Agenda das plenárias locais de economia solidária em maio

Por Secretaria Executiva do FBES

Ocorre nesta semana 8 plenárias locais e territoriais pelo país, dando sequência na construção da V Plenária Nacional de Economia Solidária. Já foram realizadas 27 plenárias locais abrangendo as regiões norte, nordeste e sul.

Carta da região Norte rumo à V Plenária Nacional de Economia Solidária

Nós, integrantes do movimento de economia solidária da Amazônia, reunidas/os em Belém do Pará/PA, no dia 04 de Maio de 2012, animadas/os no processo rumo à V Plenária Nacional de Economia Solidária, fizemos um balanço intenso acerca das perspectivas da ecosol desde a IV Plenária em 2008. Notamos que houve avanços em muitas frentes, além de desafios e dificuldades.

Plenária Regional Nordeste para construção da V Plenária Nacional

Fonte: Unees-pe (unees_pe@yahoo.com.br)

A Comissão Nacional Organizadora da V Plenária Nacional de Economia Solidária, realizará no dia 15 de maio em Olinda/PE a Plenária Regional Nordeste com objetivo de contribuir para construção da V Plenária Nacional. Durante o evento serão analisados os avanços e desafios a partir das resoluções da IV Plenária Nacional de Economia Solidária, nos eixos: Finanças Solidárias, Marco Legal, Produção e Comercialização e Consumo Solidário.

Orientações para envio de contribuições para Plenárias Regionais de Balanço

Por Comissão Organizadora Nacional da V Plenária

Serão aceitas contribuições por e-mail para os militantes quem não conseguirem participar das Plenárias Regionais de Balanço, que ocorrem em todas as regiões do país neste mês. Para isso, basta preencher e enviar a contribuição de acordo com a ficha disponível, dentro do prazo indicado, para que a contribuição por eixo temático possa ser considerada durante os debates da respectiva Plenária Regional de Balanço.

Acesse a ficha em: www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1563&Itemid=99999999

Participe das Plenárias Regionais de Balanço

Por Comissão Nacional Organizadora da V Plenária

As Plenárias Regionais de Balanço tem o objetivo de contribuir com a construção da V Plenária Nacional de Economia Solidária, analisando os avanços e desafios a partir das resoluções da IV Plenária Nacional de Economia Solidária, nos eixos: Formação; Finanças Solidárias; Marco Legal e Produção, Comercialização e Consumo Solidários. A participação nas Plenárias Regionais de Balanço é aberta, sendo fundamental que as redes e fóruns estaduais se organizem para trazerem suas contribuições, acúmulos de debate e experiências em cada um dos eixos que serão avaliados desde a IV Plenária. Veja a Agenda abaixo.

Campanha pela Lei da Economia Solidária é lançada em São Miguel do Gostoso

Fonte: www.aaccrn.blogspot.com.br

Ocorreu no ultimo dia 30 de abril, no espaço da Feira Agroecológica de São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, o lançamento da Campanha pela Lei da Economia Solidária – Iniciativa Popular para Um Brasil Justo e Sustentável. Na oportunidade a Associação de Apoio as Comunidades do Campo, além de lançar a campanha no município, realizou a coleta de assinaturas junto aos feirantes e participantes da feira.

I Oficina de Formação de Gestores Públicos na Metodologia de Bancos Comunitários

Fonte: Banco Palmas (bancopalmas@uol.com.br)

Aconteceu nos dias 10 e 11 de maio, em Fortaleza-Ce, a I Oficina de Formação de Gestores Públicos na Metodologia de Bancos Comunitários, organizada pelo Instituto Palmas com o apoio da Secretaria Nacional de Economia Solidária-SENAES/MTE. Participaram da oficina 49 pessoas, dentre essas 41 gestores públicos de 16 estados: 12 Governos Estaduais e 16 Prefeituras Municipais. Tivemos ainda 01 representante da SENAES e 07 representantes de Ongs e acadêmicos, conforme lista de participantes.

Carta da Associação Brasileira de Agroecolgia à Revista VEJA

Por Associação Brasileira de Agroecologia

Prezado Diretor de Redação,

Referentemente à matéria de Veja, da edição de 04 de janeiro/2012, sobre o tema dos agrotóxicos, chamou-nos primeiramente a atenção o tratamento parcial e tendencioso dado ao assunto, uma vez que se trata de um tema controverso, mesmo nos meios científicos, e que recebeu apenas o veredito de profissionais com legitimidade e isenção questionáveis, considerando que é possível que alguns representem, eles próprios, um comprometimento com a indústria de agrotóxicos, a qual é, obviamente, parte interessada na venda desses produtos. Segundo, soa como prepotente, para dizer o mínimo, a Revista tentar apresentar-se como dona da verdade em um tema sensível e controverso como esse. Por uma questão de imparcialidade e ética, o que se esperaria é que a matéria desse também amplo espaço para o contraditório.

As empresas, a corrupção e a democracia

Por Jorge Abrahão

Ainda não responsabilizamos, no Brasil, pessoas jurídicas por atos de corrupção -só os funcionários envolvidos. Isso precisa ser corrigido logo. No que diz respeito à corrupção, a vida no Brasil vai de escândalo em escândalo, com breves intervalos para um cafezinho.

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