Seminário Bancos Comunitários da Região Amazônica
O Instituto Capital Social da Amazônia, entidade ligada à Rede Brasileira de Bancos Comunitários e gestora do Projeto de Fomento às Finanças Solidárias com base nos Bancos Comunitários da Região Norte,realizará nos dias 17 e 18 de fevereiro o Seminário sobre Bancos Comunitários da região Norte.
Economia Solidária garante renda e emprego no Piauí
Fonte: http://ai5piaui.com
Dar condições ao cidadão gerando trabalho e renda. Esta é a proposta da lei que cria a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária no Estado do Piauí (Pefes), a lei foi instituída pelo governador Wilson Martins e tem como objetivos a diretriz e promoção da Economia Solidária desenvolvendo grupos organizados, através de atividades econômicas com programas, projetos e parcerias.
A Economia Solidária estabelece iniciativas da sociedade civil que visam à geração de produto ou serviço, por meio da organização para geração do trabalho e renda em todas as esferas produtivas.
O Governo do Estado, o Governo Federal, os municípios, as universidades e instituições de pesquisa serão os agentes executores da Pefes, eles serão responsáveis pelas ações, estratégias e metodologias de apoio aos empreendimentos.
A prioridade desta modalidade de economia sugere a formação de redes que integram grupos produtores e prestadores de serviços e consumidores sem a presença de empregados sob tutela de empresários. No mercado solidário, o valor do produto não é apenas o preço em si, mas a maneira de dividir o resultado e as relações entre os componentes da empresa criada.
No Brasil, o Programa Nacional de Economia Solidária foi criado em 2004. No Piauí, já beneficiou mais de duas mil pessoas, foram investidos cerca de R$ 3 milhões. Em 2010, o programa recebeu recursos do Governo do Estado, através do Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop) e do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).
Secretário da Economia Solidária RS apresenta metas da pasta e recebe demandas de empreendedores
Em encontro com mais de 40 organizações de empreendimentos da economia solidária (EES) da Zona Sul do Estado, o secretário da Economia Solidária e Apoio à Micro e Pequena Empresa, Maurício Dziedricki, apresentou a equipe técnica de sua pasta e as prioridades para o primeiro ano de gestão, além de receber demandas e solicitações dos representantes, durante a interiorização do Governo, em Piratini, neste sábado (29). Maurício destacou que, cumprindo determinação de Tarso Genro, a Economia Solidária, a partir de agora, passará a ser uma política de Estado, formulada pelo Governo e pela sociedade, especialmente pelos segmentos que há anos vem sendo protagonistas deste setor.
“O reconhecimento e o fortalecimento deste setor passa pela mão de vocês, que terão um papel muito importante também na definição das políticas e das prioridades da secretaria”, afirmou Maurício, ao apresentar a equipe técnica e a futura diretora de Economia Solidária, Nelsa Nespolo. Foi ela que demonstrou algumas das metas sobre as quais a Sesampe está trabalhando para este primeiro ano de implantação da nova pasta, entre as quais destacou a criação de um selo para produtos da Economia Solidária, o apoio a promoção e a participação em feiras e eventos, a implementação de assistência técnica em projetos da ES, além da elaboração de um diagnóstico dos empreendimentos gaúchos segundo as regiões e setores econômicos.
Nelsa apontou, também, a perspectiva de elaboração de convênios para formação básica, qualificação profissional e gestão em cooperativismo e associativismo, bem como induzir o início de processos de coleta seletiva nos municípios gaúchos e a implantação de um Plano Estadual de Resíduos Sólidos. Maurício, por sua vez, informou que a Sesampe ainda está debruçada sobre estudos para a regulamentação da Lei estadual de Economia Solidária e a formação do conselho do Setor, além de ter início estudos técnicos para a criação de um novo fundo de crédito e microcrédito para os EESs.
Mais uma conquista da Economia Solidária no Balneário Camboriú
Inaugurada no sábado, dia 29 de janeiro, a Loja de Comercialização Solidária no Pontal Norte, é a mais recente conquista do Fórum Municipal de Economia Solidária de Balneário Camboriú em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social e a Secretaria de...
Real encontra ‘rival’ em lojas da zona sul de SP
Estabelecimentos da região do Campo Limpo usam moeda forte, o Sampaio. Conheça um pouco os segredos econômicos e financeiros que fazem a periferia crescer
Por Leonardo Brito, jornal Brasil Atual
O Jardim Maria Sampaio, na periferia da Zona Sul, é um conjunto vermelho de casarios inacabados. Uma pesquisa apontou altos índices de violência doméstica contra a mulher, o idoso e a criança. Por aqui vivem 30 mil pessoas. A falta de dinheiro é constante. O povo é pobre, mas consome!
Há pouco tempo ninguém tinha acesso às agências bancárias. Empréstimos só se conseguiam com amigos. Até que a União Popular de Mulheres de Campo Limpo e Adjacência, de 27 anos de lutas, se uniu à Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Universidade de São Paulo (ITCP-USP) e criou um banco para atender à comunidade. Assim, nasceu o Banco Sampaio.
Rio Maria: Realizada 1ª. Feira dos empreendedores de economia popular Solidaria
Fonte: Carajás Esportivo
A primeira Feira de Economia Solidária abriu espaço para empreendedores populares de Rio Maria que aconteceu domingo dia 30/01 na comunidade do Setor Cascalheira, com apoio da Apatiorô e da Rádio Comunitária Berokan FM, a feira foi um espaço para exposição de produtos produzidos por diversas pessoas da comunidade.
A feira dos empreendedores começou por volta das 04h00min da tarde, no Barracão da Comunidade São Pedro e São Paulo, na Rua 17 no Bairro Cascalheira. Foram realizadas exposições e apresentações culturais com a presença do Projeto Canto do Rio da ACARM.
Varias exposições artesanais de Pintura em tecidos, produtos naturais, artesanato em tecidos e madeiras, tapetes confeccionados, Bordados e Bijuterias Além de promover a comercialização direta dos produtos, a feira é um espaço de promoção de negócios, visando à sustentabilidade dos empreendedores. (José Augusto)
I Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais
Diversidades e (Des)Igualdades Universidade Federal da Bahia (UFBA) - Salvador- Bahia - Brasil De 07 a 10 de agosto de 2011 CHAMADA PARA INSCRIÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE COMUNICAÇÕES INDIVIDUAIS Diversidades e (Des)igualdades é o tema que orientará os debates do XI...
Fortalecimento da Comercialização Solidária continua em 2011
Fonte: IMS
Desde 2009, o Projeto Nacional de Comercialização Solidária no Brasil (PNCS) tem garantido apoio e incentivo à Economia Solidária (Ecosol) no país. Mais de 70 feiras microrregionais foram realizadas, 10 feiras estaduais, 05 internacionais, 01 nacional e 01 temática. Ações desenvolvidas com o objetivo de promover a comercialização direta de produtos e serviços de Empreendimentos Econômicos Solidários (EES). Para dar continuidade a incentivos como esses, o PNCS foi prorrogado até janeiro de 2012.
Além das feiras, seminários regionais e estaduais fizeram parte das ações de fortalecimento de redes e cadeias produtivas em todas as regiões do país. Até agora, foram 17 seminários estaduais, 04 regionais e 01 internacional. As feiras foram mais do que espaços de comercialização. Durante suas realizações, foram promovidos importantes momentos de formação, de troca de experiências, atividades culturais e a aplicação da Pesquisa de Avaliação de Feiras de Economia Solidária (Pafes).
O Projeto Nacional de Comercialização Solidária, pensado também para preparar a Economia Solidária rumo ao Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário (SNCJS), regulamentado em novembro de 2010 pelo então presidente Lula, desenvolve ainda o trabalho de adequação de 140 EES para o SNCJS, em parceria com a Faces do Brasil. Para a capacitação dos empreendimentos, o Projeto conta com o apoio do Instituto Kairós (SP), Cooperativa de Consultoria Pesquisa e Serviços de Apoio ao Desenvolvimento Rural Sustentável (Coopeser/BA), Dialética (RJ), Rede Xique-Xique (RN), Projeto Esperança (RS), Instituto Palmas (CE) e Instituto Estadual Santo Dias/ITCP (MG) . As atividades estão previstas para iniciar nesse semestre, fazendo com que, no final desse amplo trabalho, tais EES adiram à categoria de selo organizacional do Sistema.
Ao longo de 2011, o PNCS prevê ainda 10 seminários estaduais, 01 seminário regional (Sudeste), 09 feiras microrregionais, totalizando 83 feiras microrregionais, de um total de 100 feiras previstas pelo Projeto; 01 seminário nacional do SNCJS, 02 encontros nacionais (marcas e pontos fixos), 01 seminário nacional sobre comercialização solidária e a publicação de um livro com a sistematização das pesquisas de campo feitas com 20 experiências de rede de economia solidária nas cinco regiões brasileiras. Pesquisas desenvolvidas com o apoio do Núcleo de Pesquisa e Apoio à Agricultura Familiar (UFMG/UFLA/UFVJM).
Diversos materiais didáticos e de divulgação sobre a temática da comercialização solidária foram produzidos. Catálogos com produtos da economia solidária, folders explicativos do Projeto, cartilhas e séries formativas sobre diferentes temas, como Comércio Justo Solidário, Estratégias para Comercialização Solidária, Consumo e Economia Solidária e Desenvolvimento Sustentável e Ecosol.
O Instituto Marista de Solidariedade (IMS), em parceria com a Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes/MTE) e o Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES), pretende continuar colaborando e promovendo efetivamente o crescimento, em bases fortes, da Economia Solidária no Brasil, através do Projeto Nacional de Comercialização Solidária. Crescimento esse, que passa, necessariamente, pela consolidação dos processos de produção, comercialização e consumo solidários.
Economia Solidária de Vitória da Conquista
Após um amplo processo de debates e discussões, o Conselho Municipal de Economia Solidária de Vitória da Conquista entregou ao prefeito Guilherme Menezes a proposta de criação da Lei Municipal de Economia Solidária.
O documento, que será analisado pelo Governo Municipal, tem como objetivo fortalecer o setor e suas estruturas, além de ampliar esse movimento no Município.
“A lei é um marco legal para a economia solidária no município, uma forma de institucionalizar a política de incentivo aos empreendimentos solidários que vem sendo desenvolvida desde a primeira gestão de Guilherme Menezes, em 1997”, avalia o coordenador municipal de Economia Solidária, Geovane Viana.
A proposta, elaborada pelo Conselho, é composta por cinco pontos e prevê, entre outras coisas, a criação do Sistema Municipal de Economia Solidária e do Fundo Municipal para a área. Ainda de acordo com o documento, o Conselho do setor também passará por uma reestruturação.
Primeiro do gênero na Bahia, o Conselho Municipal de Economia Solidária foi criado em 2008 e conta com uma estrutura bastante representativa da sociedade civil e da administração municipal. É composto por 22 entidades e desde sua formação vem discutindo uma lei específica para a área. O Conselho é um órgão de consulta e deliberação para acompanhar e fiscalizar as ações do Governo Local com relação à economia solidária, bem como para propor ações e políticas públicas para o segmento.
A Prefeitura irá realizar os respectivos estudos da minuta apresentada pelo Conselho e encaminhar a proposta definitiva da Lei Municipal de Economia Solidária para a Câmara de Vereadores.
Abertas as inscrições para o curso Semi–Presencial de Extensão:especialização em Economia Solidária
Especialização em Economia Solidária e Tecnologia Social na América Latina, Turma 2011!
Estão abertas as inscrições, acesse http://www.extecamp.unicamp.br/dados.asp?sigla=GEO-0530&of=004
É com satisfação que divulgamos a abertura de mais uma turma do curso de Extensão modalidade Especialização em Economia Solidária e Tecnologia Social na América Latina na Universidade Estadual de Campinas – SP.
Seleção para técnico do DIEESE
O DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos está selecionando um profissional com graduação de nível superior em Economia, Administração ou Ciências Sociais.
1. Jornada: 40 horas semanais.
2. Regime de contratação: CLT, com contrato de experiência de 90 (noventa) dias.
3. Local de Trabalho: Brasília – Distrito Federal.
4. Etapas do processo de seleção:
· Análise de currículo;
· Prova discursiva versando sobre economia brasileira, análise de indicadores de desempenho econômico-financeiro;
· Entrevista individual.
5. Requisitos:
· Profissional graduado/a há mais de 2 (dois) anos;
· Experiência profissional anterior;
· Conhecimento de economia brasileira, relações de trabalho e sindicalismo no Brasil;
· Domínio dos recursos de informática MS Office e navegadores de internet;
· Capacidade para redigir documentos e elaborar relatórios;
· Capacidade de comunicação oral em público; e
· Disponibilidade de horários e mobilidade para viagens.
Requisitos complementares (não obrigatórios): são desejáveis conhecimentos relativos a:
· Setor portuário,
· Setor público,
· análise de balanço;
· idioma inglês.
Haverá prioridade na seleção para pessoas com deficiências enquadradas na Lei nº 8.213/1991. Solicitamos que essa informação conste do currículo, quando for o caso.
6. Principais atividades a serem desenvolvidas:
· Análise e elaboração de estudos econômicos sobre conjuntura econômica, política econômica, desempenho setorial e de empresas, relações de condições de trabalho no setor portuário;
· Levantamento de informações e organização de bases de dados estatísticos;
· Elaboração de textos e artigos para publicação pela entidade sindical;
· Participação em reuniões e eventos promovidos por sindicatos de trabalhadores, inclusive como palestrante, bem como coordenação de oficinas e seminários;
· Assessoria a processos de negociação coletiva de trabalho.
7. Remuneração e benefícios:
· Salário base de R$ R$ 4.260,09 (quatro mil duzentos e sessenta reais e nove centavos)
· Auxílio alimentação R$ 198,00 (líquido)
· Plano de saúde subsidiado
· Seguro de vida
· Auxilio Creche para filhos menores de 7 anos
· Vale transporte.
8. Inscrições
Enviar currículos para o e-mail: curriculo@dieese.org.br até o dia 15 de fevereiro de 2011, com o assunto específico para as vagas TÉCNICO BRASÍLIA. Atenção: não serão considerados currículos enviados sem essa especificação no assunto.
Os currículos devem indicar telefone, endereço e e-mail para contato.
Esta seleção terá validade de 6 meses a contar da data de publicação deste edital.
São Paulo, 24 de janeiro de 2011.
(edital disponível no nosso sítio http://www.dieese.org.br)
Curso de Línguas e cultura Tupi Guarani
Atualmente há aproximadamente 240 povos indígenas distribuídos em todo o território nacional, a maioria na Região Norte. São cerca de 180 línguas indígenas brasileiras. No universo das línguas indígenas, reconhece-se a existência de dois grandes troncos: o Tupi e o...
Crédito é principal entrave da economia solidária
Por Vinicius Konchinski
Agência Brasil de Comunicação
São Paulo – O número de cooperativas e associações tem crescido no país, segundo o governo federal. A quantidade de pessoas ocupadas na economia solidária também. Contudo, o aumento poderia ser ainda maior caso alguns entraves fossem minimizados. Entre eles, a dificuldade de obtenção de empréstimos por empreendimentos geridos por grupos de trabalhadores.
A falta de crédito é o principal problema do setor para representantes de entidades ligadas à economia solidária e para os próprios cooperados. De acordo com uma pesquisa da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes) feita em 2007, das cerca de 22 mil cooperativas e associações do país, quase 17 mil afirmavam ter problemas para obter empréstimos.