Estudios para el Desarrollo, CED.
Oficina de Economia Solidária em Ponta Porã/MS
Fonte: Neusa Gripa (neusagripa@hotmail.com)
No dia 11 de setembro foi realizada a 1ª Oficina de Economia Solidária no P.A. Itamarati no município de Ponta Porã, reunindo mais de 50 pessoas entre alunos do “Saberes da Terra” e lideranças do Assentamento.
A Oficina foi ministrada por Neide e Neusa do Banco Pirê de Dourados, e teve como conteúdo os conceitos e princípios da Economia Solidária, bem como a organização da mesma no assentamento.
Prelúdios da Primavera terá feira com participação da economia solidária
Fonte: http://www.agorams.com.br/index.php?ver=ler&id=135205
A Feira das Artes reúne ainda expositores de artesanato indígena, livros, fotografias e da economia solidária.
Grupo América Contemporânea se apresentou no dia 15/set no Prelúdios da Primavera.
O IV Prelúdios da Primavera, que traz a mostra sulamericana de música, organizado pela UFGD e UEMS, através de iniciativa do IDAC (Instituto para o Desenvolvimento da Arte e da Cultura), reserva uma atração especial para hoje (12 de setembro): o grupo América Contemporânea. Formado por 9 integrantes de seis países diferentes, como Bolívia, Venezuela, Chile, Colômbia, Peru e Argentina, a banda traz à cidade um pouco de cada cultura que representa.
I Encontro Nacional das Mulheres Catadoras
Fonte: Sonia Maria do Nascimento (sonia_fees@yahoo.com.br)
O Fórum Paranaense de Economia Solidária (FPES), em conjunto com o MPT, o Movimento Nacional das Catadoras de Material Reciclável e o Fórum Estadual Lixo e Cidadania realizarão o I Encontro Nacional das Mulheres Catadoras, nos dias 26,27,28 de setembro na Associação Banestado na Praia de Leste.
O evento contará com a presença de 300 mulheres catadoras.
O FPES vai promover a uma roda de conversa sobre Ecosol, uma oficina de genêro e a oficina prática de customização , além da recreação para as crianças das catadoras poderem participar do encontro sem terem que se preocupar com os filhos. A atividade cultural contará com um grupo de canto que fara á animação do encontro.
Fórum Paranaense no Seminário ES e desenvolvimento local sustentável
Fonte: Sonia Maria do Nascimento Nascimento ( sonia_fees@yahoo.com.br)
O FPES participará do Seminário de Economia Solidária e Desenvolvimento Local e Sustentável que acontecera nós dias 23,24,25 de setembro, em Maringá.
Fórum Paranaense participou do Programa Paraná em Ação
Fonte: Sonia Maria do Nascimento Nascimento (sonia_fees@yahoo.com.br)
O Fórum Paranense de Economia Solidária participou do Programa Paraná em Ação , promovido pelo governo do Estado, de 01 a 07 de setembro, em Curitiba, evento este que acontece todos os anos mas que pela primeira vez os empreendimentos da Economia Solidária foram convidados a participar.
A articulação foi feita pelo Fórum Paranaense de ES junto à Sec Estado de Trabalho, Emprego e Promoção Social, contemplando a participação dos Empreendimentos Solidários de Curitiba e Região Metropolitana e Vale do Ribeira com o apoio da ONG Moradia e Cidadania para a organização da feira.
