Texto de João Roberto Lopes Pinto (joao@ibase.br)

O tratamento das outras formas de trabalho não-assalariadas precisa ganhar o relevo e a importância pública correspondentes com a dimensão econômica e política assumida por esse segmento. Caberia indagar, então, por que não um ministério para essa outra economia? Pois o desafio vai além da gestão do ambiente macro-econômico através de políticas fiscais e monetárias menos restritivas. Faz-se necessária, portanto, uma aposta pública em um desenvolvimento de fato inclusivo, porque concilia o crescimento da capacidade instalada com a criação de novas oportunidades produtivas a partir do território.

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