Fonte: http://www.marista.edu.br

Entrevista realizada com Ir. Lourdes Dill e depoimentos sobre a Feira

Entrevista com Ir. Lourdes Dill, Coordenadora Geral da Feira

Como é que é possível organizar uma feira internacional como essa a partir dos rigores da Economia Solidária?

“Eu diria que o fundamento desse trabalho da Economia Solidária, da própria Feira e de todos os eventos que a constrói, é a solidariedade, a organização e a autogestão. E é só por isso, só com isso que a gente consegue fazer uma Feira desse porte, com uma cobertura de 14 mil m2 . Nós estamos com 45 comissões de trabalho que ajudaram a organizar o evento, o que representa um marco no Brasil e também no Mercosul. Nós temos a certeza de que a Feira de Santa Maria é um grande braço do Fórum Social Mundial, na sua metodologia de organização, de autogestão e também de participação dos empreendimentos.”

O que é o cooperativismo popular?

“Pra nós o cooperativismo popular é diferente do cooperativismo tradicional, que coloca no seu cenário principal o capital. Muitas empresas, muitas cooperativas se organizam como empresa cooperativada no sentido de facilitar a questão fiscal. Isso não é justo e não é correto. Esse cooperativismo popular e autogestionário parte de pequenos grupos, pequenas cooperativas que vão se fortalecendo, que priorizam o associado, a autogestão, a cooperação e nós temos certeza de que esse é o novo.”

Irmã, qual é o segredo para uma mobilização tão expressiva quanto essa conquistada pela Feira de Santa Maria?

“Articular-se, ter coragem, ter ousadia e não ter medo de lançar-se.”

Irmã, agora que a feira já começou, como estão os números? Quantos empreendimentos? Quantos países?

“Em primeiro lugar, devo dizer que no momento temos disponíveis apenas dados parciais. Aqui na Feira estão acontecendo várias pesquisas que nos darão resultados mais exatos. Uma pesquisa é a do IMS e do Fórum Brasileiro, junto a empreendedores e visitantes. Nós temos um grupo de olheiras, são todas mulheres e corajosas. Elas estão visitando de ponta a ponta, durante os três dias, todos os grupos. Elas estão fazendo um novo cadastramento. Vamos ter logo após a Feira esses dados mais precisos. Mas os dados que nós temos, na pré e na parcial, são mais ou menos assim: em torno de 650 empreendimentos que estão aqui representados, e esses, por suas vez, representam muitas redes, na América Latina, Mercosul e também aqui no Brasil; sobre os estados acreditamos estarem todos representado e temos cerca de 10 países presentes. E se comparar com o ano passado, que passaram aqui 17 países que participaram da feira é porque ano passado nós tivemos um evento muito grande antes da Feira. Todo o povo desse evento veio pra cá, então esse ano talvez tenhamos números menos expressivos, mas unicamente em função disso. Sobre os municípios acreditamos estarem aqui cerca de 300. Nós vamos ter os dados precisos logo após a Feira. Mas a olho nu dá para dizer isso, que nossa meta, de ontem até domingo é passarem pela feira 80 mil pessoas.”

A senhora pode resumir em linhas gerais qual a importância do Marista, do Instituto Marista para esse movimento e para a realização da Feira aqui em Santa Maria?

“Eu diria que é uma parceria que faz a diferença. Eu afirmo isso com muita coragem, muita alegria porque eu conheço a força Marista, que é uma força milenar, eu diria. Tem muitos projetos sociais. Eu também sou de uma congregação religiosa, Filhas do Amor Divino, uma congregação que tem cento e poucos anos, foi criada na Áustria e nós temos também muitos projetos sociais, mas os Maristas ganham de nós. Os Maristas têm uma opção muito clara pela educação, mas também lutam pelo social, que hoje é uma força de inclusão ao social expressiva e que faz a diferença. Eu quero concluir com uma frase que a gente valoriza muito e eu tenho certeza de que os projetos sociais do Marista também contemplam isso: em primeiro lugar uma outra economia acontece aqui, agora e já. Uma segunda conclusão é dizer que muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas mudarão a face da Terra. E isso é essa feira aqui em Santa Maria, que eu chamo de Feira aprendente e ensinante.”

Depoimentos

Irmão Vicente Falqueto – Diretor Executivo da UBEE-UNBEC

“Penso que para nós, para a Instituição Marista, a Feira vem consolidar uma frente que há muitos anos era um sonho que agora se torna realidade. O IMS nasceu para ser essa frente aberta aos projetos sociais. Inicialmente pensou-se muito internamente, depois até em alguns momentos usávamos a expressão de que o IMS era o braço da instituição fora dela e ia ganhando visibilidade. A Economia Solidária veio bem depois da criação do IMS e acabou sendo pra nós esse realce, esse brilho de compromisso social da Instituição Marista, um diferencial.”

Antônio Haroldo de Mendonça – Coordenador-geral do Comércio Justo da Secretaria Nacional de (SENAES/MTE)

“A Feira de do Mercosul é para nós um grande evento porque delimita um diferencial importante sobre como promover feiras no Brasil. Esse diferencial tem como uma ação importante o evento de Santa Maria, que consegue reunir e mobiliza um conjunto de empreendimentos de todo o país e faz o processo de integração com a América Latina. Nosso mapeamento nacional conseguiu reunir em torno de 15 mil empreendimentos, mobilizando cerca de 1,5 milhão de pessoas. O programa conta com o apoio do Instituto Marista (IMS) e da Fundação L’Hermitage. Na versão atual já temos uma ação realizada em parceria, que foi a nossa I Feira Nacional de Economia Solidária, e agora estamos vindo aqui para a II Feira do Mercosul. Isso pra nós é uma ação que avaliamos como extremamente produtiva, envolvendo a sociedade e a parceira entre o Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e o Governo Federal.”

Dione Manetti – Diretor de Fomento da SENAES / MTE

“Para nós, a Feira de Santa Maria é um momento em que a gente pode perceber o vigor e o crescimento da Economia Solidária no Brasil e na América Latina. A gente fez no último ano um mapeamento da Economia Solidária, onde conseguimos perceber a existência de cerca de 15 mil empreendimentos em todo o Brasil, 1,5 milhão de trabalhadores organizados e a gente sabe, tem nitidez de que esse mapeamento ainda não atingiu a totalidade da no Brasil. O que percebemos, e a Feira é a prova viva disso, é que a gente tem tido uma expansão muito grande de empreendimentos de Economia Solidária, surgem novos e se consolidam outros. A Feira de Santa Maria é uma oportunidade, é um instrumento estratégico de transformação real das relações econômicas, produtivas e sociais em todo o mundo.”

Shirlei Silva – Analista Social do Instituto Marista de Solidariedade

“A Feira de Santa Maria é um ícone para o movimento de economia solidária, um modelo a ser seguido, em sentido de organização, de interação, de articulação. Santa Maria consegue articular os mais diversos parceiros governamentais, não-governamentais, sociedade civil, empresários, todos juntos na construção de um modelo de economia solidária. Para os Maristas eu acredito que esses avanços representam seguir os passos de Champagnat, “ir aonde o povo está”. Aqui a gente vê de perto que é possível você trabalhar com os excluídos, é possível trazer pra dentro aqueles que nunca estiveram dentro. Aqui você vê as pessoas simples com brilho nos olhos, com a certeza de que outra vida é possível, que é possível fazer junto, com alegria, com esperança, com muita fé. Você tem uma mística com as mais diferentes religiões, juntas na construção de algo novo. Acho que isso é um misto de esperança, com a certeza de que outro mundo está acontecendo.”

Betânia Maria Meira – Administradora Financeira da Fundação L’Hermitage

“Estamos participando da Feira, junto com o IMS, partilhando desse esse evento que é tão importante para todo o País. Começamos hoje pela Feira de Santa Maria, que é uma feira internacional. Vão haver 27 feiras em todos os estados e em todas elas estaremos juntos, Instituto Marista de Solidariedade e Fundação L’Hermitage. A Fundação hoje tem uma atuação com três vertentes, uma delas é o social e dentro do social está a Economia Solidária, que também envolve a ecologia, que é um dos pontos que a gente trabalha bastante, através do Amigos da Água, que é um dos outros eixos da Fundação voltado para a educação, saúde, meio-ambiente e o social. Em função de tudo isso se faz de extrema relevância o nosso apoio às Feiras.”

Rizoneide Amorim – Técnica de Articulação do Programa Nacional de Fomento às Feiras de Economia Solidária

“Nós estamos em Santa Maria, aplicando o PAFES, que é o Programa de Avaliação das Feiras de Economia Solidária, que tem como objetivo mapear os empreendimentos que estão expondo, bem como ver qual a visão que o público visitante tem sobre a feira de e as entidades de apoio e fomento. Nós estamos com quatro tipos de questionários para serem aplicados. Um que é direcionado à coordenação do evento, desenvolvido em forma de relatório, e os demais formulários são destinados aos empreendimentos, ao público visitante e às entidades de assessoria e fomento. O Programa Nacional de Fomenta às Feiras engloba 27 feiras estaduais. Santa Maria é a primeira feira do Programa, e a maior, por ser não apenas uma feira estadual, mas de abrangência internacional. Os dados de todas as feiras estaduais possibilitarão ter uma análise mais consistente a respeito da importância das feiras para a consolidação de uma política pública no intuito de fomentar o comércio ético e justo, como uma política pública para a Economia Solidária.”

Ivo Cassol – Secretário de Captação de Recursos e Relações Internacionais da Prefeitura de Santa Maria – RS

“A Feira, para Santa Maria, é um marco. Eu acompanho a Feira praticamente desde o início, desde quando era um pavilhão apenas. Hoje já é essa enormidade e se firma como uma referência não só no Brasil como no Mercosul todo. Temos aí a confirmação de mais de dez países; no ano passado foram 16 países participando e já temos confirmadas caravanas grandes, como a da Uruguai, com mais de 50 pessoas. Mais do que a exposição e a comercialização dos produtos, a Feira é um momento de debate, de organização, de articulação, um momento que propicia discutir os rumos da Economia Solidária, do comércio justo, do consumo ético e solidário e a articulação entre redes do Brasil e da América Latina, então a expectativa é enorme em relação à Feira.”

E como foi lidar com as regras da Economia Solidária para montar essa Feira Internacional?

“Na verdade, existe uma articulação enorme. A Feira se organiza a muitas mãos, nós somos mais uma das mãos, mais uma das peças da engrenagem que move. Então, toda a articulação internacional, toda a articulação nacional é feita em diversas frentes: Fórum Brasileiro de Economia Solidária, Instituto Marista, Projeto Esperança, Prefeitura de Santa Maria, a participação fundamental da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES) e, entre outros, do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Qual seria a peculiaridade da Feira de Santa Maria?

Tem diversas características que estão debaixo desse guarda-chuva enorme que é a Economia Solidária. A experiência que você tem em Santa Maria é diferente da que você tem na Argentina, por exemplo, com empresas recuperadas; na Argentina já existe a marca da autogestão de empresas recuperadas, que é diferente do que acontece no centro do País, no Norte do País, e aqui é a oportunidade de todo mundo discutir os avanços, os entraves, os gargalos e é isso que faz o diferencial da Feira de Santa Maria. Muitas vezes os entraves que acontecem num lugar já foram superados pelos outros lugares. Aqui, a partir de experiências que foram debatidas já no ano passado, por exemplo, a Prefeitura está encaminhando para a Câmara uma lei de incentivo à Economia Solidária.”

Elisete Lunardi – Chapuri/AC

“A gente trouxe como experiência, trocas de idéias, alguma coisa para comercializar, que é a castanha, o sabonete feito de óleos naturais e uma grande quantidade em biojóias, feitas de sementes da Amazônia. É uma troca de idéias, uma experiência nova, pois esse é o primeiro ano que eu estou participando, mas estou gostando muito e tenho a expectativa de tudo dar certo, conhecer e fazer a divulgação do que a floresta nossa lá no Acre tem pra ajudar vocês aqui a ficarem mais bonitas, mais jovens e mais saudáveis no verão.”

Cássia Maria da Silva – Artesã do Acre

“Estamos trazendo para a feira a biojóia, que á a valorização do natural sem a degradação. Jóias feitas de sementes. Eu vim com um grupo de nove pessoas, representando a Associação Arte Jóias da Floresta e espero da Feira conhecer outras experiências e também me integrar com diferentes grupos, que é o objetivo comum da Economia Solidária.”

Noé Severino Alves – Empresário

“No atual estágio da economia, muito modernizada e globalizada, eu acho importantíssimo a Economia Solidária porque ele resgata algo do passado que nós já não temos mais e é justamente o que as pessoas buscam. Além disso, o movimento contribui como forma de manutenção da pequena propriedade. No caso da Feira de Santa Maria eu considero importantíssima porque é uma oportunidade para as pessoas conhecerem um pouco mais daquilo que quase já não existe, que são produtos coloniais, artesanais, enfim, toda essa diversidade fabulosa que ainda felizmente nós temos.”

Altemir Boita – Vendedor do Centro de Comercialização de produtos da Economia Solidária de Santa Maria

“A Feira é uma consolidação, é uma integração, uma troca de experiências muito boa, pois vem gente de todo o Brasil e de outros países. Sobre o espaço fixo por nós utilizado, vale destacar que é um espaço cedido pelos Irmãos Maristas ao Projeto Esperança, que é uma cooperativa, a Cooeperança, ligada à Rede de Economia Solidária, a Teia. Vários grupos são associados e então colocam produtos aqui nesse espaço cedido para comercialização. ”

Carla Giova – Empreendedora da Associação dos Profissionais do Artesanato de Canoas/RS (APAC/RS)

“A APAC tem 45 expositores que todos os domingos expõem, ajudando a mais de 500 pessoas localmente. É tudo produzido por nós que consideramos a Feira de Santa Maria uma grande chance de fazer a Associação conhecida. Hoje estamos fazendo cursos profissionalizantes no SEBRAE e mostrar o nosso trabalho é um grande passo. Quem sabe fazer contatos futuros até para coisas fora do nosso país, como nos países do Mercosul.”

Gilda Rojas – Montevidéu/Uruguai

“Vieram 45 pessoas de diferentes lugares do Uruguai, e temos empreendimentos diferentes. Para nós, vir à Feira é muito motivador, porque conhecemos diferentes experiências e é nosso interesse participar também dos seminários, porque a maioria dos temas nos interessam. No Uruguai, nós teremos uma feira de em setembro, a 5ª Feira em nível nacional, e aqui um dos nossos objetivos é aprender com a experiência do Brasil que é muito maior, com muito mais tradição, para ver que coisas podem servir para nós, para evoluir e crescer.”

Santiago Ruiz – Coordenador Geral da Secretaria de Produção de Rosário, Argentina

“Para nós o grande objetivo é aprender. Conhecemos o Projeto Esperança, sabemos o tempo que tem, como trabalha e viemos a cada ano aprender com os avanços do projeto e ver como podemos trabalhar em conjunto, mediante convênios, através do município. E também trazer a experiência nossa com agricultura urbana. Uma iniciativa que já ganhou prêmios internacionais e que trabalha dentro do que poderíamos chamar de Economia Social. Sobre Responsabilidade Social eu gostaria de ponderar que não seria só uma ação de marketing sobre o espaço físico da comunidade, senão um compromisso real que vai desde questões de gênero, de sexualidade, do mercado de trabalho, até a qualidade de emprego.”

Cláudia Machado – Empreendedora de Cooperativa Afro

“Hoje de tarde a gente está convidando todas as pessoas porque nós, enquanto excluídos, povo indígena, quilombolas e pessoas do hip hop, catadores, estamos nos organizando para uma grande caminhada. A concentração vai acontecer na Igreja Medianeira, às 15h, e a gente vai descer para cá, mobilizando, falando algumas palavras de ordem, dessa questão da inclusão. Porque a gente sabe que existe uma falsa inclusão e que esses povos excluídos não estão incluídos ainda. A gente vai fazer essa caminhada convidando para uma reflexão sobre a necessidade de lutarmos por nosso direitos, unidos, em mutirão.”

Idalina Maria Boni – Fio Nobre – Itajaí/SC

“A gente participa da Cadeia do Algodão Orgânico, que é a Justa Trama. Nos últimos anos tivemos um crescimento bastante significativo, com a conquista da Secretaria Nacional de Economia Solidária, da organização do Fórum Brasileiro, da articulação a partir dos fóruns mundiais, que proporcionaram encontros nacionais e internacionais de empreendimentos da Economia Solidária. . O Fórum Social Mundial foi um dos grandes organizadores disso. A Feira de Santa Maria é uma oportunidade de sermos vistos para a América em geral. Ela não nos mostra só para o Brasil, então ela é uma feira de grandes oportunidades. Cria outras possibilidades, as pessoas pegam teu endereço, “eu vou te ligar, eu vou ver”. Na Justa Trama beneficiamos hoje 700 trabalhadores, um crescimento possível graças a movimentos como o de Santa Maria.”

Paul Singer – Secretário Nacional de Economia Solidária e Coordenador Geral da 1ª CONAES

“O nosso sonho de reunir representantes dos empreendimentos solidários, dos movimentos sociais e organizações que fomentam a e/ou se servem dela para combater a pobreza e a exclusão social e dos representantes dos governos federal, estaduais e municipais que apóiam a se concretizou na realização da 1ª Conferência Nacional de Economia Solidária. Animados pelos mesmos ideais participamos com entusiasmo, debatemos concepções e definimos estratégias e prioridades. O sucesso da I Conaes não se deveu só ao trabalho notável dos delegados, que em pouco mais de três dias produziram um documento programático de largo alcance para a economia solidária, mas também a um pequeno exército de servidores públicos, reforçado por voluntários, que realizaram a proeza de trazer à Capital federal e atender de mil formas mais de mil delegados, que vieram de todos os cantos do Brasil, num momento em que a aviação civil está em crise e o prazo entre a eleição dos delegados e o início da Conferência era, sob todos os pontos de vista, insuficiente. Compartilhando o sucesso do evento, cabe-nos registrar e agradecer as diferentes formas de participação:

dos delegados e convidados que prontamente se dispuseram a se deslocar para Brasília;

dos que trabalharam exaustivamente na preparação da Conferência – à Comissão Organizadora Nacional e às Sub-comissões de apoio à mesma; às Comissões Organizadoras das Conferências Estaduais; ao Fórum Brasileiro de Economia Solidária; aos companheiros do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome e do Ministério de Desenvolvimento Agrário, do Instituto Marista de Solidariedade, da Fundação Banco do Brasil e da PETROBRÀS; e aos Governadores que convocaram as conferências estaduais e em especial ao Governo do Estado do Espírito Santo pelo apoio à sua delegação; aos dedicados servidores do Ministério do Trabalho, em especial, das Delegacias Regionais do Trabalho, da Assessoria de Comunicação, do Cerimonial, da Coordenação Geral de Recursos e Logística, da Coordenação Geral de Recursos Humanos, da Coordenação Geral da Informática e em especial da SENAES e voluntários, que não mediram esforços para a concretização do evento; dos que facilitaram o desenvolvimento dos trabalhos durante a realização do evento: os Coordenadores, os Expositores e Relatores das Mesas, Painéis e Grupos de Trabalho; os Facilitadores e o Pessoal Técnico e de Apoio, em especial, a Comissão Operacional de Sistematização que não mediu esforços para organizar a documentação para as discussões, em tempo recorde.”