Resgatando a história do Fórum Brasileiro de Economia Solidária

O Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) está organizado em todo o país em mais de 160 fóruns municipais, microrregionais e estaduais, envolvendo diretamente mais de 3.000 empreendimentos de economia solidária, 500 entidades de assessoria, 12 governos estaduais e 200 municípios pela Rede de Gestores de Políticas Públicas de Economia Solidária.

Linha de Tempo

I Conferência Nacional de Economia Solidária

Durante o III FSM, em Porto Alegre, realizou-se uma reunião de dezenas de representantes da América Latina, que promoveu a ampliação das perspectivas de integração regional do movimento de Economia Solidária e, com isso, o trabalho de articulação com a América Latina entrou definitivamente na agenda do FBES. Em 2006, após a realização das conferências estaduais, quando foram escolhidos as/os delegadas/os e definidas as reivindicações e propostas, realizou-se a I Conferência Nacional de Economia Solidária, em Brasília, no período de 26 a 29 de junho. Na Conferência foram discutidas as resoluções voltadas à participação no Conselho Nacional de Economia Solidária e propostas para políticas públicas para a Economia Solidária.

Assista aos vídeos.

Acesse a Carta Política Final. (documento e vídeo)

Acesse o Relatório Final da V Plenária.

O GT de Mulheres do FBES

O Grupo de Trabalho de Mulheres do FBES constituiu-se como desdobramento do GT de Gênero, o qual foi criado após articulação ocorrida na IV Plenária Nacional e reuniu-se pela primeira vez durante a VIII Reunião da Coordenação Nacional do FBES, em novembro de 2008. Três anos depois, durante a X Reunião da Coordenação Nacional do FBES, realizada em agosto de 2011, houve uma proposta de alteração da denominação do GT, que foi levada à votação, sugerindo a mudança de GT de Gênero para GT de Mulheres, a qual causou grande discussão entre os presentes. O placar da votação definiu-se em: 20 gênero, 26 mulheres e 3 abstenções. Dessa forma, definiu-se pelo nome GT de Mulheres e que sua composição seria exclusivamente de mulheres, para que elas pudessem planejar sua representação, atuação e incidência nos espaços do FBES e articulações externas.

Diversas propostas do GT foram consolidadas no documento Mulheres Rumo à V Plenária Nacional de Economia Solidária.