Em São Carlos, Banco do Povo possibilita acesso ao crédito para empreendimentos
Por Camila Queiroz*
Localizada no interior do estado de São Paulo, a 231 quilômetros da capital, a cidade de São Carlos conta com o Banco do Povo de São Carlos. Formado em 2002 a partir de parceria entre prefeitura e governo do Estado, o banco facilita o acesso ao crédito por parte de empreendedores de pequenos negócios, com firma aberta ou não.
De acordo com o coordenador do banco, Apolinário de Oliveira, desde a fundação, em 2002, até agora, já foram realizados 1.610 empréstimos, somando o valor aproximado de R$5.100.000 reais.
VII Encontro Internacional de Economia Solidária: último dia para envio de trabalhos
Fonte: www.cirandas.net/nesol-usp Convidamos a todos para participar do VII Encontro Internacional de Economia Solidária do NESOL-USP. O evento ocorrerá nos dias 24, 25 e 26 de novembro de 2011 com espaço para a exposição e debate de trabalhos em Economia Solidária,...
No Rio de Janeiro, Cidade de Deus inaugura banco comunitário em setembro
Por Karol Assunção*
“Estamos felizes porque somos protagonistas de todo esse processo”. A declaração é de Ana Lucia Pereira, presidenta da Agência de Desenvolvimento Local da Cidade de Deus, sobre o Banco Comunitário da Cidade de Deus. A comunidade, localizada na zona oeste do Rio de Janeiro (RJ), inaugurará o banco próprio no próximo dia 15 de setembro.
De acordo com Ana Lúcia, os moradores da comunidade aguardam a inauguração do banco com grande expectativa. “A comunidade está entusiasmada, acreditando bastante. Vários comerciantes já disseram que vão aderir à moeda”, revela. A moeda social será o CDD, nome em referência à sigla da comunidade, que levará estampada algumas lideranças locais.
Plenária do Grito dos Excluídos RJ
Fonte:Assembleia Popular Nacional
A Plenária dos Movimentos Sociais – PMS e a Plenária do Grito dos Excluídos, que reúnem diversos movimentos sociais, sindicais e estudantis combativos, organizam mais uma vez a manifestação do dia sete de setembro, com concentração na esquina da Rua Uruguaiana com a Avenida Presidente Vargas ás 9h. da manhã.
Governo vai liberar verba emergencial para a reforma agrária, diz representante do MST
Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br
O governo vai liberar um crédito emergencial de R$ 400 milhões para a reforma agrária. O dinheiro será repassado ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para obtenção de terras, disse Valdir Misnerovicz, membro da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).
A liberação é resultado de uma negociação entre o governo e os movimentos sociais ligados à terra, que estiveram em Brasília semana passada para uma série de mobilizações que fazem parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária.
De acordo com o MST, o orçamento do Incra para desapropriações este ano está esgotado. Com o crédito suplementar, a entidade estima que será possível assentar cerca de um terço das 60 mil famílias acampadas atualmente. Os recursos serão usados para assentar famílias acampadas em diversos estados.
Organizações de todo o mundo parabenizam o FBES pela retirada da economia solidária da PL 865
Secretaria Executiva do FBES
A decisão de retirada das atribuições de Economia Solidária do PL 865 que cria a Secretaria Especial de Micro e Pequena Empresa representou uma conquista para o movimento de economia solidária. Foram realizadas 23 Audiências Públicas por todo o país para a discussão da temática e, como resultado desse processo, reivindicou-se à Presidência da República a retirada da economia solidária do Projeto de Lei 865. Ao saberem do resultado, diversas redes e organizações internacionais de economia solidária se manifestaram. Sintetizamos abaixo algumas destas manifestações recebidas pelo FBES nos últimos dois dias.
I Seminário Municipal de Economia Solidária do Território da Cidadania do Caparaó Capixaba
Fonte: Iraneide Andrade (isapimentas@yahoo.com.br)
O seminário é resultado de uma discussão e encaminhamento do colegiado do território do Caparaó sobre o tema economia solidária. O mesmo acontecerá nos onze (11) municípios deste território.
Além da SEASTDH – Secretaria de Estado da Assistência Social e Direitos Humanos através de sua Gerência Estadual de Micro Crédito e Economia Solidária, o CEES – Conselho Estadual de Economia Solidária se fará presente em todos os seminários nos municípios que compõem o território do Caparaó, na pessoa de dois de seus representantes.
Associação APJ contrata técnica/o Base de Serviço de Comercialização do Vale do Mucuri (MG)
Fonte:: apjuntos@apjuntos.org.br A Associação APJ – Aprender Produzir Juntos, inspirado pela fé cristã, ele se define como Centro de Promoção Humana, Profissional e Cooperativista, visando o resgate da cidadania da classe trabalhadora em todas as idades em situação de...
Governo revê posição e retira atribuições da Economia Solidária do PL 865
Secretaria Executiva do FBES
No dia 25 de agosto, quinta-feira, o Deputado João Maia, do PR/RN, relator do PL 865 na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) do Congresso Nacional, enviou, em seu parecer, um substitutivo do Projeto de Lei por orientação do governo federal em que são retiradas as atribuições da Economia Solidária da nova Secretaria Especial de Micro e Pequena Empresa, a ser criada no PL 865.
Isso significa que os demais relatores (das comissões de Finança e Tributação, de Trabalho, e de Constituição e Justiça) provavelmente seguirão o mesmo caminho, por orientação da Presidência da República.
Fontes informais de dentro do governo informaram que esta mudança de posicionamento do governo federal se deu principalmente por três razões:
A primeira delas teria sido a intensa mobilização do movimento de Economia Solidária com a realização de 22 audiências públicas estaduais e uma nacional, além de uma vídeo-conferência que desembocou em um documento de balanço e propostas entregue à Presidência da República por meio do Ministro Gilberto Carvalho. Segundo estas fontes, a Presidenta Dilma teve acesso ao documento e às propostas do movimento, e com ele em mãos anunciou ao Ministro Gilberto Carvalho sua mudança de posição, reconhecendo as diferenças de fundo entre Economia Solidária (uma estratégia ampla de desenvolvimento) e a Micro e Pequena Empresa (uma forma jurídica específica com limites de faturamento anual);
Participe como co-autora do Projeto de Lei da Economia Solidária
Por Secretaria Executiva do FBES Foram prorrogadas até 31 de agosto as inscrições para que organizações, redes ou empreendimentos possam ser considerados, no Congresso Nacional, como co-autores do Projeto de Lei que cria a Política, Sistema e Fundo Nacionais de...
Empreendimentos são selecionados para a constituição de fundos rotativos solidários na Bahia
Fonte: Karine Oliveira (karine.oliveira1@setre.ba.gov.br) A Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte do estado da Bahia publicou ontem o resultado da seleção de empreendimentos para constituição de Fundos Rotativos Solidários Edital 001/2011. O resultado da...
Reunião do Fórum Regional de Economia Solidária da Zona da Mata de Minas Gerais
Fonte:Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP/UFV) No próximo dia 27 de agosto representantes Fórum Regional de Economia Solidária da Zona da Mata de Minas Gerais estarão reunidos na cidade de Cataguases, na sede da Secretaria de Cultura do município,...
“Jovens não têm futuro a não ser que quebrem o sistema”, diz Francisco de Oliveira
Fonte: www1.folha.uol.com.br
No capitalismo, o ócio é o usufruto de um tempo conquistado na relação entre trabalhadores e empregadores. Sem trabalho, não existe ócio. Portanto, nos países capitalistas avançados que convivem com altas taxas de desemprego, os jovens “não têm futuro, a não ser que quebrem o sistema”.
Esse foi o raciocínio exposto na noite de terça-feira no Rio pelo sociólogo Francisco de Oliveira, professor emérito de USP, convidado a fazer uma abordagem marxista do “elogio à preguiça” no ciclo de conferências organizado pelo filósofo Adauto Novaes, e que ocorre também em São Paulo e Belo Horizonte.
“A reprodução do sistema vai levando a formas cada vez mais sofisticadas de uso do trabalho que desmontam as velhas estruturas”, disse Oliveira. Citou um exemplo europeu: “A Espanha, um sucesso formidável depois que entrou na União Europeia, agora tem 25% da força de trabalho desempregada, a maioria jovens. O tipo de emprego que o capitalismo industrial criou durante 50 anos, dos anos 1930 aos 80, desapareceu. O sistema tem mais capacidade de produzir esses jovens desempregáveis do que antes.”

